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terça-feira, 29 de março de 2011

Jesus usou tatuagem?























Carlos Augusto Vailatti


INTRODUÇÃO Há muitas pessoas que interpretam o texto de Apocalipse 19.16, "em no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" como se o texto bíblico descrevesse um "Jesus tatuado". Já ouvi, inclusive, alguém dizer certa vez: "Galera, Jesus era um dos nossos! Ele também tinha uma 'tatoo' na sua coxa!". Tal equívoco interpretativo se deve a três causas principais: a) ao desconhecimento do texto grego original do Novo Testamento, bem como, de suas regras gramaticais; b) às traduções existentes em português que, com uma rara exceção, dão margem para que esse tipo de interpretação equivocada seja feita; c) à conveniência, pois algumas pessoas interpretam convenientemente um Jesus tatuado em Ap 19.16, porque, ao fazerem isso, estão encontrando um apoio "bíblico" que legitima o uso de tatuagens por parte destas mesmas pessoas. Particularmente, creio que o problema todo esteja principalmente nos dois primeiros itens. De qualquer forma, depois de receber vários emails de pessoas questionando sobre a hipótese de Apocalipse 19.16 descrever Jesus “tatuado”, resolvi escrever esse artigo a fim de tentar esclarecer o significado deste verso tão mal compreendido nos dias de hoje, principalmente pelos jovens. Vejamos, então, Ap 19.16 do ponto de vista lingüístico, teológico e cultural. I – O PONTO DE VISTA LINGÜÍSTICO O texto grego original de Ap 19.16 diz o seguinte: kaì échei epì tò himátion kaì epì tòn meròn autou ónoma gegramménon. Basileùs basiléon kaí kýrios kyríon. Se traduzirmos este verso ao pé da letra, ele ficará dessa forma: "e tem sobre a veste e sobre a coxa dele um nome escrito: Rei dos reis e Senhor dos senhores". No que diz respeito ao aspecto lingüístico, observa-se no texto grego que a primeira e a sexta palavras do versículo (sublinhadas) são as mesmas. Trata-se da conjunção "kaì" que normalmente é traduzida como "e" ou "também", de acordo com o contexto em que ela aparece. Todavia, embora o primeiro "kaì" de Ap 19.16 possa ser traduzido como "e", ou seja, "e tem sobre a veste (...)", o segundo "kaì", por outro lado, pode ser entendido como um "kaì" epexegético ou explicativo. Em outras palavras, o segundo "e" do versículo, "(...) e sobre a coxa dele" deveria ser traduzido de forma explicativa, como, por exemplo, "ou seja", "isto é", "a saber”, "quer dizer" etc. Sendo assim, a tradução mais apropriada para Ap 19.16 seria: "e tem sobre a veste, isto é, [que está] sobre a sua coxa um nome escrito: Rei dos reis e Senhor dos senhores". George Ladd, que concorda com a interpretação que estamos dando, oferece uma tradução ligeiramente diferente: "no seu manto, isto é, onde ele cobre sua coxa”. Ladd ainda acrescenta que "não é mencionada nenhuma razão por que o nome estaria escrito na coxa". Além de Ladd, Henry Alford também concorda com a nossa interpretação e faz o seguinte comentário: "A maneira usual de tomar as palavras é supor o kaí epexegético ou definitivo das palavras anteriores, "sobre Sua veste", e que parte dela [da veste] está cobrindo Sua coxa". Some-se a estes autores ainda a opinião de Champlin, segundo quem, entre outros significados, o texto também pode ser traduzido como "...sobre vestes, a saber, sobre sua coxa...", o que se harmoniza com o significado que entendemos ser o mais correto para esse texto. Infelizmente, de todas as versões bíblicas em português que consultei, apenas uma traduz Ap 19.16 refletindo o seu significado de forma mais correta. Trata-se da Edição Contemporânea de João Ferreira de Almeida. Ela traduz Ap 19.16 assim: "No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores". Portanto, a partir da perspectiva lingüística podemos assegurar que a frase “Rei dos reis e Senhor dos senhores” de Apocalipse 19.16 não está "tatuada" na "coxa" de Jesus. Muito pelo contrário, estes dizeres estão escritos na “veste” (ou “manto”) de Jesus, a qual, por sua vez, cobre a sua coxa. II – O PONTO DE VISTA TEOLÓGICO Antes de entrarmos no ponto de vista teológico em si, devemos dizer aqui que o livro de Apocalipse foi escrito aproximadamente na metade da década do ano 90 d.C. Isto quer dizer que ele foi escrito por João cerca de 50 a 60 anos depois da morte e ressurreição de Jesus. Portanto, Jesus já possuía (havia mais de meio século) um "corpo glorificado", imaterial, quando João escreve as linhas de Ap 19.16. Já no que se refere ao aspecto teológico, Ap 19.16 está inserido dentro do contexto de uma visão que João teve (cf. Ap 19.11), devendo ser entendido, portanto, de forma "simbólica", isto é, "não-literal". Apesar de alguns comentaristas compreenderem Ap 19 à luz da queda da Babilônia – símbolo de Roma – conforme Ap 18, contudo, Ap 19 aponta para algo bem maior, a saber, a vitória escatológica completa de Deus e do Seu povo sobre o mal em geral, vista sob a perspectiva contextual mais ampla de Ap 19.11-21.8. Assim, o título "Rei dos reis e Senhor dos senhores" escrito na "veste" de Jesus, se entendido corretamente de forma "simbólica", era aplicado, segundo a tradição judaica, ao próprio Deus, o qual era visto como Rei suserano que governava acima de todos os reis da Terra. Isto quer dizer que, Jesus, ao receber em Ap 19.16 o mesmo título majestoso que Deus recebia no judaísmo, estava se igualando a Ele em Sua glória e divindade. Além do mais, se entendermos Ap 19.16 como uma referência literal à "coxa tatuada" de Jesus (se este fosse realmente o caso, o que não é), teríamos que entender literalmente também outra visão de João na qual Jesus é descrito como tendo: "cabelos brancos como a lã branca, olhos como chama de fogo, pés como latão reluzente, voz como a voz de muitas águas, boca da qual saía uma espada afiada e rosto como o sol" (cf. Ap 1.12-17), o que seria bastante complicado. Enfim, sob a perspectiva teológica também podemos afirmar que Jesus não tinha uma "tatuagem" feita em sua "coxa". III – O PONTO DE VISTA CULTURAL Por fim, sob o ponto de vista cultural, creio que sejam bastante apropriadas as palavras de Champlin sobre Ap 19.16. Este autor nos fornece as seguintes informações: "(...) havia um antigo costume de gravar o nome do artista sobre a coxa de uma estátua.(...) A arqueologia tem encontrado figuras assírias com inscrições gravadas sobre ela, bem como nas vestes que encobrem seus corpos. Também é verdade que os cavalos, entre os gregos, traziam sinais identificadores sobre suas pernas traseiras". Porém, Keener explica que "na antigüidade romana, os cavalos e as estátuas eram às vezes marcados com ferro na coxa, mas as pessoas não". Aliás, esses exemplos fornecidos por Champlin e Keener, note-se, são extraídos de um contexto "pagão" (assírio e greco-romano), e não "judaico" ou "judaico-cristão"! Vale citar aqui as palavras de Alfred J. Kolatch, segundo quem, "Foi proibido aos judeus fazerem isto [isto é, tatuagens ou incisões no corpo] não só porque era sinal de idolatria, mas também porque vai contra as proibições bíblicas de derramar sangue e maltratar o corpo que Deus deu ao ser humano". Tendo esses dados em mente, seria, então, simplesmente impensável imaginar um judeu dos tempos bíblicos tatuado (e Jesus era judeu!). Tal fato seria o cúmulo do sacrilégio! Portanto, do ponto de vista cultural também não é correto afirmar que Jesus possuía uma "tatuagem" em sua "coxa". Tal prática seria totalmente estranha à cultura (judaica) da qual ele, Jesus, fazia parte. CONCLUSÃO Concluindo, um dos grandes problemas que ocorre na interpretação da Bíblia é que nós, muitas vezes, a fazemos partindo do nosso próprio contexto vivencial. Dito de outra maneira, muitas vezes nós projetamos para dentro da Bíblia nossas experiências pessoais, vivências, pressuposições e ideologias – o que é chamado no campo da interpretação bíblica de "eisegese", em vez de buscarmos extrair do texto bíblico aquilo que ele próprio quer nos dizer – o que é conhecido como "exegese". Bem, de qualquer forma, cada um é livre para fazer o que quiser do "seu" corpo (o qual, na verdade, não é "seu", mas de Deus, quem o criou e, portanto, detém direitos sobre ele). Porém, se alguém for fazer qualquer tatuagem no corpo, fique à vontade. Só não vá, entretanto, sair dizendo por aí que você está fazendo isso porque a "tatuagem" que Jesus tinha em sua "coxa" te autoriza a proceder dessa forma! Abraços, Carlos Augusto Vailatti


BIBLIOGRAFIA ALAND, Barbara et al. The Greek New Testament. Stuttgart, Deutsche Bibelgesellschaft, 2005. ALFORD, Henry. The Greek Testament. Vol. IV. [Hebrews-Revelation]. Chicago, Moody Press, 1968. ALMEIDA, João Ferreira de. (trad.). Bíblia Sagrada. (Edição Revista e Atualizada). São Paulo, Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. BLASS, F. & DEBRUNNER, A. Greek Grammar of the New Testament and Other Early Christian Literature. [Trad. Robert W. Funk]. Grand Rapids, Zondervan, 1976. CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. Vol. VI. São Paulo, Editora e Distribuidora Candeia, 1995. DEMOSS, Matthew S. Dicionário Gramatical do Grego do Novo Testamento. São Paulo, Editora Vida, 2004. HÖRSTER, Gerhard. Introdução e Síntese do Novo Testamento. Curitiba, Editora Evangélica Esperança, 1991. KEENER, Craig S. Comentário Bíblico Atos: Novo Testamento. Belo Horizonte, Editora Atos, 2005. KOLATCH, Alfred J. 2º Livro Judaico dos Porquês. São Paulo, Editora e Livraria Sêfer Ltda, 1998. LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. São Paulo, Vida Nova / Mundo Cristão,1992. THOMPSON, Frank Charles. Bíblia de Referência Thompson. [Edição Contemporânea, baseada na Tradução de João Ferreira de Almeida]. Deerfield, Editora Vida, 1994.


Carlos Augusto Vailatti possui Graduação em Teologia pela Faculdade Betel / Instituto Betel de Ensino Superior (IBES, 1999), Mestrado em Teologia (Master of Arts in Biblical Theology), com especialização em Teologia Bíblica, pelo Seminário Teológico Servo de Cristo (STSC, 2009) e Mestrado em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaica (em andamento) pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) - Departamento de Letras Orientais (DLO) - da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente leciona diversas disciplinas bíblico-teológicas na Faculdade Betel / Instituto Betel de Ensino Superior (IBES) e também no Seminário Teológico Evangélico do Betel Brasileiro (STEBB). Além disso, realiza atualmente pesquisas relacionadas à Bíblia Hebraica.




Via: VIGIAI

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Dia dos mortos? Estou fora!

Renato Vargens

Infelizmente em nosso país, milhões de brasileiros, das classes sociais mais distintas, de todos os estados da federação, cultivam o danoso hábito de visitarem os cemitérios na expectativa de rezar ou interceder pelos seus entes falecidos.


A prática de orar pelos defuntos iniciou-se por volta do 5º século (d.c), quando a igreja passou a dedicar um dia especifico do ano para rezar pelos seus mortos. No entanto, o culto de finados somente seria instituído na França, no século X, através de um abade beneditino de nome Cluny. Um século depois, os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigaram aos fiéis a dedicarem um dia inteiro aos mortos. Já no século XIII o dia de rezar pelos finados finalmente começou a ser celebrado em 2 de novembro. Essa data foi definida por ser um dia depois da comemoração da Festa de Todos os Santos, onde se celebrava a morte de todos que faleceram em estado de graça e que por algum motivo não foram canonizados.


Caro leitor, a Bíblia é absolutamente clara ao afirmar que após a morte só nos resta o juízo. Ensina também, que o fato de toda e qualquer decisão por Cristo só pode ser tomada em vida, o que, por conseguinte, nos leva a entender de que não existe fundamento teológico para interceder a favor dos mortos.


Para os católicos romanos a referência bíblica que fundamenta esta prática encontra-se em 2 Macabeus 12.44. Entretanto, nós protestantes, não reconhecemos a canonicidade deste livro e nem tampouco a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas e sim as doutrinas das Sagradas Escrituras.


Segundo a interpretação protestante, a Bíblia nos diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).


Ora, do ponto de vista bíblico é inaceitável acreditar que os mortos estejam no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação. Em hipótese alguma nós como cristãos devemos celebrar ou participar de culto aos mortos, antes pelo contrário, fomos e somos chamados a anunciar aos vivos a vida que somente podemos experimentar em Cristo Jesus.


Soli Deo gloria


Fonte: Púlpito Cristão

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Porque não posso ser Mórmon?

(Protesto Cristão)


Sobre o porquê não posso ser membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, acreditamos ter relacionados uma série de questionamento que será impossível respondê-lo sem admitir que, o Livro de Mórmon, é uma literatura de qualquer outro gênero, menos do gênero Cristão e que é impossível concordar com suas doutrinas sem que para isso não venhamos discordar do que está na Bíblia. Citamos Também algumas contradições entre a Literatura Mórmon.

1. No Livro A Grande Apostasia, de James E. Talmage, pg. 34, o Autor declara a Igreja de Jesus Cristo Dos Santos dos Últimos Dias como uma Igreja DISTINTA da Igreja Primitiva estabelecida Por Cristo e seus Apóstolos; Com isso o autor afirma que o cristianismo professado pela doutrina Mórmon é outro, e que a distinção entre ambas as igrejas questiona a autenticidade de uma delas.

2. No Livro Pérola de Grande Valor, Joseph Smith afirma que viu o Pai na Primavera de 1820 (PGV 2: 10,11, 15~20); entretanto temos na Bíblia a afirmação de que Deus o Pai não pode ser visto por ninguém (I Timóteo 6:16) e que este veio a ser Conhecido pelo Filho Jesus (Evangelho de João 1:18), e jamais alguém viu a Deus Pai. Ainda no Velho Testamento (Êxodo 33:20), lemos que o Próprio Deus afirma isto à Moisés, endossando o fato de que aquele que vê o Pai MORRERÁ. Se fora o mesmo deus que inspirou as Escrituras e o Livro de Mórmon, porque então o Profeta Joseph Smith discorda abruptamente do que está escrito na Bíblia? Será a Bíblia errada em detrimento das afirmações do Livro de Mórmon?

3. A Apostasia da Igreja, revelada segundo Joseph Smith, pelo Próprio Pai na Primavera de 1820 (PGV 2: 10, 11, 15~20) é uma discordância direta com o que Jesus cristo falou que as Portas do Inferno não prevaleceriam contra sua Igreja (Mt 16: 18), sendo esta motivo de Glorificação do Pai, pela igreja, através do Filho EM TODAS AS GERAÇÕES E PARA TODO O SEMPRE (Ef 3: 21).

4. Em sua doutrina, os Mórmons revogam o sacerdócio de Arão e o sacerdócio de Melquisedeque, entretanto, a Bíblia afirma que o sacerdócio de Arão caducou, foi ultrapassado e removido (Hebreus 7: 11~12), e que o sacerdócio de Melquisedeque pertence EXCLUSIVAMENTE A CRISTO, por que vive eternamente (Hebreus 7: 24). A palavra: PERPÉTUO só neste caso (vv. 24) vem do grego απαραβατος (Aparabatos), isto em todo o novo testamento, e significa INTRANSFERÍVEL, INTRASMISSÍVEL, ou seja não pode ser dado a mais ninguém; resumindo: Um sacerdócio foi extinguido (Arão) e o outro não pode ser de mais ninguém a não ser de Cristo (Melquisedeque).


5. Se Deus usou profetas (antigamente), e Cristo é a forma que Deus usa para falar aos homens (Hebreus 11:1 ), e que a Lei e os Profetas duraram até João Batista (Lucas 16: 16), qual o fundamento para afirmar o ministério de Profetas com o mesmo crivo do Profeta João Batista (lançador de Fundamentos para a fé em cristo)?

6. Apóstolos e Profetas Lançaram (Passado) o fundamento que é Cristo (II Coríntios 3: 11). Apartir de então, nenhum outro fundamento poderá ser lançado além deste (II Coríntios 11: 4, Efésios 2: 20), e que Profetas como João Batista não existem mais, pois este tipo de ministério findou-se com a lei (Lucas 16: 16), bem como não existem mais Apóstolos no patamar dos doze escolhidos por Cristo (Lucas 6: 13), pois para ser deste rol de Apóstolos, precisavam ter visto Cristo ressuscitado, ter sido escolhido pela Vontade de Deus, ou seja pelo próprio Jesus, e ter operado sinais e prodígios como no tempo apostólico (Atos dos Apóstolos 1: 2, 21; Gl 1:1, Ef 1:1, Cl 1:1, I Tm 1:1, II Co 12: 12) e o que temos hoje, são apóstolos no sentido etimológico da Palavra (Enviados), que assim como os profetas atuais, não lançam mais nenhum fundamento, apenas transmitem o fundamento já revelado na Bíblia Sagrada, pois se Somos edificados na pedra angular que é Cristo, não se faz necessário lançam outros fundamentos, pois estes não seriam edifícios construídos na doutrina dos Apóstolos escolhidos por Deus, mas escolhidos sem o crivo das Escrituras (2 Coríntios 11:13).

7. Se Cristo instituiu 12 Apóstolos, porque então na hierarquia Mórmon existe o Quorum dos 70 Apóstolos? A única referência que possuímos na Bíblia de setenta, são de discípulos divididos em grupos de dois para evangelizarem (Lucas 10: 1).

8. Se o Livro de Mórmon é a Palavra de Deus, porque então há contradição entre o Livro de Jacó 2: 23~27 e o D&C 132: 37~39, 61~62, no tocante à Poligamia?

9. Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Mórmon 9:9), como então ele pode um dia ter sido homem (Como afirma as escrituras mórmons), se é que ele sempre foi Deus?

10. Só há um Deus ou vários deuses? (Abraão 4: 1ss)

11. Em PGV, no Livro de Abraão 4:9~10, temos um panteão de deuses criando a terra. Com então entendemos o monoteísmo na concepção mórmon? E porque ao tempo que o livro de Abraão afirma que vários deuses criaram a terra, como é que entenderíamos a harmonia entre esta afirmação e a afirmação contida no livro de Alma 11: 27~31, onde lemos que há um só Deus. Qual das duas afirmações é a correta?

12. Deus Foi gerado? Deus é como Homem? (A Grande Apostasia, James E. Telmage, Pg 398)

13. Se Deus tem Carne e ossos (D&C 130: 22), porque o Livro de Alma 18: 26~28, afirma que deus é o Grande Espírito, e segundo a Bíblia, um espírito não possui carne e ossos (Lucas 24: 39), e esta ainda afirma que Deus é Espírito (João 4: 24). Onde então está a firmação correta? Deus é Espírito ou não é?

14. Em D&C 130: 23 temos a afirmação que o Espírito Santo não habita no cristão, apenas desce sobre este. Como fica a afirmação de Paulo que somos templo e morada do Espírito Santo? (I Coríntios 3:16 e II Coríntios 6: 16).

15. Quando Jesus Morreu a Terra ficou em travas por três dias (Helemã 4: 20: 27) ou três horas (Mateus 27: 45, Marcos 15: 33, Lucas 23: 44) ?

16. Como Joseph Smith poderia chamar os Caracteres das Placas por ele encontradas, precisando portanto do urim e do tumim para traduzir tais escritos, se o Professor que confirmou sua tradução como a mais perfeita reconhecendo para isso os caracteres ali encontrados? Se eram desconhecidos, como este profissional reconheceu (sem ajuda sobrenatural) como sendo Caldeus, Assírios e Arábicos? (Joseph Smith 2: 62~64).

17. Jesus Nasceu em Jerusalém (Alma 7: 10) ou Belém de Judá (Lucas 2: 4~11)?

18. Porque os que crêem na bíblia como única fonte de fé é considerado néscio no livro de II Néfi 29: 6,9,10?

19. Jesus era casado? (Jornal de discurso 2.82)

20. Se Jesus é irmão de Lúcifer (Moisés 4: 1~4), então se lúcifer se submetesse ao Plano de Elohim, e viesse no lugar de Jesus com o intuito de Cristo, ele (Lúcifer) adquiriria o título de Deus?

21. Como o casamento pode ser eterno se a morte anula legalmente o casamento e no céu não haverá ninguém casado? (Romanos 7: 2, 3, e Lucas 20: 35~36).

22. Se a Bíblia é totalmente inspirada por Deus e Proveitosa para o homem de Deus (2 Timóteo 3:16), como o Livro de Mórmon questiona sua inspiração? (Regras de Fé - James E. Telmage, Pg 221)(II Néfi 29: 6, 9, 10).


Fonte Protesto Cristão por João Batista Gregório Jr.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Medita na palavra, ocupe-se dela e dê frutos


C. H. Spurgeon


Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.” (1Tm 4:15)

Aqui temos praticamente a promessa de que com a meditação atenta e entregando-nos completamente à obra do Senhor, realizaremos progressos tão manifestos que todos os poderão ver. Tiraremos proveito da Palavra de Deus, não a lendo apressadamente, mas meditando-a profundamente. Avançaremos no conhecimento de Deus, não pelo número de obras feitas com negligência, mas entregando-nos inteiramente ao trabalho que empreendermos. Em todo o trabalho há fruto, com tal que não seja feito com pressas e sem colocar-nos nele todo o nosso coração.
Se nos dividirmos entre Deus e Mamon, entre Cristo e nós mesmos, não faremos progresso algum. Temos de nos entregar inteiramente às coisas de Deus; do contrário, seremos uns pobres comerciantes nos negócios celestiais, e jamais obteremos algum lucro para o nosso inventário.

Sou eu um servo fiel do Senhor? Devo sê-lo inteiramente e não esbanjar as energias em coisas secundárias. Que nos devem importar os partidos políticos, ou as vãs diversões? Sou cristão? Que o serviço do Jesus seja a minha constante ocupação, o trabalho da minha vida e a minha única solicitude. Devemos estar com Jesus; de outra sorte nada adiantaremos, nem tiraremos proveito, e nem a Igreja, nem o mundo sentirão aquela influência poderosa que Ele deseja que exerçamos .

Tradução: Carlos A. Rocha
Fonte: [ No Caminho de Jesus ]

El sacrificio en la cruz

Maribel

Los incrédulos no pueden entender por qué la cruz es un símbolo del amor de Dios.
¿Cómo pudo el amor llevar al Padre a sacrificar a su Hijo? Por eso, muchos deciden ignorar tal “desatino”. En su lugar, esperar entrar al cielo por su buen carácter y sus nobles acciones.
Pero, según la Biblia, esa creencia es, en realidad, poco sensata (Is 64.6).
La popularidad de un “evangelio de buenas obras” revela que la iglesia necesita hablar con más firmeza al dar al mundo su mensaje de la verdad. Tenemos que predicar la justicia divina junto con el amor divino. Dios ama ciertamente al mundo, pero no puede ignorar el pecado de la humanidad (Jn 3.16).
Él es justo, lo que significa que es perfecto. En su pura presencia no puede haber ninguna mancha de pecado.
Una persona no puede llegar a las puertas del cielo arrastrando el bagaje de toda una vida de pecado, y exigir ser recibido. Dios no justifica el pecado, pero provee la manera de encargarse del mismo.
El Señor tiene un plan para hacer justo al pecador, que incluye tres hechos fundamentales.
Primero: todos hemos pecado y estamos destituidos de la gloria de Dios (Ro 3.23). Luego, el alma que pecare morirá (Ez 18.20; Ro 6.23). Por último, la deuda de la persona es pagada por un sacrificio perfecto ofrecido a su favor (Jn 1.29). Dios satisfizo su propia justicia al poner nuestro pecado sobre Jesús, y permitiendo que Él muriera en nuestro lugar.

Fonte Peleando la buena batalla de la fe

quarta-feira, 24 de março de 2010

Amor ao dinheiro: bênção ou maldição?

Russell Shedd

Paulo afirma que o amor ao dinheiro é raiz de todos os males (1Tm 1.10). Por que será que nenhuma sociedade escapa dos grandes males criados pelo sucesso? A resposta estaria no fato que o narcisismo acaba minando todos os valores. O servo dessa preocupação com nosso bem-estar é o dinheiro, que tem a força para nos captar em sua rede, do mesmo modo que um animal é capaz de tirar sua própria perna para se libertar de uma armadilha.
Não ignoramos que o dinheiro é um valor que pode abençoar quem recebe ou dá. Paulo escreveu em sua Segunda Carta aos Coríntios sobre a importância do dinheiro para socorrer os necessitados (caps. 8 e 9).Queremos entender melhor o que a Bíblia tem para nos dizer a respeito dessa tão útil e perigosa ferramenta, que pode tanto fazer o bem como o mal.
A BÊNÇÃO DO DINHEIRO
Quando Deus criou o homem, abençoou-o e deu a ele o privilégio de dominar, mas sempre como mordomo do Senhor (Gn 1.28). Após a queda, o desejo pelo domínio cresceu e rapidamente a humanidade se esqueceu da responsabilidade de usar as coisas materiais para a glória de Deus e para o bem de todos.
Quando Jesus ensinou que é mais abençoado dar do que receber (Atos 20.35), não é dito que é necessário receber primeiro para poder dar. A fonte de tudo que recebemos é Deus. Sua generosidade se manifesta todo dia em que ele providencia as condições para produzir suprimentos de toda espécie para manter a vida, além de tudo que seja útil para manter a proteção e conforto. Toda atividade econômica depende do Criador que supre as condições necessárias para realizá-la.
Deus nos criou para gozar de vida corpórea e espiritual. Posses devem sustentar a vida do corpo ― casa, alimento, transporte e fornecer mil outros produtos. Os livros que comunicam a verdade eterna às nossas mentes são apenas um exemplo. Paulo refere-se à bondade de Deus ao declarar para o povo de Listra, “não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria” (At 14.17). A bênção de Deus sobre o mundo material, em benefício do homem, é um sinal do amor de Deus por todos. Dinheiro fornece um meio eficiente para distribuir os benefícios doados por Deus e repassar a fartura para os necessitados.
Jesus confrontou o jovem rico com a surpreendente declaração de que somente vendendo tudo que tinha e dando o resultado aos pobres teria o privilégio de ser discípulo e ganhar a vida eterna (Mc 10.21). A bênção seria rejeitar o amor ao dinheiro e, em seu lugar, alcançar um amor real pelo próximo. O sacrifício material no tempo presente garantiria a bênção maior no futuro – “terás tesouro no céu”. O galardão que aguarda todos que ajuntam tesouros no céu é glorioso e seguro (aí não há ladrões, nem qualquer tipo de destruição de perda, Mt 6.20). “Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (v. 21).
Fica claro que a única maneira de mandar riqueza para o céu é usando dinheiro para beneficiar os necessitados; pode ser materialmente ou espiritualmente. Dar generosamente aos necessitados é o melhor de todos os investimentos. Seu retorno será grande e sua felicidade eterna.
A MALDIÇÃO DO DINHEIRO
O apego aos valores materiais assedia a maioria dos homens. Possuir dinheiro e tudo que ele pode comprar dá satisfação e segurança. O desejo de adquirir mais do que necessitamos alimenta o egoísmo natural que faz parte do mundo que a Palavra de Deus nos proíbe amar (1Jo 2.15). O avarento não tem herança no reino de Deus (1Co 6.10). “O amor ao dinheiro é raiz de todos os males” (1Tm 6.10). Basta notar a frequência de notícias de corrupção nos altos escalões do governo para perceber que dinheiro é uma forte fonte de tentação.
A maldição das posses é muito sutil. Poucas pessoas reconhecem o seu perigo. A maioria pensa que ganhar mais dinheiro demonstra a bênção de Deus sobre a vida. Em alguns casos, é verdade. Mas, na realidade, a falta de dinheiro pode ser o caminho da bênção, porque humilha, rebaixando os homens ao nível de mendigos. Tornam-se dependentes da graça de Deus, e alvos do amor dos irmãos na fé. A maldição invade nossas igrejas se não há generosidade. A prática da igreja de Jerusalém não nos incentiva a cuidar dos órfãos e viúvas, mesmo diante da declaração que “religião pura e sem mácula” é cuidar dos órfãos e viúvas (Tg 1.27).
Um dos casos bíblicos mais impressionantes relata a consequência maldita da mentira de Ananias e Safira (At 5.1-11). Esse casal crente, da igreja de Jerusalém, vendeu uma propriedade. A avareza os levou a concordar em reter uma parte do preço e oferecer a Deus o resto. Mentiram, afirmando que a quantia depositada “aos pés dos apóstolos” era o valor total. O resultado foi a morte sumária dos dois. Por quê? Não foi porque não ofereceram tudo para o Senhor, mas porque mentiram, desejando apresentar-se mais desprendidos do que na realidade foram.
Outra surpresa na Palavra é descobrir que é possível distribuir todos os bens entre os pobres sem amor (1Co 13.3). Se assim for, não há proveito nenhum para o doador. Com isso, Deus quer nos ensinar que podemos dar com motivos errados. Sacrifício material, sem amor, não agrada a Deus e não acarreta benefício algum para o doador. Seguramente muitos filantropos oferecem somas grandes para acolher aos necessitados, mas eles não recebem nenhum proveito diante do Juízo do universo. Joan Kroc, herdeira da fortuna da cadeia mundial de lanchonetes McDonald’s, doou ao Exército de Salvação de San Diego, na Califórnia, 80 milhões de dólares. No juízo final, será revelado se a sra. Kroc terá algum benefício em troca dessa razoável oferta.
CONCLUSÃO
O privilégio de ser mordomos de Deus, pelo uso das riquezas deste mundo, deve nos segurar diante da tentação da avareza. A maldição do dinheiro somente se transforma em bênção quando o Espírito Santo produz o seu bendito fruto em nossas vidas. Esse fruto é amor e benignidade (generosidade) (Gl 5.22). Vence-se a maldição por meio do Espírito de Cristo que cria uma vida em benefícios dos outros, em lugar do narcisismo feroz.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O que é a Páscoa para você?

Pr. Nilson Damárzio

Para muitas pessoas a Páscoa é ocasião para maiores lucros pecuniários. Já para outras é mais um feriado prolongado para o lazer e passatempo, enquanto para as crianças é a oportunidade de saborear um ovo de Páscoa (quanto maior, melhor). Porém, como dizia o saudoso pastor David Gomes, Páscoa é mais do que chocolate. Há um sentido histórico e espiritual nesta festa que deve ser devidamente considerado e que veremos nas linhas a seguir.

Em primeiro lugar, vejamos o que a Páscoa significa para os judeus.
O povo de Israel enfrentou as agruras da escravidão no Egito durante 430 anos. Após um longo período de sofrimento, Moisés recebeu de Deus a incumbência de liderar o povo para sua libertação. Mas, para cumprimento de tão árdua missão, ele enfrentou tenaz e persistente resistência por parte do Faraó.
Fosse por não querer abrir mão do trabalho escravo ou por não crer no poder do verdadeiro Deus, por professar uma religião pagã, o fato é que o monarca egípcio se opôs reiteradas vezes à ideia de permitir que o povo israelita fosse embora. Após várias tentativas frustradas, foi necessária uma intervenção mais drástica de Deus, através de 10 pragas, para convencer o Faraó a dar a permissão pleiteada. Entretanto, mesmo assim, somente ao sobrevir a décima praga - a da morte dos primogênitos - é que a permissão foi dada por Faraó.

Na verdade, a instituição da Páscoa está ligada a esta última praga. (Vide os capítulos 11 e 12 de Êxodo). Durante sete dias os judeus somente poderiam comer pães ázimos (sem fermento). Cada família deveria sacrificar um cordeiro, sem defeito, para ser assado e comido, juntamente com ervas amargas. O sangue do cordeiro imolado deveria ser espargido nos umbrais e na verga da porta das casas para que as famílias israelitas não perdessem seus primogênitos.

Diante do ocorrido, e quando o povo israelita começava a deixar o seu território, o Faraó Ramsés II enfureceu-se e partiu com seu poderoso exército no encalço do povo de Deus para tentar destruí-lo. Entretanto, a poderosa mão de Jeová libertou gloriosamente o seu povo, permitindo sua passagem pelo Mar Vermelho a pé, fato extraordinário que marcaria para sempre a história de Israel.

Portanto, para os judeus, a Páscoa é a celebração deste grande feito histórico, significando a sua libertação da escravidão no Egito. Aliás, a palavra Páscoa, do hebraico "pessach", significa passagem, a passagem da escravidão para a libertação.

Não é sem razão, pois, que até hoje a Páscoa é celebrada pelos judeus com grandes solenidades. Meu filho trabalha em Nova York na firma B&H, considerada a maior revendedora de equipamentos eletrônicos do mundo e cujos proprietários são judeus ortodoxos. Por ocasião da Páscoa, durante sete dias a empresa fecha as portas e dá folga aos funcionários, tal a importância que concedem à essa grande celebração.

Em segundo lugar, vejamos qual o significado da Páscoa para nós, os cristãos.

É notável a similitude existente entre a Páscoa judaica e a cristã, podendo-se afirmar que a Páscoa é um tipo de Cristo.Conforme já observamos, para os judeus a Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. Para nós, Cristo é o nosso grande libertador da escravidão do pecado. Antes da maravilhosa experiência regeneradora éramos escravos do pecado. Porém, a partir de nossa conversão, mediante o arrependimento dos pecados e a fé em Jesus, fomos libertados da pior das escravidões. Eis o que Jesus declara: "Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado" (...) "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8.34 e 36).

Na Páscoa judaica as famílias deveriam sacrificar um cordeiro. Para nós, cristãos, Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.29). E Paulo identifica perfeitamente a Cristo como cordeiro pascal ao afirmar: "Cristo, nossa páscoa, já foi sacrificado por nós" (1 Coríntios 5.7). Vale dizer que o cordeiro da páscoa judaica representava Cristo, o cordeiro imolado no Calvário.

O cordeiro pascal deveria ser ser defeito (conforme Êxodo 12.5). Desta forma, simbolizava a perfeição de Jesus Cristo, aquele que jamais pecou enquanto aqui viveu e que desafiou os judeus que não aceitavam a sua messianidade ao dizer: "Quem, dentre vós, me convence de pecado?" (João 8.46). E aqueles inimigos nada puderam apontar que desabonasse a conduta do Filho de Deus, cuja perfeição moral estava acima de qualquer dúvida. Corroborando a mesma tese, assim se expressa o escritor aos Hebreus: "Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado" (Hebreus 4.15).

O sangue do cordeiro na verga e umbrais das portas das casas simbolizava salvação para os israelitas. Da mesma forma as pessoas que crêem no sacrifício feito por Cristo na cruz ficam livres da morte espiritual, eis que "O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado" (1 João 1.7).

Portanto, para os cristãos a Páscoa é a festa comemorativa da libertação espiritual operada por Cristo na vida de todos os que nele creem.

Certa feita o grande pregador John Wesley foi abordado por um assaltante, que, examinando a pasta do pregador e notando que só continha a Bíblia e mais alguns livros, desinteressou-se e ia se afastando. Wesley então lhe disse: “Quando você se cansar da vida que está levando lembre-se de que O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado".

Estas palavras ficaram gravadas na mente daquele assaltante ao ponto de, tempos depois, ao meditar nesta verdade bíblica, ter decidido deixar sua vida pecaminosa e aceitar Cristo como seu Salvador. Ao reencontra-se com Wesley pôde lhe dar esta grande notícia, com imensa gratidão na alma.

E o dileto leitor, já teve um encontro de fé com Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo?

Extraído de: O Jornal Batista ( 16-04-2.009)

sábado, 20 de março de 2010

¿Quién nos separará del Amor de Cristo?

Maribel

La mayor lección que un cristiano puede aprender es que nada ni nadie puede separarlo nunca del amor de Cristo.

Tengo un amigo misionero que había estado en la cárcel a menudo. Fue azotado gravemente, expuesto a la muerte una y otra vez por la causa de Cristo. Él había sido despiadadamente golpeado con un látigo cinco veces. Tres veces había sido golpeado con varas, una vez apedreado, naufragó tres veces y pasó un día y una noche en mar abierto antes de llegar a la costa. Él había estado en peligro de ríos crecientes, bandidos a lo largo de las carreteras, en peligro de ambos, los líderes del gobierno Judío y no Judío, y viajó a zonas peligrosas en países extranjeros. Un día dijo, "he trabajado y trabajado arduamente y frecuentemente he ido a la cama sin poder dormir, he conocido el hambre y la sed y ha menudo sin probar alimentos. He estado en frío y en desnudez "(2 Cor. 11:23-29).

También un cristiano increíble escribió, "¿Quién nos separa del amor de Cristo? ¿Tribulación, o angustia, o persecución, o hambre, o desnudez, o peligro, o espada?" (Romanos 8: 35) En efecto, él dice, "Ninguna de las anteriores o todas ellas juntas pueden separarnos del amor de Cristo".

El apóstol Pablo también cita el Salmo 44:22, ¨Como esta escrito: Por causa de ti somos muertos todo el tiempo; somos contados como ovejas de matadero¨ (Romanos 8:36).

¿Podrá algo o alguien alguna vez hacer que Dios deje de amarnos? No en la imaginación o experiencias de Pablo.

El cristiano camina por la vida seguro por el fuerte lazo de la gracia del amor de Dios que no cambia. Nada ni nadie jamás podrá separarnos del amor de Dios que es en Cristo Jesús Señor nuestro.

El término "el amor de Cristo" puede ser tomado como nuestro amor a Cristo, o Su amor por nosotros, pero en este contexto, es mejor tomarlo como el amor de Cristo por nosotros.

La "Tribulación" se refiere a las aflicciones, las pruebas, los dolores, los problemas, las presiones y las duras circunstancias oprimiéndonos en la vida cotidiana. La palabra thilipsis tiene que ver con la presión.

La palabra latina de la cual obtenemos "la tribulación" es el "trineo que trilla" que fue cubierto en la parte inferior con tiras de metal y fue utilizado para separar el grano de las cáscaras de paja. La presión de la vida nos oprime y enérgicamente nos trilla como los tallos del grano. Sin embargo, el apóstol dice que ninguna tribulación, no importa qué tan grave sea, nos separará del amor de Cristo (Juan 16:33).

La "Angustia" (stenochoria) es la estrechez y la angustia de ser confinados en un espacio estrecho y opresivo. Nosotros sentimos que se nos está encajonando, y no hay ningún lugar a donde ir. Nada puede excluirnos del amor de Dios. Los desastres mundiales nos acercan más a Él (Salmo 4:1).

La "Persecución" es la palabra para ser cazado como a un animal salvaje y sometido a la fuga con fuerza hostil. Se trata de perseguir con intenciones hostiles debido a tu amor por Jesucristo.

Los cristianos siempre serán perseguidos en la medida en que ellos son fieles testigos de Cristo en un mundo hostil (Juan 16:33). Sin embargo, la persecución, no importa cuán grave o intensa sea, nunca romperá el amor de Cristo hacia nosotros (Mateo 5:10-12).

El "Hambre" (limos) es el hambre, sin alimentos debido a ser expulsados de sus hogares por la persecución. Los cristianos perseguidos han sido expulsados de sus hogares y puestos de trabajo para vagar en medio de extraños en lugares desolados.

La "Desnudez" (gumnotes) es la falta de ropa, Debido a ser reducido a la pobreza por sus enemigos. La pobreza es tan severa para los cristianos que no están en condiciones de comprar prendas de vestir (Hebreos 11:38).

El "Peligro" (kindunos) es el peligro de cualquier tipo, físico o jurídico a lo que están expuestos los cristianos porque son creyentes. La idea es estar en peligro, o enfrentar un peligro.

La "Espada" (machaira) se utiliza aquí para figurar una muerte violenta. Los cristianos son ejecutados y asesinados a causa de su fe en Cristo. Este siglo es el más violento contra los cristianos en la historia de la iglesia.

El hombre, que hizo la pregunta incontestable, "¿Quién nos separará del amor de Cristo?" Fue asesinado a causa de su amor por Cristo. "Como esta escrito: Por causa de ti somos muertos todo el tiempo; somos contados como ovejas de matadero" (Romanos 8: 36, Salmo 44:12).

Pablo es enfático en su declaración de que nada en la vida o la muerte nos puede separar de Cristo. El vivir es Cristo y el morir es aún mejor. Tenemos a Cristo en la vida, y en la muerte tenemos en Él una mejor relación. La muerte es sólo una puerta abierta a una más profunda y maravillosa experiencia con Él.

El amor de Cristo es eterno y no cambia. Este nos encuentra justo donde nosotros estamos y nos lleva de la oscuridad a la luz, de la muerte a la vida.

Dios nos ama con un amor íntimo en el que nada, nada, nada puede separarnos.

Selah!


Fonte [Peleando la buena batalla de la fe ]

terça-feira, 16 de março de 2010

El mensaje central del Evangelio de Cristo: El Arrepentimiento

Lolo Morales


Jesús declara: “Mi iglesia es un lugar de arrepentimiento público, sin vergüenza”. De hecho, el apóstol Pablo testifica:

“Cerca de ti está la palabra, en tu boca y en tu corazón. Esta es la palabra de fe que predicamos: que si confesares con tu boca que Jesús es el Señor, y creyeres en tu corazón que Dios le levantó de los muertos, serás salvo. Porque con el corazón se cree para justicia, pero con la boca se confiesa para salvación. Pues la Escritura dice: Todo aquel que en él creyere, no será avergonzado” (Romanos 10:8-11).

Puesto de una manera sencilla, somos salvos a través de nuestra confesión pública de arrepentimiento. Jesús declara: “Porque no he venido a llamar a justos, sino a pecadores, al arrepentimiento” (Mateo 9:13). Y dice, que por el arrepentimiento, somos sanados y restaurados: “Respondiendo Jesús, les dijo: Los que están sanos no tienen necesidad de médico, sino los enfermos. No he venido a llamar a justos, sino a pecadores al arrepentimiento” (Lucas 5:31-32).

Éstas son las buenas noticias. Jesús nos está diciendo: “En mi iglesia, todos son sanados a través del arrepentimiento.” No importa quién seas tú, el quebrantado físicamente, el enfermo mental, el enfermo espiritual. Todos deben venir a mí de la misma manera. Y todos hallan sanidad a través del arrepentimiento.

¿Cuántas iglesias todavía abren sus altares para que la gente quebrantada de corazón pase delante y se arrepienta? ¿Cuántos pastores han dejado de hacer llamados para esta importantísima obra espiritual? ¿Cuántos creyentes han perdido todo sentido de su necesidad confesar el pecado?¿Cuál es el mensaje central del evangelio de Cristo? El lo deja claro a lo largo de los cuatro evangelios. Nos dice: “Esto es lo que predico en mi iglesia. Este es mi mensaje para todos los pecadores”.
“Jesús vino…predicando el evangelio del reino de Dios, diciendo: El tiempo se ha cumplido, y el reino de Dios se ha acercado; arrepentíos, y creed en el evangelio” (Marcos 1:14-15). Este fue el primer mensaje registrado de Jesús. ¡Él predicó el arrepentimiento!”.

Para algunos cristianos, esto puede parecer un lenguaje fuerte. Quizás digan: “De acuerdo, pero, ¿cuán fuerte predicó Jesús, el arrepentimiento?”. Lucas lo responde en su evangelio. Jesús dijo a sus oidores: “Antes si no os arrepentís, todos pereceréis igualmente” (Lucas 13:5).


Fonte [ Voz de Jehová ]

segunda-feira, 15 de março de 2010

A Bíblia é suficiente para você?

Francisco Jr

Salmo 119.96 – “toda perfeição tem o seu limite; mas o mandamento do Senhor é ilimitado.”

Salmo 19.7 – “a lei do Senhor é perfeita e restaura a alma”

Dizer que algo é suficiente é dizer que não precisa de substitutos, nem complementos. De fato a Bíblia não necessita de substitutos nem de complementos. Tudo o que precisamos saber sobre Deus está na Bíblia. Os textos bíblicos acima declaram esta suficiência usando o adjetivo perfeição. Assim, a Bíblia é suficiente em si mesma, ou seja, por sua própria definição.

Mas a Bíblia é suficiente para você?

Uma boa forma de aferirmos essa suficiência em nossa experiência é refletir sobre como podemos nos aproximar do Livro Sagrado. Citaremos brevemente, a seguir, algumas formas negativas de aproximação e concluiremos com o testemunho da própria Bíblia de sua suficiência, com o intuito de incitar-nos a uma aproximação saudável:

(os títulos que utilizaremos nas descrições são meramente ilustrativos, ou seja, não os usamos aqui em seu sentido etimológico mais profundo)

Intelectuais–são aqueles que lêem de uma forma seca e técnica. Utilizam-se de uma mente arguta e altamente curiosa para “dissecar” o livro, pela sua riqueza histórica e literária. A seguir escrevem livros e mais livros apontando a complexidade das descobertas, e de fato, são importantes em alguma medida. Mas, para estes a Bíblia não é suficiente, pois tanto faz ser a Bíblia ou outra obra literária histórica qualquer. Para estes logicamente a Bíblia não passa de um mero objeto de pesquisa.

Pragmáticos–são aqueles que querem lições para viver bem, ajudar os filhos, vizinhos e colegas. São caçadores da funcionalidade do texto na solução de suas dificuldades diárias. Para estes, a Bíblia também não se mostrará suficiente, pois logo ganhará a preferência o que responder de forma mais prática e imediata às questões inquietantes do dia a dia. Não importa princípios, ética ou verdade, mas se funciona. Aí, tanto faz o Apóstolo Paulo, Içami Tiba, Augusto Cury ou qualquer outro autor. O que “funcionar” primeiro ganha.

Sentimentais–são os que buscam histórias emocionantes e inspiradoras. Poesia, parábolas e provérbios são apreciados. Logo desenvolvem uma teologia marcada pelo humanismo, pelas frases de efeito, pela filosofia barata e pela exaltação da auto-estima. Para estes, os gurus da auto-ajuda convivem no mesmo plano dos autores bíblicos. Para estes também, aqueles que buscam conhecimento de toda verdade de Deus revelada nas Escrituras são chamados de “teólogos, ortodoxos e fundamentalistas” da forma mais pejorativa possível.

Pregadores–procuram na Bíblia apenas mais um sermão, somente uma mensagem, ou um pretexto. Se não acharem... Pregam assim mesmo! Outro dia ouvi falar de um pregador que fez a seguinte confissão na maior cara-de-pau: “preparei uma mensagem tremenda, só me falta achar o texto bíblico que servirá de base”. E outro que introduziu seu sermão com esta pérola: “irmãos folheei a Bíblia pra lá e pra cá e não achei um texto em que pregar, então...” Durma-se com um barulho desses! A Bíblia para estes é mero detalhe.

Os “sem Bíblia”-são os que não lêem de forma alguma. Seguem a falsa premissa de que ler, estudar e meditar é função de pastor e pregador. Há dois tipos desses infelizes auto-enganados, os “sem Bíblia” que têm uma para carregar e fazer tipo, e os “ortodoxos”, aqueles que nem sequer têm uma, ou pelo menos não querem que alguém saiba que têm. Vão aos cultos de “mãos abanando” e mente vazia.

Todos os tipos descritos acima são crentes obviamente, pelo menos é o que dizem. Ou, como dizia certa música vivem da “arte de viver da fé, só não se sabe fé em que”.

A aproximação que faz da Bíblia suficiente é aquela que busca, sobretudo, aproximar-se de Deus, que procura trazer Deus para a realidade da vida, colocando-se sob sua autoridade. O trecho do Salmo 19 (7-10) mostra a suficiência da Bíblia sob muitos aspectos, e o que ela promove aos que a lêem de forma adequada. Segundo este salmo a Bíblia é: Perfeita – completa, única, sem necessidade de remendos; Fiel – digna de confiança; Reta – sempre precisa em seus ensinos; Pura – sem misturas; Limpa – não contamina, nem envenena; Verdadeira – capaz de clarear a visão. Escrevendo a Timóteo, Paulo nos fala da maior qualidade das Escrituras, dando-nos o tom da sua suficiência. Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos dê corações sedentos e famintos das Sagradas Letras, transformando-nos a cada dia em homens e mulheres de Deus que glorificam o Altíssimo em toda maneira de viver.

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra. 2Tm.3.16,17

Fonte [ Adoração e Pregação ]

Via Bereianos

sexta-feira, 5 de março de 2010

Você se considera filho de Deus?

As pessoas fazem uma confusão danada quando afirmam que todas as pessoas são filhas de Deus. Esse é um pensamento comum da maioria da população, mas é contrário ao que a Bíblia diz. Vejamos:

A Bíblia diz que todos fomos criados por Deus, portanto, num primeiro momento, somos todos criaturas de Deus. “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gênesis 1. 27)

O bênção se ser filho de Deus só é dada aqueles que recebem Jesus como seu Senhor e Salvador. “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome;” (João 1. 12)

E que diferença isso faz?


Aquele que crê em Jesus e entrega sua vida a Ele se torna Filho de Deus e é salvo. Além de ser herdeiro da vida eterna, pode viver nesta vida totalmente debaixo da bênção de Deus. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

Aquele que não crê em Jesus e não entrega sua vida a Ele está condenado. Além de ter como destino eterno o inferno, vive nesta vida totalmente distante dos propósitos de Deus. Uma vida triste e miserável. “Quem nele crê não é julgado; o que não crê já está julgado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.” (João 3. 18-19)

A decisão é pessoal: Aceitar ou não a Jesus? A Bíblia nos orienta: “Buscai o SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” (Isaías 55. 6)

Qual a sua decisão?

Por André Sanchez

Fonte:
Esboçando Idéias

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Deus personalizado?

André Sanchez

Personalizar algo é fazer com que o seu objeto fique do seu jeito, do seu gosto, com a sua cara. Você personaliza sua casa, seu carro, seu celular, seu caderno, seu computador, suas roupas, seu deus, ops! como é que é? Personalizar Deus?...

Sim, às vezes queremos personalizar a Deus e deixá-lo do nosso jeitinho, com a nossa cara, do nosso gosto.
Ninguém é obrigado a aceitar a Deus e o que ele ordena, mas muitos querem um deus para crer e para chamar de seu, mas que seja do seu estilo, do seu jeito, com a sua cara.


O Deus verdadeiro não é personalizável e Ele é quem exige que nos personalizemos a Ele. Como as pessoas não querem esse Deus, então partem para a personalização de um deus qualquer que criam a partir de seus achismos e desejos.
Com isso, vemos um monte de deuses que, segundo as pessoas, são o Deus verdadeiro, mas numa superficial análise vemos que se trata de um deus personalizado, falso.

Temos o deus dos artistas que não liga se pulam o Carnaval, se posam nus, se juntam as escovas de dentes sem casar...

Temos o deus de alguns jovens que permite gozar todos os prazeres da juventude, sem restrição (como gostam desse deus)...

Temos o deus de alguns religiosos, que é um deus que dá somente prosperidade, unção, bênção, vitórias, saúde (esse é o preferido dos cristãos capitalistas)...

Temos o deus da maioria da população que não liga se a pessoa tem uma vida reta, conquanto que ela acenda uma vela, reze várias repetições de orações, pague promessas, comemore e faça os rituais sagrados de dias sagrados (esse qui é bom para as horas difíceis)...

Temos o deus das superstições, que ajuda a resolver problemas guiando pelo horóscopo, pelos trabalhos, pelos rituais, pelos objetos sagrados (esse é tiro e queda)...

Temos mais de um milhão de deuses criados pelas pessoas, que se adequam as suas filosofias, aos seus desejos e as suas mais secretas vontades...é deus ao gosto do freguês.

Nenhum destes deuses é Deus. O Deus verdadeiro está revelado na Bíblia e toda a Sua vontade também está lá. Não adianta os deuses personalizados das pessoas se levantarem, pois não passam de ilusão e todos eles se prostrarão diante do Todo-Poderoso.

"Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai." (Filipenses 2. 9-11)



Fonte: Esboçando Idéias

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Esclarecimentos de um especialista em unção

André Sanchez

Nos últimos anos houve uma grande explosão das chamadas "unções". Numa rápida pesquisa em alguns livros e na internet encontrei algumas delas: Unção do leão, unção do riso, unção do dente de ouro, unção da conquista, unção da ousadia, unção da águia, unção da multiplicação,unção de línguas, unção da prosperidade, unção de Pedro, unção de Davi, unção de Abraão...
Nas pregações dos tele-evangelistas e em muitos best-sellers elas são figuras marcadas.
Pregadores famosos e igrejas municipais, estaduais,federais, universais, mundiais, intenacionais, se lambusam no uso indiscriminado e criativo das unções.
Em meio a tantas unções ficamos [bastante] confusos...Por isso, Gostaria de expor agora, a você leitor, algumas unções apresentadas por um especialista e que devem estar na vida de todo crente.
Primeiro, gostaria de apresentar o especialista:Seu nome é Jesus Cristo (Cristo = O Ungido em grego). Ele também tem o título de Messias (O Ungido em hebraico). Este é o nosso especialista em unção, que vai nos ensinar, nestes tempos de tanta confusão a valorizar as unções verdadeiras e que vêm de Deus:
Unção de servo: Lucas 22. 25-26 - "Mas Jesus lhes disse: Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados benfeitores. Mas vós não sois assim; pelo contrário, o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve.
Unção do amor aos inimigos e perseguidores: Mateus 5. 44 - "Eu [Jesus], porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;
Unção do perdão: Mateus 18. 21-22 - "Então, Pedro, aproximando- se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
Unção da priorização das coisas de Deus: Mateus 6. 33 - "buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Unção do arrependimento: Lucas 3. 8 - "Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento.
Unção da mansidão: Mateus 5:5 - "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
Unção da humildade: Mateus 5:3 - "Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
Unção da boa vontade: Mateus 5:41 - "Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas.
Unção do respeito pela vontade do Pai: Mateus 6:10 - "venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim naterra como no céu;
Unção da falta de amor pelas riquezas: Mateus 6:24 - "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
Unção do amor a Deus sem segundas intenções: Marcos 12. 30 - "Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda atua força.
Unção da vigilância e oração: Marcos 14:38 - "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
Unção da luz e das boas obras: Mateus 5:16 - "Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.
Unção da pregação do evangelho: Marcos 16:15 - "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura."
(A lista continua na Bíblia Sagrada...)
Me desculpem aqueles que compactuam com unções egoístas, exibicionistas e sem objetivo, mas as tais são lixo, refugo, algo em que o Espírito Santo não está envolvido. Pra que serve uma unção doriso? Pra que serve uma unção onde aparecem dentes de ouro na boca das pessoas? Pra nada! É lixo! Gostaria muito de ver na Tv, nos livros e outras publicações, pessoas testemunhando em suas vidas a presença de algumas das unções citadas pelo especialista na lista cima!
Que as verdadeiras e importantes unções estejam em nossas vidas e que o lixo seja jogado fora!!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Cristo, nosso Professor


C.H. Spurgeon
Não é nada, meus irmãos, para o fiel servo de Jesus Cristo que um certo dogma desça até ele com a antiguidade cinzenta das eras para torná-lo venerável. Como um homem sensível, o Cristão respeita a antiguidade mas, como um leal súdito de seu Rei, ele não se curva ante a antiguidade como se fosse deixá-la tornar-se soberana em Sião ao invés do Cristo vivo. Uma multidão de bons homens pode se reunir e eles podem, em seu juízo, apresentar um dogma, e declarar que este dogma seja essencial e indubitável, e eles podem até fazer ameaças àqueles que não receberem seu veredito; mas se o dogma não foi autorizado muito tempo antes de terem-no decidido - se não estava escrito no Livro, a decisão do letrado conselho conta como nada.
Todos os pais, doutores, religiosos, mártires, junte-os todos; não podem adicionar uma palavra à fé uma vez entregue aos santos. Sim, ouso dizer que a unânime aprovação de todos os santos nos Céus e na Terra não seria o bastante para criar uma doutrina sequer limitada à consciência a menos que Jesus a tenha determinado. Em vão os homens dizem: "Desta forma fazia a igreja primitiva" - a igreja primitiva não predomina sobre nós. Não há propósito em citar Orígenes ou Agostinho; cite os apóstolos inspirados e a doutrina está estabelecida, e não de outro modo. Na igreja de Deus, nunca foi suficiente dizer: "Assim pensa Martinho Lutero." Quem foi Martinho Lutero? Um servo de Jesus Cristo, e nada mais. Não é suficiente dizer: "Assim ensina João Calvino," pois quem é João Calvino? Ele derramou seu sangue por você? Ou ele é seu mestre? Sua opinião deve ser respeitada como a opinião de seu co-servo, mas não um respeito como um doutor ou um professor competente na igreja - pois somente Cristo é Rabi, e não devemos chamar nenhum homem de Mestre sobre a terra.
Extraído de um sermão intitulado "O Cabeça da Igreja", pregado em 1º de Novembro de 1868.
Tradução: Josemar Bessa

Fonte: Voltemos ao Evangelho
Via: Bereianos

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Depois do carnaval... (Reeditado)


Ely M. Medeiros

O músico Jair Rodrigues, cantava: “Depois do carnaval eu vou tomar juízo, há muito que eu preciso me regenerar...”

A frase é própria daqueles que costumam procrastinar decisões, embora tenham a consciência de que alguma coisa deve e tem que ser mudada, não obstante esteja em constante cobrança por alguém.

Aliás, postergar decisões é prática adotada por muitas pessoas, ou por preguiça ou por agrado em permanecer no “status quo”. Algum vício ou procedimento, reconhecidamente danoso que eventualmente traga fugaz prazer, torna-se firmemente arraigado que extirpá-lo é uma providência que vai sempre ficando para mais tarde.

Mas também há um mérito na frase: o reconhecimento de que uma providência deve ser tomada.

Quando nosso viver chega a um estado de insatisfação, em que prazer e alegrias são efêmeros, quando nossos erros constantemente nos acusam, quando a busca da paz torna-se infrutífera e as experiências com deuses e religiões transformam-se em amarguras, e necessário que experimentemos uma real regeneração.

Essa regeneração somente é possível encontrar em Cristo. Cristo tem o poder de transformar-nos em uma nova criatura, a qual perde sua identidade com o passado, tudo se fazendo novo, realmente regenerado.

“ Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. “ (II Corintios 5:17)

Embora regenerado, Cristo não nos livra das vicissitudes desta vida. Certamente teremos dificuldades, aborrecimentos e tribulações, porém nosso proceder e visão serão outros, pois poderemos contar com um amigo que nos guiará até o fim da jornada.

Nosso procedimento com nosso próximo e com as coisas seculares terão outro enfoque, próprio daquele que ama e segue os ensinamentos de Cristo.
Depois de genuinamente regenerados, não mais experimentaremos o jugo do pecado que tanto nos afligia e nos derrotava.

“Portanto , agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8:1,2)

Caro leitor, se você ainda não experimentou essa regeneração, faça-o agora. Peça com sinceridade que Cristo o faça, colocando-O em teu coração.

Não espere mais.

Não deixe para depois do carnaval.

Que Deus te abençoe.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Quando será o fim do mundo?

Pr. Renato Vargens

Volta e meia nós ouvimos alguém gritar: O fim do mundo chegou! Na verdade, basta um cataclisma acontecer ou uma tragédia vir sobre parte da humanidade que muitos começam a advogar de que o mundo está prestes a acabar.

Foi assim com os Testemunhas de Jeová que anunciaram o fim do mundo para 1914; ou como os ”Borboletas Azuis“ de Campina Grande, na Paraíba que previram um dilúvio que marcaria o fim do mundo para 13 de maio de 1980; ou ainda como ocorreu no Japão onde um grupo responsável por um atentado no metrô de Tóquio previa o fim do planeta para 15 de abril de 1995.

A preocupação com fim o do mim é coisa antiga. No reveillon de 999 muitos europeus aguardavam o apocalipse. A crença no fim do mundo no ano 1000 vinha de uma interpretação literal de um dos textos bíblicos, o Apocalipse de João. Ali se lê que ‘depois de se consumirem mil anos, Satanás seria solto da prisão“ para ”seduzir as nações do mundo”. Ora, bastou na época o surgimento de um eclipse, de um incêndio inexplicável, de pragas agrícolas, do nascimento de um bebê monstruoso, da passagem de um cometa no céu, do relato da aparição de uma baleia do tamanho de uma ilha na costa francesa, ad grande epidemia de 997, para que se interpretasse a proximidade do fim do mundo.

Há pouco a indústria cinemátográfica lançou no cenário mundial o filme 2012. A película baseia-se na crença Maia de que o mundo iria acabar em 2012. A teoria “maiana” revela que o fim da terra começa com o alinhamento planetário e uma inversão dos pólos da terra após um grande tsunami. Após isto o caos se instala e o planeta terra começa a se tornar inabitável.

Pois é, a Bíblia nos ensina a ficarmos de olho nos sinais que antecedem a volta de Cristo, no entanto, existe uma enorme diferença entre observar o que acontece em nosso planeta e determinar o fim de todas as coisas. Cristo nos chamou a pregar o Evangelho da Salvação Eterna e não nos tornarmos detetives miticulosos tentando descobrir o dia final do planeta.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Tem gente que se transformou em caçadores dos códigos esquecidos ou escondidos na Bíblia que apontam o data do fim do mundo. Infelizmente já teve até gente marcando a data da volta de Cristo! Ora, pessoas que agem desta forma correm o sério risco de tornar-se participantes ou dissiminadores de heresias destruidores provinientes de seitas infernais.

Somente o Senhor Todo-poderoso sabe quando será o dia final. Cabe a nós, vivermos o Evangelho, multiplicarmos nossos talentos, pregarmos as Boas Novas da Salvação aguardando com santa expectativa a volta do Senhor.



Fonte Vigiai

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Vamos proclamar a Palavra

Não vamos consumir todas as nossas energias discutindo sobre a Palavra de Deus. Em vez disso, vamos começar a usá-la. Ela comprovará sua origem divina por meio do poder divino. Vamos proclamá-la no mundo! Quem dera todos os missionários cristãos e evangelistas proclamassem o evangelho bíblico com fi delidade e sensibilidade e cada pregador cristão fosse um expositor fiel da Palavra de Deus! Então Deus demonstraria seu poder salvador.

Sem a Bíblia, a evangelização do mundo é impossível, pois sem ela não temos nenhum evangelho para levar às nações, nenhuma garantia para oferecer, nenhuma ideia de como fazer a tarefa e nenhuma esperança de sucesso. É a Bíblia que nos dá o mandato, a mensagem, o modelo e o poder de que precisamos para a evangelização do mundo.

Portanto, vamos nos apoderar dela outra vez, por intermédio do estudo e da meditação diligentes. Vamos dar atenção aos seus mandamentos, captar sua mensagem, seguir sua orientação e confi ar em seu poder. Vamos levantar nossa voz e tornar a Palavra conhecida.

John R. W. Stott
In: Perspectivas no movimento cristão mundial, Vida Nova

Fonte: Cinco Solas

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Somos Bíblicos, não homofóbicos

Pr. Hugo Machado

Um tema que tem gerado bastante polêmica e infindáveis debates em nosso país é a lei contra a Homofobia.

Vale lembrar que o tema central dessa lei é amparar de forma legal todos os que são homossexuais (gays e lésbicas, etc..) e denominar de homofóbicos todos aqueles que não concordam com essa prática de relacionamento inclusive punindo com prisão aqueles que se manifestarem de forma contrária. Na verdade essa lei está mais para “lei da mordaça”.
Quero ressaltar que ser cristão não é ser homofóbico. Ser cristão é aceitar os preceitos Bíblicos como absolutos.
Abaixo segue algumas das verdades bíblicas que nos asseguram que nossa posição não é homofóbica.

1. Por causa do padrão do ato criador de DeusDeus nos criou homem e mulher, macho e fêmea. Com anatomia e órgãos sexuais diferentes e complementares, de forma que sentíssemos originalmente atração um pelo outro (Gn 1.27).
2. Por causa do que aconteceu a Sodoma e GomorraO livro de Gênesis menciona três vezes a situação moral de Sodoma. Na primeira passagem lê-se que ali “vivia uma gente má, que cometia pecados horríveis contra o Senhor” (Gn 13.13, NTLH). Na segunda, lê-se que o Senhor disse a Abraão: “Há terríveis acusações contra Sodoma e Gomorra, e o pecado dos seus moradores é muito grave” (Gn 18.20, NTLH).
A terceira passagem confirma as anteriores e apresenta fatos: a população masculina de Sodoma cercou a casa de Ló e pediu-lhe para trazer para fora os dois homens que ele hospedava pois queriam ter relações homossexuais com eles (Gn 19.5). Mesmo havendo outra acusação grave contra ambas as cidades — arrogância e abuso dos pobres (Ez 16.49-50) — o pecado mais conhecido não é abrandado.

A Epístola de Judas recorda apenas o pecado do homossexualismo: as cinco cidades da planície comparecerão perante o juízo do grande dia porque “se entregaram à imoralidade e a relações sexuais antinaturais” (Jd 7).

3. Por causa da necessidade de haver uma lei explícita sobre o assuntoJá que a prática homossexual havia se tornado comum entre os povos no meio dos quais os israelitas viviam (Lv 18.1-5), tanto no Egito (de onde estavam saindo) como em Canaã (para onde estavam indo), a lei dizia: “Nenhum homem deverá ter relações com outro homem; Deus detesta isso” (Lv 18.22). Paulo faz menção a essa lei anti-homossexual na Primeira Epístola a Timóteo (1.10).

4. Por ser algo permitido por Deus como forma de castigoQuando a rejeição e depravação continuam, Deus retira o freio e entrega “os seres humanos aos desejos do coração deles para fazerem coisas sujas e para terem relações vergonhosas uns com os outros” (Rm 1.24, NTLH). Deus abre e escancara as portas que ele mantinha até então fechadas. Ele levanta a âncora do navio seguro no porto e deixa que as ondas do mar revolto o levem para bem longe.

Então, “até as mulheres trocam as relações naturais pelas que são contra a natureza”. Os homens por sua vez, “deixam as relações naturais com as mulheres e se queimam de paixão uns pelos outros” (Rm 1.26-27, NTLH).

5. Por causa do resultado finalHá uma declaração enfática de que nem os homossexuais passivos (os malakoi) nem os homossexuais ativos (os arsenokoitai) terão parte no reino de Deus, bem como outros pecadores empedernidos (“duros como uma pedra”), tais como os adúlteros, idólatras, avarentos, trapaceiros, ladrões etc. (1Co 6.9-11). Essa passagem é corroborada duas vezes em Apocalipse: “Os covardes, os incrédulos, os depravados, os assassinos, os que cometem imoralidade sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos — o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre” (Ap 21.8; 22.15).


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A mensagem de Deus é transmitida com simplicidade.


Ely M.Medeiros

Vendo um menino soltar uma pipa (dependendo da região poderá ser: quadrado, maranhão, pandorga, barrilete, papagaio, etc.), fiquei pensando na forma de como uma brincadeira tão simples o deixasse contente diante de tantas opções que a tecnologia oferece hoje.

São tantas as formas de brincar oferecidas pela tecnologia,que necessitaram de complicados cálculos de engenharia e de projetos, de designer , de horas de desenvolvimento para apresentarem um produto que cativassem a atenção das pessoas por longo tempo.

São computadores, vídeo games, e uma parafernália de brinquedos complicados, compostos de materiais de uma técnica bem desenvolvida, contrapostos com a simplicidade de um pouco de papel, varetas, linha e cola.

E aquele menino, alegremente brincava, com o brinquedo tão simples que ele mesmo tinha projetado e executado. E parecia muito satisfeito.

Existem coisas que podem ser feitas, também, de maneira simples, mas alguns arrumam uma forma de complicá-las.

Uma delas é a pregação do Evangelho, a transmissão da mensagem de Deus, que inventam uma forma de complicá-la, de revesti-la de pirotecnias,de atos muitas vezes estranhos para transmitir uma mensagem tão simples.

Será que a complicação é para trazer uma maior credibilidade? ou será que o profeta, ministro apóstolo ou sei lá o que, tem que demonstrar uma forma de poder espiritual que o diferencia dos demais, e é detentor de uma solução que atraia o fiel, acostumado a uma série de mandingas, a se identificar melhor a esse tipo de prática.
Por ai, tem se visto uma série enorme da formas para “ajudar” na aceitação da palavra: caminhar sobre o sal grosso, unções diversas, águas bentas, etc...

Naamã também não queria compreender que as coisas de Deus são simples. Não queria aceitar que uma simples ação indicada pelo Profeta Eliseu pudesse trazer a cura para sua lepra. Era somente banhar-se por sete vezes nas águas do rio Jordão e estaria curado.

Achava Naamã, que ficou até indignado com a simplicidade do que o profeta lhe ordenara, que Eliseu deveria ter se postado em pé diante dele, invocado a Deus, fizesse passes com a mão sobre a ferida e talvez algum outro malabarismo para que houvesse a cura. (Veja em II Reis 5)

As coisas de Deus são simples. Basta conscientizarmos que somos pecadores, nos arrependermos, aceitarmos o sacrifício de Cristo, que foi único e suficiente para o acesso ao Pai.

No proceder secular diz-se que “cria-se dificuldades para vender-se facilidades”, será que isso foi transferido para a esfera espiritual?

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