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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Páscoa do coelho ou do Cordeiro?
























Pr. Glauco Martins da Silva





Qual é o verdadeiro significado e símbolo da Páscoa?

O que ensinamos aos nossos filhos
em casa nesta época do ano? O que a Bíblia nos recomenda?

Em Êxodo 12.26,27 lemos: “Quando vossos filhos vos perguntarem: Que cerimônia é esta?
Respondereis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos
filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios, e livrou as nossas casas”.


A responsabilidade estava clara: cabia aos pais a instrução quando ao significado da Páscoa.
Eles deveriam lembrar aos filhos o modo sobrenatural como Deus operou numa noite a
libertação do cativeiro egípcio. Essas lições deveriam ser ensinadas todos os anos, a fim de
evitar-se o esquecimento.

Mas para nós o que significa a Páscoa? O que devemos lembrar? O termo Páscoa significa
passagem. Lembrando o anjo da morte que passou por cima das casas no Egito. Para nós, no
entanto, significa a passagem da morte para a vida, da vida antiga de pecado para uma vida no
poder do Espírito. Ou seja, uma vida liberta e transformada pelo poder de Deus.

Contudo, faz-se necessário que ao celebrarmos a Páscoa não permitamos que símbolos
intrusos e diabólicos roubem seu verdadeiro significado. Pois assim como no Natal permitimos
que o Papai Noel tome o lugar do Cristo nascido entre os homens, temos permitido na Páscoa
que coelhos ocupem o lugar do Cordeiro.

Fonte VIGIAI

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Os apóstolos modernos e o mito da oração forte


Renato Vargens

Volta e meia eu ouço algumas pessoas dizendo que precisam procurar o irmão X simplesmente pelo fato de que possui uma "oração forte". Há pouco, uma irmã me abordou ao final de um culto pedindo que clamasse a Deus intercedendo por seu marido, visto que na sua perspectiva a oração do pastor é mais forte do que a de outros irmãos.

Pois é, a afirmação de que existe orações fortes entoadas por homens especiais, não encontra subsídio e fundamento nas Sagradas Escrituras. Antes pelo contrário o ensino neo-testamentário, aponta categoricamente para o fato de que todos aqueles que foram salvos por Cristo e regenerados pelo Espírito Santo tornaram-se sacerdotes, e como tais, mediante o sangue do Cordeiro, possuem livre acesso ao Trono da Graça relacionando-se amorosamente com o Criador de todas as coisas de forma filial.

O problema é que existe uma corja de safados que logra para si um poder super especial o qual faz o crente acreditar que as orações do "profeta" são mais poderosas do que a de qualquer outro cristão. Esta bandidagem, que tomou para si o título de "apóstolo" tem nos últimos anos se locupletado discaramente da ignorância do rebanho, impondo sobre estes, doutrinas e ensinamentos absolutamente antagônicos aos das Sagradas Escrituras.

Lamentavelmente, boa parte das igrejas neopentecostais, defensoras da nefasta teologia da prosperidade, estão retomando a figura do “ungido de Deus”, ou seja, estão ressuscitando a figura vétero-testamentária do profeta e do sacerdote. Para estes, o "apóstolo" é o "escolhido" de Deus e quando imbuído de poder espiritual, ergue a voz em oração , o Senhor é obrigado a responder. Ora, Vamos combinar uma coisa? Esses caras são loucos! Aonde na Bíblia encontramos subsidio para esta satânica doutrina? No Novo Testamento, não encontramos a menor referência que justifique este ensimento. Jesus Cristo é o nosso único e suficiente mediador. Ele através de morte de cruz, nos fez sacerdotes. E por causa dEle podemos orar com ousadia na certeza de que se nossas orações estiverem de acordo com a sua Soberana vontade, seremos atendidoS.

A Ele toda honra, glória e louvor!

Fonte: Blog do Autor

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Família e Igreja: Uma combinação saudável

Pr. Renato Vargens
Nós que experimentamos a salvação por intermédio de Cristo desenvolvemos um eterno sentimento de gratidão a Deus. Isto porque, estávamos mortos, distantes da comunhão do Pai, destituídos de sua benignidade, bem como, atolados em nossos delitos e pecados. Entretanto, mediante a sua eterna misericórdia e infinito amor, Deus compadeceu-se da nossa miséria enviando-nos então o seu filho para morrer em nosso lugar. Como somos gratos! O que seria de nós sem o Senhor? Que sentido teria a vida sem Jesus Cristo? Ele nos redirecionou, nos deu esperança, libertou-nos das garras do diabo, deu-nos alento para a alma, força para viver. Que descoberta maravilhosa é o Evangelho! Que tesouro precioso são as Boas Novas da cruz de Cristo!

Viver para Deus e simplesmente maravilhoso. Sem sobra de dúvidas a vida ganhou um novo sentido quando descobrimos a raiz do verdadeiro amor e perdão. Milhões de pessoas em todo globo, após encontrar-se com Jesus mergulham de corpo e alma na pregação do evangelho e no desenvolvimento da vida comunitária, isto é maravilhoso! É fantástico a gente ver o povo de Deus vivendo e pregando o evangelho em todos os lugares possíveis e imagináveis. Entretanto, ao contrário do que pensamos nem sempre isto significa a melhor coisa a ser feita. Isto porque, em nome de uma espiritualidade capenga, no afã de servirmos a Deus na igreja, esquecemos nas prateleiras empoeiradas das nossas vidas pessoas importantes como cônjuges, filhos e família.

Caro leitor, é impossível viver a vida cristã sem o salutar hábito de servirmos a Deus na Igreja. Ao nascer de novo somos tomados por uma vontade substancial de sermos úteis ao nosso Senhor e ao seu Reino. Contudo é de fundamental importância que entendamos que o servir a Deus e a família não são coisas autoexcludentes.

A espiritualidade saudável faz com que compreendamos que no Reino de Deus existe tempo e espaço para tudo. Existe tempo, para pregar o Evangelho, para visitar os enfermos, para aconselharmos os carentes, bem como para brincar e rir com os nossos filhos, passear com a esposa, além obviamente de desenvolver no lar uma ambiência de aconchego e amizade. O que adianta ganhar o mundo para Cristo e perder os filhos para as drogas ou álcool ? Ou falar entusiasticamente do amor de Deus para os desfavorecidos sem contudo ser capaz de demonstrar com um gesto de carinho sequer amor pelo cônjuge? A vida Cristã não deve estar fundamentada nos cacoetes da espiritualidade, mais sim nos princípios irrefutáveis da Palavra de Deus.

Somos chamados para vivermos a vida de forma equilibrada. O Senhor nosso Deus deseja que estejamos extremamente engajados na expansão do Reino. Ele quer que sejamos crentes ativos, pregadores da justiça, servidores da comunidade e anunciadores das Boas Novas. Entretanto, não significa dizer que por fazermos isso, devemos deixar de lado a nossa família. Antes pelo contrário, o desejo do Pai é que sejamos pregadores da justiça em nossa casa, que sejamos servidores de nossos filhos e cônjuge. Se fizermos isso, aí sim, aqueles que nos amam entenderão que vale a pena servir o Deus do evangelho.

Soli Deo Gloria

Fonte Bog do Autor

Via VIGIAI



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

El Juicio de Dios


El Alfarero

Juan:12:48:El que me desecha, y no recibe mis palabras, tiene quien le juzgue: la palabra que he hablado, ella le juzgará en el día postrero.

Romanos:2:5:Mas por tu dureza, y por tu corazón no arrepentido, atesoras para ti mismo ira para el día de la ira y de la manifestación del justo juicio de Dios;

- Promete decir la verdad... y nada mas que la verdad?

- Sí lo prometo (mientras apoya una mano en la Biblia y levanta la otra)

Esta frase tan usadas en los juicios, cuando un testigo tiene que declarar, se realiza apoyando una mano en la Biblia, para certificar que está diciendo la verdad. Por que razón? Por que es de suponer que la persona que realiza tan solemne promesa, lo hace delante de la VERDAD: LA PALABRA DE DIOS.

También la Biblia es usada en algunas ocasiones en donde algún político que ocupa un puesto prominente, promete lealtad a su cargo.

Es así que el mundo certifica sus declaraciones delante de la Biblia, lo cual hace suponer que dicho libro es de su especial ocupación y lectura.

Pero es así en la realidad? Veamos...

Antes los episodios de guerra, violencia, hambre y enfermedad... como reaccionan las personas?

Muchos se preguntan como será el fin del mundo?

Y ante los trágicos acontecimientos mundiales que explicación buscan?

Guerras, atentados, hambre, terremotos en varios lugares, enfermedades nuevas, destrucción de la familia, perdida de los valores morales, que significa todo esto?

Uno puede encontrar por televisión, radio o internet, las más diversas explicaciones... menos la explicación Bíblica.

Sectas, agoreros y falsos profetas, aprovechan la ocasión para sembrar su cuota de confusión e incertidumbre con especulaciones y argumentos mentirosos.

Mientras tanto la Biblia permanece cerrada para muchos... olvidada a sabiendas... pero trágicamente en sus paginas se describe el destino de esta humanidad que no sabe a donde de va.

La Biblia dice que este mundo ha de ser juzgado:

El juez es Cristo, y la ley: sus palabras. (La Biblia)

Nos dice que habrá un día final, no por una destrucción nuclear global como muchos suponen, sino que Dios enjuiciará a la humanidad. Dios dice en su Palabra que este mundo tiene que pasar por muchos dolores y sera juzgado por rechazar el mensaje de sus palabras.

Y cual es el mensaje principal de Biblia?

CREE EN EL SEÑOR JESUCRISTO Y SERAS SALVO... (Hechos 16:31)

Aquel Hijo de Dios vino a este mundo y se entregó a sí mismo en la cruz para que creamos en EL como nuestro Salvador. Cuando vino, el mundo lo rechazó, lo coronó de espinas, se burló de Él y lo clavó en una cruz.

Luego él resucitó y ascendió a los cielos prometiendo que un día regresaría.

Ese día en que volverá, ya no mas como un salvador amoroso, sino como el juez de este mundo.

En esa hora las rodillas de todos temblaran, cuando ni los montes podrán esconderlos de la presencia de aquel que baja imponente de los cielos.

Aquel que rechazaron e hicieron burlas de sus palabras... esas mismas palabras lo juzgarán, y no tendrán excusa, y serán condenados eternamente.

Pero si quieres evitarlo tienes la oportunidad: Cree en el Señor Jesucristo.

Hoy puedes creer en él:

2Cor 6:2 En tiempo aceptable te he oído, Y en día de salud te he socorrido: he aquí ahora el tiempo aceptable; he aquí ahora el día de salud.

Así es estimado amigo hoy puedes ser salvo, dísele en oración a Dios, dile a Cristo: Señor creo en ti! Señor perdona mis pecados ¡ Señor sálvame!

Y el te salvará... puesto que así también lo ha hecho conmigo. Y tengo la seguridad de su promesa que volverá a buscar a cuantos creyeron en ÉL para arrebatarlos de este mundo, cuyos juicios ya se van vislumbrando poco a poco.

El justo juicio de Dios se acerca...

Líbrate...acepta hoy a Jesús tu salvador...!


Fonte: En defensa de la sana doctrina

domingo, 10 de outubro de 2010

A Busca da Santidade

John Stott

Muitos dos segredos da santidade nos são revelados nas páginas da Bíblia. De fato, um dos objetivos principais da Escritura é mostrar ao povo de Deus como levar uma vida que lhe seja digna e que lhe agrade. Porém um dos aspectos mais negligenciados na busca da santidade é a parte que compete à mente, conquanto o próprio Jesus tenha posto o assunto fora de qualquer dúvida quando prometeu: “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. É mediante a sua verdade que Cristo nos liberta da escravidão do pecado. De que forma? Onde se encontra o poder libertador da verdade?
Para começarmos, precisamos ter um quadro bem claro do tipo de pessoa que Deus pretende que sejamos. Temos de conhecer a lei moral de Deus e os mandamentos. Como o expressou John Owen: “o bem que a mente não é capaz de descobrir, a vontade não pode escolher, nem as afeições podem se apegar”.. Portanto, “na Escritura o engano da mente comumente se apresenta como o princípio de todo pecado”.
O melhor exemplo disso pode-se encontrar na vida terrena do nosso Salvador. Por três vezes o diabo aproximou-se dele e o tentou no deserto da Judéia. Nas três vezes Ele reconheceu se má a sugestão que lhe fizera Satanás e contrária à vontade de Deus. Três vezes Ele se opôs à tentação com a palavra gegraptai: “está escrito”. Jesus não deu margem a qualquer discussão ou argumentação. A questão já estava decidida, logo de partida, em sua mente. Pois a Escritura estabelecera o que é certo. Este claro conhecimento bíblico da vontade de Deus é o segredo básico de uma vida reta.
Não basta sabermos o que deveríamos ser, entretanto. Temos de ir mais além, resolvendo, em nossas mentes, a alcançá-la. A batalha é quase sempre ganha na mente. É pela renovação de nossa mente que nosso caráter e comportamento se transformam. Assim é que, seguidamente, a Escritura nos exorta a uma disciplina mental nesse sentido. “Tudo o que é verdadeiro”, diz ela, “tudo o que respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”.
De novo: Se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.
De novo ainda: “Os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz”.
O autocontrole é, antes de tudo, o controle da mente. O que semeamos em nossas mentes, colhemos em nossas ações. “Ler É Viver” foi o lema de uma recente campanha publicitária. É um testemunho do fato de que a vida não consiste apenas em trabalhar, comer, dormir. A mente tem de ser também alimentada. E o tipo de comida que nossas mentes receberem determinará que tipo de pessoa seremos. Mentes sadias têm um apetite sadio. Temos de satisfazê-las com alimento saudável, e não com drogas e venenos intelectuais perigosos.
Há, entretanto, uma outra espécie de disciplina mental a que somos convocados no Novo Testamento. Temos que considerar não somente o que deveríamos ser, mas também o que, pela graça de Deus, já somos. Devemos constantemente nos lembrar do que Deus já fez por nós, e dizer a nós mesmos: “Deus uniu-me com Cristo em sua morte e ressurreição, e assim acabou com a minha velha vida e me deu uma vida completamente nova em Cristo. Adotou-me em sua família e me fez seu filho. Pôs em mim seu Espírito Santo, fazendo de meu corpo seu templo. Também tornou-se seu herdeiro e prometeu-me um destino eterno, consigo, no céu. Isto é o que Ele fez para mim e em mim. Isto é o que sou em Cristo”.
Paulo não se cansa de nos incitar a que deixemos nossas mentes pensar nessas coisas. “Quero que saibais”, ele escreve. “Porque não quero, irmãos, que ignoreis...”E cerca de dez vezes em suas cartas aos Romanos e Coríntios ele profere esta pergunta incrédula: “Não sabeis...” “Não sabeis que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus , fomos batizados na sua morte?” Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos...? “Não sabeis que sois santuários de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” “Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo?
A intenção do apóstolo nesta enxurrada de perguntas não é apenas fazer-nos sentir envergonhados por nossa ignorância. É antes fazer com que nos dizem respeito, as quais de fato nos são bem conhecidas; e que falemos entre nós sobre elas até o ponto em que se apoderem de nossas mentes e moldem o nosso caráter. Não se trata do otimismo de autoconfiança de Norman Vicent Peale, cujo método procura conseguir que façamos de conta que somos algo que não somos. O método de Paulo é nos lembrar do que realmente somos, porque assim nos fez Deus em Cristo.
Fonte: Crer é também pensar, John Stott.

O Perigo da Nostalgia

John Piper

Uma das grandes tentações para deixarmos de cumprir a missão que Jesus nos confiou é olhar para trás quando estamos cansados da luta e ficar lembrando como a vida era fácil antes de começarmos a segui-lo. Esforçar-se para entrar pela porta estreita significa perseverar na luta. O zelo de muitos pretensos seguidores de Jesus esfria, e eles se desviam do caminho. Jesus disse: "Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo" (Mateus 24.12,13). Um dos fatores que estreitam a porta do Reino de Deus é que o esforço para entrar deve durar até o fim.

Jesus, portanto, alerta-nos contra a nostalgia dos tempos em que ainda não havíamos decidido segui-lo. Ele diz que a tensão dos últimos dias desta era forçará o povo a olhar para trás. Com simplicidade surpreendente, ele adverte: "Lembrem-se da mulher de Ló!" (Lucas 17.32), referindo-se a uma mulher do Antigo Testamento que teve de abandonar sua cidade, chamada Sodoma, porque Deus estava prestes a destruí-la por causa dos pecados cometidos por seus habitantes. Tragicamente, como ocorre com tantos pretensos seguidores de Jesus que começam a deixar o antigo caminho do pecado, ela olhou para trás. "A mulher de Ló olhou para trás e se transformou numa coluna de sal" (Gênesis 19.26).

Deus enxergou um coração idólatra quando ela olhou de relance na direção de Sodoma. A cidade era seu verdadeiro amor, não Deus. Esforçar-se para entrar pela porta estreita significa prestar atenção ao alerta de Jesus: "Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus" (Lucas 9.62).

Fonte: O Cristão Hedonista

Via: Vigiai

terça-feira, 28 de setembro de 2010

El homosexualismo según la Biblia



Alfarero

Te recomiendo leer este estudio donde se habla acerca de la pureza que Dios requiere en nuestras relaciones personales:

Levitico-18-la-santidad-y-las-relaciones.
Un amigo me pregunta si “esto implica que los homosexuales hacen actos abominables y deberíamos matarlos”.Espero que la respuesta a este asunto y las referencias bíblicas que lo respaldan les edifique:
Cito al estudio: “Todo el mundo quiere decir que la homosexualidad es algo “normal”, pero la Biblia dice que es una abominación (Dios la aborrece; es perversión y viene de una mente reprobada).

”Por lo cual también Dios los entregó a la inmundicia, en las concupiscencias de sus corazones, de modo que deshonraron entre sí sus propios cuerpos, ya que cambiaron la verdad de Dios por la mentira, honrando y dando culto a las criaturas antes que al Creador, el cual es bendito por los siglos. Amén. Por esto Dios los entregó a pasiones vergonzosas; pues aun sus mujeres cambiaron el uso natural por el que es contra naturaleza, y de igual modo también los hombres, dejando el uso natural de la mujer, se encendieron en su lascivia unos con otros, cometiendo hechos vergonzosos hombres con hombres, y recibiendo en sí mismos la retribución debida a su extravío. (Romanos 1.24-27).

La consecuencia de abandonar a Dios es la degradación de la moral. Y en este pasaje bíblico, Dios afirma que el homosexualismo es pecado. Dios no nos manda a nosotros en este tiempo a matar a los homosexuales. La ley civil de los judíos sí lo mandaba, pero nosotros no vivimos bajo esa ley, ya que no somos judíos. Sin embargo, debemos recordar que Dios juzgará toda maldad, desde la mentira, el robo, la codicia, el asesinato, y las perversiones sexuales. El homosexualismo es igualmente una maldad del hombre. Este juicio ocurrirá luego de que el hombre muera (una sola vez) y esto definirá si su destino eterno será el Infierno (el lago que arde con fuego y azufre) sufriendo la ira de Dios por siempre.

1 Corintios 6:9 “¿No sabéis que los injustos no heredarán el reino de Dios? No erréis; ni los fornicarios, ni los idólatras, ni los adúlteros, ni los afeminados, ni los que se echan con varones,

”Apocalipsis 21:8 “8 Pero los cobardes e incrédulos, los abominables y homicidas, los fornicarios y hechiceros, los idólatras y todos los mentirosos tendrán su parte en el lago que arde con fuego y azufre, que es la muerte segunda.

”Dios es recto y no tolerará ninguna maldad. El aborrece a los hacedores de maldad (Salmos 5.5). Sin embargo ha hecho una manera de poder salvar a nosotros los pecadores de su justo juicio, manteniendo Su Justicia como Juez, y su fin es que El sea glorificado. Dios se hizo carne (1 Timoteo 3:16) hace 2000 años. Jesucristo habitó entre nosotros. Nunca cometió pecado, y en la cruz, El se ofreció por todos nosotros como el Sacrificio Sustituto e Inocente por nuestras maldades. Es decir, yo rompí la ley, pero El sufrió mi castigo. El amó a todo el mundo al venir a morir en la cruz, y quiere que todos los hombres estén en paz con El.

Pero para esto, El manda a todos los hombres en todo lugar (sin distinción de personas) a que se arrepientan de sus pecados y pongan su fe (confianza) en Jesús como su Señor (Hechos 17:30-31). Si un hombre hace esto, Jesucristo le otorgará la justicia que necesita y así, ese hombre no será declarado culpable en el juicio mencionado.

Por otro lado, si un hombre no se quiere apartar de su maldad, Dios hará con él justicia bajo Su ley. Un Juez Justo no perdona a los culpables, y Dios no hará misericordia en Su Juicio.

Entonces, vemos que el homosexualismo no es el único hecho que Dios aborrece, sino que en su ley moral (que El escribió en nuestros corazones, nuestra conciencia, Romanos 2:15), El juzgará toda maldad (Hebreos 9:27). Y ha establecido una sentencia en contra de cualquiera que pecare:

Ezequiel 18:4 “He aquí que todas las almas son mías; como el alma del padre, así el alma del hijo es mía; el alma que pecare, esa morirá.

”Dios mismo es quien da la sentencia de muerte, no sólo contra los homosexuales, sino contra todo que alguna vez haya cometido un solo pecado.

La misericordia de Dios está disponible para todo hombre, sin importar su maldad; esas son buenas noticias. Sin embargo, mientras que no se aparten de su maldad, Dios está lleno de ira contra ellos (Salmos 7:11).

Espero que esto deje claro el hecho de que no estamos hablando en contra de ninguna organización, ni contra derechos humanos, sino predicando el evangelio que Dios nos manda obedecer y exponiendo aquellas cosas que Dios ha comunicado claramente que son pecado. El homosexualismo es pecado, y Dios es quien define la moral pues es nuestro Creador.

Fonte: En defensa de la sana doctrina

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Igreja não faz aliança política


Pr. Ed René Kivitz


Há cinco razões para este posicionamento

Igreja não apoia candidato. Igreja não se envolve com política partidária. Há pelo menos cinco razões para este posicionamento.

Primeira: o Estado é laico. Igreja e Estado são instituições distintas e autônomas entre si. É inadmissível que, em nome da religião, os cidadãos livres sofram pressões ideológicas. Assim como é deplorável que os religiosos livres sofram pressões ideológicas perpetradas pelo Estado. É incoerente que um Estado de Direito tenha feriados santos, expressões religiosas gravadas em suas cédulas de dinheiro, espaços e recursos públicos loteados entre segmentos religiosos institucionais. É uma vergonha que líderes espirituais emprestem sua credibilidade em questão de fé para servir aos interesses efêmeros e dúbios (em termos de postulados ideológicos e valores morais) da política eleitoral ou eleitoreira.

Segunda: o voto é uma prerrogativa do cidadão. Assim como os clubes de futebol, as organizações não governamentais, as entidades de classe, as associações culturais e as instituições filantrópicas não votam, também a igreja não vota. Quem vota é o cidadão. O cidadão pode ser influenciado, melhor seria, educado, por todos os segmentos organizados da sociedade civil, inclusive a igreja. Mas quem vota é o cidadão.

Terceira: a igreja é um espaço democrático. A igreja é lugar para todos os cidadãos, independentemente de raça, sexo, classe social e, no caso, opção política. A igreja é lugar do vereador de um lado, do deputado de outro lado, e do senador que não sabe de que lado está. A igreja que abraça uma candidatura específica ou faz uma aliança partidária, direta e indiretamente rejeita e marginaliza aqueles dentre seu rebanho que fizeram opções diferentes.

Quarta: a igreja não tem autoridade histórica para se envolver em política. Na verdade, não se trata apenas de uma questão a respeito da igreja cristã, mas de toda e qualquer expressão religiosa institucional. A mistura entre política e religião é responsável pelos maiores males da história da humanidade. Os católicos na Península Ibérica e em toda a Europa Ocidental. Os protestantes na Índia. Os católicos e os protestantes na Irlanda. Os judeus no Oriente Médio. Os islâmicos na Europa e na América. Todos estes cometeram o pior dos crimes: matar em nome de Deus. Saramago disse com propriedade que “as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana”.

Quinta: o papel social da igreja é profético. Quando o governo acerta a igreja aplaude. Quando o governo erra a igreja denuncia. Quando a autoridade civil cumpre seu papel institucional a igreja acata. Quando a autoridade civil trai seu papel institucional a igreja se rebela. A igreja não está do lado do governo, nem da oposição. A igreja está do lado da justiça.

Todo cristão é também cidadão. Todo cristão deve exercer sua cidadania à luz dos valores do reino de Deus e do melhor e máximo possível da ética cristã, somando forças em todos os processos solidários, e engajado em todos os movimentos de justiça.

Comparecer às urnas é um ato intransferível de cidadania, um direito inalienável que custou caro às gerações do passado recente do Brasil, e uma oportunidade de cooperar, ainda que de maneira mínima, na construção de uma sociedade livre, justa e pacífica.


Fonte Creio
Via Vigiai

O Cristão e a Política


A. Edwin Wilson
A questão tem sido freqüentemente levantada, mas raramente respondida: Qual é, exatamente, o lugar que um crente deve ocupar na política ou na administração civil do país no qual ele vive?
O que é um político? No melhor sentido da palavra, um político é alguém que tem um considerável e constante interesse na comunidade na qual ele vive, nos negócios e nas pessoas que compõem essa comunidade. Ele louva os governantes quando fazem o que é correto e os condena quando não o fazem. Ele levanta a voz contra toda a injustiça, fraude, engano, corrupção e qualquer restrição à liberdade. Ele resiste ao mal até onde lhe permite a lei. Ele usa toda oportunidade para influenciar o governo e, se tem chance, trabalha pelo bem da humanidade. Ele almeja administrar os negócios de Estado de uma maneira justa e benevolente.

Como pode alguém definir o papel que um cristão deve desempenhar na política? Nosso apelo pode unicamente ser feito à Bíblia. Para o cristão, a Bíblia é a única fonte de autoridade e doutrina. Comecemos, antes de tudo, por tomar o exemplo deixado pelo nosso Senhor. Nós julgamos que o que Ele fez, foi e é, correto, e que aquilo que Ele não fez, ou é errado ou sem importância.

Em I Pe. 2:21, lemos que Cristo nos deixou exemplo para que sigamos as Suas pisadas. Em Jo. 8:29, Jesus diz:
"Faço sempre o que é do Seu agrado" (do Pai). Em Mt. 17:5, Deus, o Pai, diz: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a Ele ouvi". Destes versículos apreendemos:
1) Que Jesus fez somente o que agradava ao Pai;
2) Que o Pai se agradou de tudo o que Ele fez;
3) Que Jesus é o nosso exemplo.

Foi Jesus um político? Tomou Ele parte alguma no governo do Império Romano ou da nação de Israel? Proferiu Ele qualquer julgamento a qualquer pessoa ou medida? Posicionou-se Jesus ao lado de qualquer grupo político, oprimido ou não? Exerceu Ele qualquer espécie de função civil? A resposta a todas essas perguntas é um enfático,
"NÃO! ! !"

A Sua conduta foi exatamente o inverso da conduta normal de um político. A liberdade dos judeus se fora e Ele não fez coisa alguma para remediar a situação. Sua própria pátria e povo eram oprimidos pelo imperador Romano e Ele não fez nada. Escravidão, guerra, pobreza, bebidas, prostituição, floresciam e Ele não fez nada para tentar corrigir a situação como tal. Ele recusou-se a agir como político, como nos é relatado em Lc. 12:13,14, quando negou-se a intervir em um problema financeiro entre dois irmãos. Em Jo. 3:17, Ele especificamente afirma que não veio ao mundo para julgar o mundo. (Quanto da assim chamada "pregação do evangelho" não é mais que a condenação do mundo e das coisas do mundo!)

Em Mt. 14:10-13, quando contaram a Jesus que Herodes decapitara João Batista, não houve qualquer demonstração, nenhum quebra-quebra ou pilhagem de estabelecimentos comerciais, nenhum bloqueio de bigas e carros de boi, à guisa de protesto, nenhum tipo de condenação a Herodes ou ao seu governo. Jesus e Seus discípulos apenas retiraram-se silenciosamente e foram para um lugar deserto, para se afastarem de tudo aquilo por algum tempo.

Em Lc. 13:1-5, nosso Senhor não tem qualquer palavra de condenação para o ultraje-nacional cometido por Pilatos, ao matar alguns galileus no templo, em meio aos sacrifícios que eram oferecidos. Essa profanação pagã do templo e repulsiva indignação perpetrada pelo pagão Pilatos, não extraiu uma única palavra do Senhor.

Jesus não contendeu por direitos civis para si mesmo ou para Seus seguidores, mas ensinou aos Seus discípulos a serem obedientes às autoridades constituídas. Em Mt. 22:15-22, nosso Senhor lhes ordenou pagarem os tributos a César. César era um assassino, depravado, imoral, adúltero; era cruel e sem coração. Jesus disse que lhe pagassem os tributos, ainda que parte deles se destinassem ao sustento dos cultos idólatras do Império Romano. Jesus não se intrometeu em nenhum dos governos das terras onde esteve. Nem tampouco devemos nós fazê-lo. Em Jo. 20:21, nosso Senhor diz: "Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós".

Observemos o exemplo do Apóstolo Paulo. Em At. 16:16-34, quando Paulo e Silas foram injustamente presos, acusados, condenados e agredidos, seus seguidores não fizeram qualquer manifestação de protesto, nem no palácio do governador, nem nas ruas. Paulo e Silas não proferiram protesto algum mas oraram a Deus e Ele moveu-se de maneira miraculosa para salvá-los.

Contudo, houve uma vez na sua vida em que Paulo se envolveu em política. No seu julgamento diante de Festo, como relatado em At. 25:11, Paulo exerceu seu direito como cidadão Romano e apelou a César, isto é, reclamou proteção civil baseada em direitos civis. Aquele apelo, aquele momento único de fraqueza, ao voltar-se para o poder político e para as autoridades, em vez de tornar-se para o Senhor, custou-lhe passar o resto da sua Vida aprisionado, exceto talvez por uma possível trégua entre o que ele chamou de sua primeira e segunda prisão.

Em At. 26:32, Agripa disse a Festo: "Este homem bem podia ser solto, se não tivesse apelado para César", o que vale dizer: este homem poderia ter sido liberto, se não tivesse usado seus direitos civis em vez do poder espiritual.

Em At. 12, onde lemos sobre a morte de Tiago e a prisão de Pedro, a Conferência de Liderança Cristã não apelou a Jerusalém ou a Roma, nem iniciaram um protesto pela não-violência, nem começaram a agir como vândalos, destruindo propriedades, queimando e saqueando. Eles fizeram o que todo cristão deveria fazer - retiraram-se para uma casa particular e oraram. E o Senhor ouviu as suas orações.

Agora consideremos alguns dos ensinamentos bíblicos concernentes ao relacionamento do cristão com o mundo. Em Hb. 11:13-16, lemos que os cristãos do primeiro século "confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra", e que estavam à procura de uma pátria melhor. Em I Pe. 2:11-18, os cristãos são encorajados a sujeitarem-se a toda autoridade humana por amor do Senhor, independente de ser essa a mais alta corte da terra ou a menor delas. Em Romanos 13, os cristãos são estimulados a submeterem-se às autoridades superiores, porque não há autoridade que não venha de Deus. Homens em posições de autorida­de de Estado são chamados ali de ministros de Deus.

As Escrituras a que já fizemos referência chamam a nossa atenção para o fato de que o governo civil foi estabelecido por Deus e que o cristão deve submeter-se às autoridades, porém nunca administrar.

Quando o nosso Senhor disse em Mt. 7:1-6: "Não julgueis", Ele quis dizer exatamente isso. O cristão não pode ser um juiz. Também aprendemos em Daniel 4:17, que o Senhor "tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer e até o mais humilde dos homens constitui sobre eles". (Quão oposto ao pensa­mento de muitos cristãos, de que os crentes precisam assumir a direção do país, que está sob o controle de Satanás!)

Em II Co. 5:20, o Espírito Santo chama à nossa atenção que os cristãos, cujo lar está nos céus, são embaixadores no mundo, rogando ao mundo que se reconcilie com Deus. Em questões civis, embaixadores que se intrometem nos negócios do Estado para onde foram enviados são, usualmente, destituídos do cargo, a pedido do país no qual estão servindo.

A filosofia de muitos cristãos é de que os crentes na política tornariam o mundo um lugar melhor para se viver. Em I Sm 2:8, na oração profética de Ana, o mundo é comparado a um monte de lixo, do qual os cristãos, como mendigos, foram resgatados. Seguindo essa ilustração, todo esforço para tornar o mundo, amaldiçoado pelo pecado, condenado e prestes a ser destruído, em um lugar melhor para se viver, não é mais do que decorar e perfumar um monte de lixo.

Outra vez, os cristãos passando por esse mundo, são comparados aos filhos de Israel atravessando o deserto, a caminho da Terra Prometida. Todos os esforços para melhorar este mundo, através de meios políticos, são como plantar flores, cultivar jardins e cuidar da paisagem do deserto, através do qual passam os filhos de Israel.

Em At. 15:14, lemos que Deus está separando, dentre os gentios, um povo para o seu Nome. Em I Tm. 4:1, aprendemos que a era na qual vivemos é governada e controlada pelo Diabo e seus espíritos sedutores e que as coisas irão de mal a pior. Em II Tm. 3:1-9, aprendemos que o mundo se degenera continuamente até que, moralmente falando, torna-se insuportável. Em I Tess. 5:3, lemos a respeito da repentina destruição que está para vir sobre o mundo e sobre aqueles que forem deixados nele.

Os cristãos estão proibidos de amar o mundo, sendo ensinados que a amizade com o mundo é inimizade para com Deus. O mundo é mau, ímpio, condenado e moribundo, e um dia será aniquilado. Então o Senhor criará um novo céu e uma nova terra, onde habitará a justiça.

Em Mt. 5:39-42, o cristão é exortado a não resistir ao homem mau; se agredido na face direita, deve oferecer também a outra. Se alguém lhe tirar a túnica, deve também entregar-lhe a capa. Se forçado a caminhar mil passos, deve caminhar dois mil, por amor do Senhor.

Em I Co. 4:5, é nos dito para não julgar nada antes do tempo, até que venha o Senhor (o tempo será quando o Senhor retornar em glória e poder). Em I Co. 6:2, somos ensinados que os santos hão de julgar o mundo, mas não antes que o Senhor volte e estabeleça Seu próprio reino. Em I Jo. 3:1, aprendemos que o mundo não nos conhece, o que significa que não reconhecerá quando um homem é cristão, pelo fato de que não reconhecerá a Deus, como criador, sustentador e Senhor do universo.

A Escritura mostra em detalhes como agir em várias esferas nas quais um cristão tem que se mover. A Escritura mostra e explica a um homem como agir como marido, como deve agir como um pai, na relação com seus filhos, como deve ser sua conduta se ele é um empregado e como deve tratar um empregado, caso seja ele o patrão.

A Escritura continua ainda explicando como os missionários, pregadores e mestres devem conduzir-se. Porém não há uma única palavra sobre como um cristão deve agir como político.

Dwight L. Moody expressou-se com estas palavras: "O mundo é um navio naufragando e eu não fui chamado para salvar o navio, mas para salvar alguns do navio, antes que ele afunde". Em Judas, versículo 23, o dever do cristão é definido como o de arrebatar do fogo os pecadores perdidos, como uma brasa da fogueira, e não o de tentar apagar o fogo.

Em II Co. 6:17, os cristãos são comandados a sair do mundo e separar-se dele. (Como essa escritura tem sido torcida e pervertida para justificar cristãos separando-se de cristãos!)

Houve um tempo em que os cristãos usavam cantar um cântico:

Eu sou um forasteiro aqui,
Em uma terra estranha;
Meu lar é muito longe,
Em uma praia dourada;
Eu sou um embaixador
De reinos além do mar,
Estou aqui a serviço do Rei
.


Sendo este um ano de eleições, muitos cristãos estão preocupados com a política. Muitos têm me perguntado quem é o meu candidato; outros estão preocupados em saber qual é o papel que o crente deve assumir no campo do governo. Eu penso que a Bíblia é muito clara nos seus ensi­namentos a esse respeito, porém esses, como tanto da verdade da Bíblia, são desagradáveis para muitos de nós.

A visão que alguém tenha, no que diz respeito ao Reino vindouro do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, determinará sua atitude para com o governo do mundo e para com a sua política. Se alguém acredita, contrariamente às Escrituras, que a Igreja trará o reino e que o reino não poderá vir até que a Igreja tenha produzido o Milênio, então esse crê na necessidade da Igreja e dos cristãos desempenharem grande papel na política. Se, porém, como afirma a Bíblia, as coisas irão de mal a pior e a iniqüidade será abundante, e não haverá paz até que Jesus volte, então os cristãos têm pouco ou nada a ver com a política. "Porque a nossa pátria está nos céus..." (Fl 3:20). A nossa cidadania está nos céus. "De sorte que somos embaixadores por Cristo..." (II Co. 5:20).

A verdade nessa questão, é que os cristãos são um povo celestial, com um chamamento celestial, e com um lar celestial Nossa função neste mundo é aquela de um embaixador, proclamando a um mundo de mente réproba, que Deus já se reconciliou conosco em Cristo e rogando aos indivíduos que se reconciliem com Deus. Como embaixadores, estamos aqui a serviço do Rei. Como embaixadores do céu, a nossa cidadania não é DESTE mundo, embora seja NESTE mundo. (Jo. 17:16).

Aqueles cuja cidadania é tanto DESTE mundo, quanto NESTE mundo, NÃO SENDO cidadãos do céu, são chamados, por todo o livro de Apocalipse, de "habitantes da terra" ou "moradores da terra", e o governo deste mundo está nas suas mãos até o tempo em que o Senhor retornar, em poder e glória, para reassumir as rédeas do governo do mundo. Ainda que o governo do mundo esteja nas mãos de homens não regenerados, devemos reconhecer o fato de que Deus governa neste reino dos homens e coloca no poder, à frente dos governos, quem Ele quer. Veja Daniel 4:17,25. Satanás é o deus desta era e é o príncipe das potestades do ar. E, embora Deus controle os assuntos dos homens, ainda assim Ele permite que tais homens governem sob a direção de Satanás. Este não é o tempo para que os cristãos governem. Este não é o tempo para a Igreja dominar. Este é o tempo em que a Igreja, a noiva de Cristo, suporta rejeição por parte do mundo, juntamente com Cristo. Homens vis e irregenerados, administrando os negócios de Estado, são, apesar disso, referidos como ministros de Deus. Estude cuidadosamente Rm. 13:1-7.

Quando Jesus voltar e estabelecer Seu reino aqui sobre a terra, os cristãos fiéis terão o privilégio e a responsabilidade de governar e reinar com Cristo. Lc. 19:17, "...sobre dez cidades terás autoridade". Verso 19: "... sê tu também sobre cinco cidades". Ap. 3:21: "Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci e me assentei com meu Pai no Seu trono".

Deixe-me repetir - este não é o tempo para a Igreja e os cristãos governarem em posições de Estado. Antes, a nossa relação com o mundo deve ser aquela de um cidadão de todo o mundo. Devemos viver e pensar de maneira a cumprir o comissionamento de Mc. 16:15: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura". Nós não devemos criar antagonismos com todas as nações do mundo, pela proclamação de que pertencemos a uma nação e, dessa maneira, embaraçar o nosso testemunho por Cristo em outras nações. Devemos, antes, ser não-partidários, nas nações onde vivemos, do que fazermos membros de um partido, assim antagonizando todos os outros e impedindo nosso testemunho para todos aqueles que não pertencem ao partido ao qual estamos filiados.

Um estudo minucioso da vida de Cristo e dos Seus discípulos, e da relação deles com a política local e mundial, será de muito proveito. Cristo ordenou obediência às leis da terra. Cristo e seus discípulos pagaram seus impostos. Cristo e seus discípulos se devotaram à tarefa dada por Deus, que era a proclamação da paz pelo sangue derramado do Senhor Jesus Cristo. Nós devemos orar "pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada", de maneira que todos os homens venham a conhecer o Senhor (I Tm. 2:1-4). A Igreja e os cristãos podem exercer muito maior poder e influência na política do mundo pela oração do que por todos os outros métodos combinados. "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens" (Rm. 12:18).

Autor: A. Edwin Wilson
Extraído do livro: The Writings of A. Edwin Wilson

Fonte: Preciosa Semente

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Esfuérzate y sé valiente

Enrique Monterroza

“Mira que te mando que te esfuerces y seas valiente; no temas ni desmayes, porque Jehová tu Dios estará contigo en dondequiera que vayas”. Josué 1: 9 En el caminar de la vida cristiana todos pasamos en momento determinado por situaciones que quieren alejarnos de nuestro objetivo de vida eterna. Dichas situaciones son obstáculos muchas veces difíciles de saltar, pero no imposibles. No podemos negar que hay momentos en donde quisiéramos colgar los guantes, en donde por mas que intentamos no podemos salir de una de esas crisis de la vida. Es en esos momentos en donde no me vas a dejar mentir que a la mayoría se nos viene a la mente el texto anterior, “Mira que te mando que te esfuerces y seas valiente”. “Mira que te mando”, es una imposición, no es un opción, “Que te esfuerces”, esforzarse es “sacar fuerzas de donde no las hay”, es obvio que si estas en un momento de bajón espiritual no tienes fuerza, es ahí donde entra la Palabra de Dios diciéndote y diciéndome: “Sacar fuerzas de donde no las hay”, un verdadero guerrero no se da por vencido, un verdadero guerrero aun cuando esta gravemente herido, no se da por vencido, porque se trata de su vida y su misma necesidad de seguir viviendo lo hará accionar y no quedarse a expensas de la muerte. “Y seas valiente”, en la vida tenemos que ser valientes, la vida cristiana es para los valientes, es mas la Palabra de Dios dice que los valientes arrebatan el reino de los cielo. (Mateo 11:12 Reina-Valera Antigua) “No temas, ni desmayes”, ¿Por qué temer?, ¿Por qué desmayar?, si el Rey de reyes y el Señor de Señores esta con nosotros. Si Dios es por nosotros, ¿Quién contra nosotros?, hay momentos en los que el temor nos invade, pero eso momentos son disipados cuando vamos a la presencia del Señor y le entregamos todo sentimiento negativo que pueda estar saturando nuestro espíritu. “Jehová tu Dios estará contigo en dondequiera que vayas”, que promesa mas linda de saber que aun cuando me encuentro en temor y sin fuerzas, Jehová Dios ha prometido que estará conmigo, el enemigo puede venir como río en contra de ti, pero Jehová levantara bandera, que linda palabra y reconfortante, el saber que Dios esta conmigo y si El esta conmigo TODO lo puedo porque el me fortalece. Amigo mío, posiblemente estés pasando por crisis muy fuertes, pero tienes que entender con tu corazón, con tu mente y con todo tu ser, que Dios esta contigo, que el no te ha dejado porque prometió que estaría contigo a donde quiera que vayas, es hora de apropiarnos de esa promesa y vivirla. No hay nada que pueda detenerte, si Dios esta contigo.

Por Enrique Monterroza

Fuente Mensajes para meditar

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Este é o tempo novo

Pr. Marco Antonio

Este é o tempo novo, enterre o passado e Deus fará coisas novas

Josué tinha Moisés como seu líder e agora quando ele sente a dor da separação, Deus lhe diz: “Dispõe-te agora”. Deus precisou lembrar a Josué que Moisés estava morto, pois queria que Josué enterrasse o passado.
Deus estava falando que o tempo de Moisés tinha acabado e agora era o tempo de Josué se levantar. Em outras palavras Deus está dizendo “Fiz grandes maravilhas através de Moisés, mas este é um novo tempo. Enterre o passado, pois eu quero fazer algo novo”.
Muitas pessoas se apegam ao passado e não têm perspectiva para o que está por vir. Muitos contemplam o passado de tal forma que não conseguem viver suas vidas e nem sonhar com o futuro que Deus tem preparado.Assim acontece em nossas vidas: existem lembranças que minam as nossas forças e pensamentos, mas que precisam sair de nossas mentes.
O que Deus fez ontem foi bom, mas o que Deus vai fazer hoje é melhor ainda!
Nosso Deus não é um Deus que está sentado no trono desequilibrado. Ele sabe o que tem e o que quer! Deus quer fazer novidade!
Em outras palavras Deus falou para Josué prosseguir, sair do passado e se dispor para o futuro. A posição do cristão é avançar e ganhar novas terras espirituais.
Então a mentalidade que Deus queria colocar em Josué era: Possua essa terra que prometi!
Não pare em nenhuma situação, nem deixe que alguma situação te pare. Não desista! Conquiste tudo o que o Senhor tem para você e sua casa.
Você foi carimbado por Deus para prosseguir em vitória!
A posição do cristão é sempre avançar, ganhando novas terras espirituais. A cada momento que andamos com o Senhor, a nossa vida é renovada porque Deus é fonte que se renova a cada dia.
Em Êxodo 14:19, a Palavra diz: “Então o anjo de Deus, que ia adiante do exército de Israel, se retirou e se pôs atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles e se pôs atrás, colocando-se entre o campo dos egípcios e o campo dos israelitas; assim havia nuvem e trevas; contudo aquela clareava a noite para Israel; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.”
Quando você prossegue, Deus é a proteção da sua retaguarda.Nenhuma perda do passado ou situação drástica vai lhe parar.Você está diante do melhor tempo da sua vida!Levante-se e tome posse de tudo que o Senhor tem preparado para você.

Fonte Creio

terça-feira, 27 de julho de 2010

Nosso papel como administradores

Dick Towner

Aquilo você possui não é seu, você é somente administrador

Deus criou todas as coisas e manteve a posse de tudo o que Ele criou. Ele nos confiou parte de sua criação, pois fomos feitos à Sua imagem. Por isso somos administradores... administradores de tudo que Deus tem nos dado. I Cor. 4:2 diz, “Ora, além disso o que se requer dos despenseiros (administradores) é cada um deles seja encontrado fiel.”

É importante compreender o papel do administrador. O administrador não tem direitos, apenas a responsabilidade de cuidar do que pertence a alguém. Por exemplo, se você por algum motivo fosse incapacitado e eu me tornasse administrador de sua propriedade, eu não teria nenhum direito em relação a seus bens, apenas a responsabilidade de cuidar deles. Se eu decidisse violar sua confiança e gerenciasse seus bens em meu favor, eu poderia ser julgado perante as autoridades por violar sua confiança.

A importância do nosso cargo como administradores e não donos é bem clara na Palavra de Deus, pois todos os outros princípios bíblicos sobre finanças partem deste princípio. Eu e você podemos ter os títulos de propriedade de carros e casas, então em termos terrenos nós possuímos estas coisas. Mas em termos eternos, tudo o que possuímos pertence a Deus. Nós não somos proprietários, somos administradores. Nós viemos ao mundo sem possuirmos nada, e partiremos com nada. Tudo o que possuímos neste intervalo é um presente confiado pelo Senhor para administrarmos.

Você tem sido um bom administrador do que Deus lhe tem confiado? Pense em algo que você possui e tem grande valor pra você. Como você se sente ao pensar que Deus é o dono e não você? Como isso lhe afetará?

Fonte: Creio

Via Vigiai

sábado, 3 de julho de 2010

Crer em Deus é um presente

Jorge Linhares

II Crônicas 26.1-5

“Buscou a Deus nos dias de Zacarias, que o instruiu no temor de Deus. Enquanto buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar.”

Este texto é um dos textos mais ministrados com respeito a nossa vida de prevenção. E aqui nós vemos o que Deus pode fazer na vida de alguém que o busca.

Deus não se limita ao físico, a idade, a aparência, e depois que somos marcados por Deus é impossível deixá-lo.

Crê em Deus é um presente, a pessoa que não crê em Deus tem que crer em alguma coisa. O pai do rei Uzias o ensinou que existian um Deus e que este criara todas as coisas.
Talvez você é um pai que não crê em Deus porque ninguém te ensinou a respeito de Deus.

Uzias com 16 anos de idade se propôs a buscar a Deus. Enquanto tantos jovens buscam estar em lugares indevidos, fazendo coisas que não devem, este rapaz propôs no seu coração buscar a Deus.

Entenda uma coisa: você recebe benefício daquilo que você investe. Canalize sua fé em Deus. Uzias começou a receber de Deus a partir da busca.

Para que possamos ser pessoas prósperas, que aproveitem os benefícios do Senhor, temos de aprender a dominar o que já temos. Uma pessoa pode ter muito dinheiro e não ter prosperidade, porque a verdadeira prosperidade é ter domínio sobre o que Deus nos dá.

Não podemos buscar ao Senhor somente nas horas de dificuldades, tristezas e decepções. Temos que dar a primazia das nossas vidas a Deus.

Foi isso Uzias fez. Se você busca a Deus em primeiro lugar (se você considera Deus como utopia,partido...), se você está perto de Deus, aonde você vai estar? Na frente, por cima, porque Deus tem sempre o melhor.

Se estar perto de pessoas importantes produz certos privilégios, imagine se você estiver juntinho de Deus?
Se você buscar ao Senhor em primazia – Deus te faz prosperar!


Fonte Vigiai

domingo, 20 de junho de 2010

O maior fracassado do mundo segundo a ótica dos teólogos da prosperidade

Pr. Renato Vargens

Para os teólogos da prosperidade o apóstolo Paulo pode ser considerado o mais fracassado ministério de todos os tempos.

Ele não foi rico, não possuiu grandes propriedades, não teve carros, cavalos e barcos, não morou em mansões, nem tampouco possuiu ouro, prata e riquezas. Para piorar a situação, o apóstolo aos gentios, recebeu dos judeus cinco quarentenas de açoites, foi açoitado com varas, apedrejado, sofreu três naufrágios, passou uma noite e um dia no abismo. Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos com os patrícios, em perigos com os gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos, em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez. Além disso ele foi preso algumas vezes, lançado em cárceres fétidos e mal cheirosos, tendo morrido na mais profunda miséria.

Para os defensores da teologia da prosperidade Paulo não estava na visão e por não possuir a unção de Deus morreu a mingua.

Pois é, pobre Paulo, miserável Paulo, não pode ser comparado aos apóstolos de hoje que são homens "ungidos" além de proprietários de jatinhos e mansões e milhões.

Pobre que nem Paulo, só um tal de Jesus de Nazaré.

Pense nisso,

Fonte Blog do Autor
Via Bereianos




sexta-feira, 18 de junho de 2010

Lares que se dizem cristãos não podem deixar Jesus do lado de fora

Pr. Neemias dos Santos Lima

O texto de Apocalipse 3.20 é sobejamente conhecido: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”. Foi escrito para a Igreja em Laodicea, que deixava Jesus do lado de fora. Curioso é que Jesus se dirige à igreja, mas, se for atendido com a abertura da porta, diz que entrará em sua casa.

Provavelmente, a forma de se explicar tal paradoxo se ligue ao conceito de igreja. Que é a igreja? A Igreja em síntese é a reunião das famílias cristãs, mesmo que nem todos numa casa sejam cristãos. Juntos, formamos a família cristã. E, assim, lares fracos espiritualmente, igreja fraca espiritualmente; lares fortes espiritualmente, igreja forte espiritualmente.

Se relacionarmos assim, há muitos lares cristãos deixando Jesus do lado de fora! É triste, mas é verdade. Como os lares cristãos fazem isso?

1º - Substituindo os valores cristãos por outros valores que desonram a Deus. A última edição de um famoso reality show teve, segundo alguns, mais de 100 milhões de ligações. É possível que muitos lares cristãos tenham se deliciado com essa podridão e até ligado para participar da votação. Pecado não é só beber, fumar, matar, roubar, adulterar, estuprar. Substituir valores cristãos por outros que desonram a Deus é pecado também.

2 - Esquecendo-se do papel que cada um deve desempenhar na vida. Cada membro da família desempenha um papel na vida. Esquecer-se disso é deixar Jesus do lado de fora. A Bíblia apresenta o papel de cada membro da família: do pai, da mãe, dos filhos, do esposo, da esposa, dos irmãos.

3 - Permitindo que a indisciplina se instale. Há um medo pavoroso em se exigir disciplina. Conceitos modernos dizem que a vara não pode ser usada. Discutindo-se ou não o uso dela, o fato é que a disciplina não pode ser esquecida. Deus a usa conosco. Devemos usá-la em nossa família.

4 - Impedindo que cada membro cresça e se desenvolva. O maior patrimônio que temos é a família. Quando investimos para que cada membro cresça e se desenvolva o patrimônio aumenta. E os maiores valores são os do reino. Invistamos para que todos cresçam em nossos lares.

Se identificarmos que Jesus está do lado de fora, mudemos o quadro. Como? 1º - Ouvindo a voz de Jesus; 2º - Abrindo a porta do coração; 3º - Crendo que Jesus é o único que pode mudar quadros.

Lembre-se: Todo problema Jesus pode resolver. Sua vida é preciosa para Deus. Jesus quer morar no seu lar.

Fonte: Igreja Batista do Braga em Cabo Frio

Via: Vigiai


terça-feira, 1 de junho de 2010

Quando a máscara cair

Pr. Samuel Câmara

Quando a máscara cair:

Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.15-20).

A mídia geralmente se esmera em apontar, agora de um modo muito mais constante, “evangélicos” ou “crentes” que causam espanto e escândalo por causa de seu mau proceder.

Algumas “evangélicas” famosas já declararam que vão desfilar na passarela no carnaval. E alguns outros que se chamam de “crentes” não resistirão, vão cair na farra igualmente.

Esta é uma das razões pela qual, no período do Carnaval, o nome do Senhor é blasfemado. Essa situação de o crente ser nivelado “por baixo” não é nova, tendo incomodado de tal forma o Senhor Jesus que, no Sermão do Monte, Ele se referiu a isso de um modo inequívoco e desafiador.

Ele disse: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos pés de urtiga? Assim, toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.

Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7.15-20).

Quando Jesus compara a vida humana com a árvore e seu fruto, Ele chamava a atenção para o perigo de nos deixarmos enganar pelas aparências, ou seja, de alguém parecer ser um crente, sem o ser de fato.

A diferença entre o verdadeiro e o falso crente seria conhecida pelo fruto, se bom ou mau. Sempre há quem tente se passar por crente, pelo simples fato de adicionar certos ingredientes da vida cristã à sua vida pessoal, ao invés de tornar-se uma nova criatura, sem receber na realidade a transformação de sua própria natureza interior. É o “crente denorex”: parece, mas não é.

Como a “árvore boa produz bons frutos” e “a árvore má produz frutos maus”, assim também é o caráter de uma pessoa; o que ela é, na realidade, mais cedo ou mais tarde será revelado.

Alguém pode até falar de modo correto, agir e viver aparentemente da maneira certa, mas pode ser um “falso profeta” ou falso crente. Em suma, um dia a máscara cai.

Alguém pode ter um bom temperamento, índole gentil, boa educação, mas mesmo assim não ser crente. Ser crente aponta em primeiro lugar para a transformação interior, para a mudança da própria natureza e da vida toda do indivíduo. Não basta parecer, tem de ser.

Há quem pense ser crente apenas por cumprir certos rituais, como batizar-se, dar o dízimo, pertencer a uma igreja e ir aos cultos, etc. Mas isso pode ser apenas mera simulação do verdadeiro comportamento cristão.

E, se tal é verdade, esse tipo de “crente” pode ser muito mais inimigo da cruz de Cristo que outra pessoa não cristã. De fato, pode ser muito mais perigoso à fé cristã que aqueles que perseguem aberta e injustamente os crentes.

A mensagem de Jesus é clara: se não houver mudança interior pelo novo nascimento, não haverá salvação (Jo 3.3). A pessoa pode até se batizar, mas o que de fato estará acontecendo é que entrará nas águas um “pecador enxuto” e sairá um “pecador molhado”.

Quando a máscara cair e o verdadeiro caráter não transformado for revelado, cumprir-se-á nesse tipo de “crente” o que disse o apóstolo Pedro:

“Melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que, após conhecê-lo, volverem para trás, apartando-se do santo mandamento que lhes fora dado. Com eles aconteceu o que diz certo adágio verdadeiro: O cão voltou ao seu próprio vômito; e: a porca lavada voltou a revolver-se no lamaçal” (2 Pe 2.20-22).

O verdadeiro crente não usa máscara, pois nasceu de novo: teve os pecados perdoados e o coração transformado. É uma nova criatura: sua nova vida agora é vivida em Cristo, por Cristo e para Cristo.A nossa alegria não está no Carnaval, mas em Cristo, pois “a alegria do Senhor é a nossa força”. Portanto, “alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos”.

Fonte: Creio

Via: Vigiai

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A oração simples

Pr. Ed René Kivitz

Não existe oração errada.



Aliás, a oração errada é aquela que não é feita. A Bíblia Sagrada ensina que se deve orar a respeito de tudo. Orar por qualquer motivo, qualquer hora, qualquer lugar, sempre que o coração não estiver em paz. Tão logo o coração experimente apreensão, preocupação, medo, angústia, enfim, seja perturbado por alguma coisa, a ação imediata de quem confia em Deus é a oração.

O apóstolo Paulo diz que não precisamos andar ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, com ação de graças, devemos apresentar nossos pedidos a Deus, tendo nas mãos a promessa de que a paz de Deus que excede todo o entendimento, guardará nossos sentimentos e pensamentos em Cristo Jesus (Filipenses 4.6,7). A expressão “coisa alguma” inclui desde uma vaga no estacionamento do shopping center quanto o fechamento de um negócio, o desejo de que não chova no dia da festa quanto a enfermidade de uma pessoa querida.

Esta experiência de oração é chamada de oração simples: orar sem censura filosófica ou teológica, orar sem se perguntar “é legítimo pedir isso a Deus?” ou “será que Deus se envolve nesse tipo de coisa?”. Simplesmente orar.

A garantia que temos quando oramos assim é a paz de Deus em nossos corações e mentes. A Bíblia não garante que Deus atenderá nossos pedidos exatamente como foram feitos: pode ser que a vaga no estacionamento não seja encontrada e que chova no dia da festa. A oração não se presta a fazer Deus trabalhar para nós, atendendo nossos caprichos e provendo o nosso conforto. Já que a causa da oração simples é a ansiedade, a resposta de Deus é a paz. O resultado da oração não é necessariamente a mudança da realidade a respeito da qual se ora, mas a mudança da pessoa que ora. A mudança da situação a respeito da qual se ora é uma possibilidade, a mudança do coração e da mente da pessoa que ora é uma realidade. Deus não prometeu dizer sim a todos os nossos pedidos, mas nos garantiu dar paz e nos conduzir à serenidade. Não prometeu nos livrar do vale da sombra da morte, mas nos garantiu que estaria lá conosco e nos conduziria em segurança através dele.

O maior fruto da oração não o atendimento do pedido ou da súplica, mas a maturidade crescente da pessoa que ora. Na verdade, a estatura espiritual de uma pessoa pode ser medida pelo conteúdo de suas orações. Assim como sabemos se nossos filhos estão crescendo observando o que nos pedem e o que esperam de nós, podemos avaliar nosso próprio crescimento espiritual através de nossos pedidos e súplicas a Deus. As orações revelam o que realmente ocupa nossos corações, o que realmente é objeto dos nossos desejos, o que nos amedronta, nos desestabiliza e nos rouba a paz.

O apóstolo Paulo diz que quando era menino, falava como menino, pensava como menino e raciocinava como menino. Mas quando se tornou homem, deixou para trás as coisas de menino (1Coríntios 13.11). Não existe oração certa e errada. Mas existe oração de menino e oração de homem. Oração de menina e oração de mulher. A diferença está no coração: coração de menino e de menina, ora como menino e menina. A nossa certeza é que Deus também gosta de crianças.

Fonte Preciosa Semente

domingo, 30 de maio de 2010

Quando Jesus encontra pousada no lar

Pr. Neemias dos Santos Lima


O encontro de Zaqueu e Jesus é uma das cenas mais lindas da Bíblia. Lucas é o único que registra e o faz em 19.1-10. Via de regra, o texto sempre é usado para sermões evangelísticos, o que não é errado. Quero, entretanto, extrair lições sobre as mudanças operadas por Jesus na vida das famílias.
Ei-las:

1ª - Quando Jesus encontra pousada no lar instala-se seu senhorio. A presença de Jesus em nossa casa é a certeza de novo senhorio. Zaqueu inicia seu discurso com a palavra "senhor". Sei que é apenas um pronome de tratamento, mas, pelo desfecho, não é absurdo tomar como fato ilustrativo. As competições por espaço ou poder são sepultadas e só a vontade d’Ele será observada. A ficção do livro “Em seus passos, que faria Jesus?” será realidade.

2ª - Quando Jesus encontra pousada no lar sepulta-se o materialismo. Não é nada absurdo concluir que a inclinação de Zaqueu para os bens materiais era grande. O texto diz que era chefe dos publicanos - os que cobravam impostos para o império, sempre em valores maiores que os devidos. Assim que Jesus foi seu hóspede, ele disse: “Dou aos pobres metade dos meus bens”. O que lhe era tão importante ficou sem valor. Materialismo não é coisa apenas de rico. Desde que a matéria tenha proeminência em sua vida, você é materialista, sendo rico ou pobre.

3ª - Quando Jesus encontra pousada no lar confessam-se pecados. Ao dizer “...se nalguma coisa tenho defraudado...”, na verdade confessava. É como se dissesse: “...se nalguma coisa tenho defraudado e eu sei que tenho defraudado...”. Era uma confissão pública de um homem arrependido. Pr. Fanini dizia: “Há gente que peca no varejo e pede perdão no atacado”. E acrescentava: “Fala mal das pessoas, caluniam, tem inveja etc e depois diz: Pai, perdoa os meus pecados”. E concluía: “Pecado tem nome, confesse-os pelo nome, um a um”.

4ª - Quando Jesus encontra pousada no lar mudam-se as atitudes. É extraordinária a decisão de Zaqueu: “...o restituo quadruplicado”. Sem nenhuma instrução de classe de ensino, sem nenhum discipulado, toma uma decisão que mostrava mudança de atitude. O evangelho, em síntese, são as boas-novas que fazem mudanças.
Jesus mora em seu lar? Se sim, o senhorio dele será notado, o materialismo sepultado, os pecados confessados e as atitudes mudadas. Convidemos Jesus para morar verdadeiramente em nossos lares.

Fonte Igreja Batista do Braga
Via Vigiai

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Adoradores do miojo profético

Antonio Granja

Renato Russo dizia pertencer à geração Coca-Cola.

O tempo passou e hoje a nossa geração se identifica com outro produto. O miojo.
Somos a geração do instantâneo.

Um toque no IPhone nos coloca em contato com o mundo inteiro. São tantas redes “sociais”. Não precisamos nos preocupar com endereços já que o GPS conhece todos os caminhos do planeta inteiro.

Este novo mundo instantâneo é tão atraente e eficiente que várias vezes chegamos a nos perguntar como era possível até bem pouco tempo viver sem essas facilidades.
Nos esquecemos que a Bíblia foi escrita em outra época. No ritmo das ferramentas dos agricultores, na cadencia dos pastores nos campos onde a vida corre sem pressa e onde a urgência é falta de sabedoria.

Na esfera da fé também mais do que nunca queremos resultados imediatos. Tudo está tão organizado, sistematizado e catalogado que para conseguir alguma coisa de Deus basta seguir 12 passos para isso, 8 semanas para aquilo e BUM!! Resultado alcançado. Daqui a algum tempo vamos pedir que o Senhor responda nossas orações de preferência em até 140 caracteres.

Nos esquecemos que o convite de Jesus aos apóstolos não foi para seguirem-no e viver três anos de aventura. Foi, sobretudo um gracioso desafio a seguirem-no por toda vida e para além dela.

Conhecer Jesus é muito mais que 7 semanas de campanha. É mais profundo do que algumas pregações e músicas nos sugerem. Às vezes parece que alguns estão adorando um deus miojo. Um deus para hoje, para já. E só.
Perdemos o foco do eterno. Não desejamos mais cumprir a carreira e receber o maior prêmio de todos. Ver Jesus face a face. Desejamos ardentemente esse mundinho de pequenas facilidades e bênçãos instantâneas.

Como você tem tratado Jesus em seu coração?

Como um deus miojo?
Ou como um Deus tão infinito e maravilhoso que nem a eternidade inteira vai ser suficiente para descobrir toda largura e profundidade de Seu amor?

Fonte: VIGIAI

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Jamais podemos obrigar a Deus

Jerry Bridges

Nunca poderemos achar que Deus nos deve algum pagamento pela nossa obediência ou pelo nosso serviço sacrificai. Mesmo se fôssemos perfeitamente obedientes em todos os deveres cristãos, seríamos forçados a dizer: "Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devía¬mos fazer" (Lc 17.10).

Suponhamos que você obedeça perfeitamente a todas as leis de trânsito do seu estado. Você sempre anda dentro do limite de velocidade, sempre pára no sinal, mantém-se na pista certa, sempre usa as setas quando vai fazer uma conversão - sempre obedece a todas as regras de trânsito. Você recebe algum prêmio por isso? Não, simplesmente você faz o que deve fazer. Você apenas cumpre o seu dever. Pela perfeita obediência a todas as regras de trânsito, você não obriga o estado a recompensá-lo de alguma maneira. Só podemos dizer, " Eu fiz a minha obrigação".

Como Rei soberano do universo, Deus tem o direito de exigir perfeita obediência e serviço fiel a ele sem que isso o obrigue a nada para conosco. Nós devemos obediência e serviço. Se conseguíssemos obedecer a todos os mandamentos de Deus - o que jamais conseguimos - ainda assim só poderíamos dizer, "Eu fiz apenas o meu dever".
Não podemos obrigar Deus a nos recompensar em nada.
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