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sábado, 15 de janeiro de 2011

O pecado não compensa



Pr. Timofei Diacov


No segundo livro de Samuel capítulos 11 e 12, encontramos a triste história do maior rei que era um homem segundo coração de Deus. Temos a certeza de que ela fez muito sofrer este homem de Deus. Satanás projeta na vida de cada pessoa um plano diabólico que, se não nos dermos por avisados, ele vai cumprir essa projeção, custe o que custar. O homem pode ser grande, como o caso de Naamã: “Naamã era grande homem diante de seu senhor, porém era leproso”. Como foi dito, Davi era homem segundo coração de Deus, porém era pecador. Deus o havia escolhido para ser o rei de Israel, e para escrever os mais lindos e edificantes Salmos. Entretanto, lamentavelmente, deixou-se seduzir por uma mulher; e como consequência Deus permitiu-lhe que lhe viessem sofrimentos. Seu filho Amon, apaixonou-se pela sua própria irmã Tamar. Como alguém disse com muita sabedoria: “Não podemos evitar que os pássaros sobrevoem a nossa cabeça; porém, o que podemos fazer é evitar que eles façam ninhos sobre a nossa cabeça”.

Esse jovem permitiu que Satanás abrisse uma brecha em sua vida, e na vida de sua própria irmã e família, violentando-a. Diz a narrativa que um primo seu, chamado Jonadabe, foi usado por Satanás para ajudá-lo a levar a efeito este desejo, fingindo-se doente, vindo a enganar o seu próprio pai e a jovem sua irmã, ao pedir-lhe que lhe preparasse uma comida. Após essa violência, o amor que sentia por ela, transformou-se numa grande aversão. E que lhe aconteceu depois, diz a narrativa que o seu próprio irmão que era irmão de Tamar, armou-lhe um estratégia com o objetivo de matá-lo, durante um banquete que ofereceu a todos os seus irmãos. Tudo isto acarretou mais sofrimento a Davi seu pai. Mas a história não para aqui, pois, seu irmão Absalão, projetou um plano para tomar o reino de seu pai, obrigando-o a fugir com seus ministros; e na batalha foi derrotado vindo a perder a vida. Davi lamentou com muitas lágrimas esta tragédia. Tudo isto é o preço do pecado que o rei cometeu.

Como dissemos inicialmente, Satanás tem um projeto contra cada um de nós. Vale a esta altura citar as palavras do Senhor Jesus: “Vigiai e orai, para que não caiais em tentação”. O apóstolo Pedro fala em uma de suas epístolas dizendo que, o diabo anda ao nosso derredor, bramando como leão, querendo nos devorar. E quantos já caíram nas garras desse inimigo. Quantos já sofreram, e outros continuam amargando o seu descuido, o seu pecado. Por isso, a Bíblia nos previne, exortando-nos a sermos sempre sóbrios, vigilantes. O casamento foi instituído por Deus, e Davi teve mais de uma dezena de mulheres. E não lhe bastavam? Tinha que procurar a mulher de um de seus fiéis soldados? Este tipo de pecado hoje é tão comum que vem trazendo amarguras para muitos lares. Por isso vale a pena lembrar-se das palavras do apóstolo Pedro: “Resisti ao diabo e ele fugirá de vós”. Acontece, porém, que muitas vezes começamos a apreciar a oferta que o inimigo nos dá. Balaão teve uma proposta feita por Balaque, rei de Moabe, para ir até o seu encontro e amaldiçoar o povo de Deus. E a oferta era tentadora, muito dinheiro, muito ouro e muita prata. E este profeta, que havia recebido de Deus a advertência que não fosse, porque estaria lutando contra a vontade de Deus. E qual foi o fim dele? Foi morto à espada.

Ninguém está isento de cometer alguma tragédia, uma vez que o nosso adversário chamado Satanás não dorme. É bom atentarmos para o ensino bíblico e tomarmos como exemplo as lições deixadas pelos profetas de Deus, e não nos esquecermos daqueles que naufragaram na vida pelo seu próprio descuido. O apóstolo João na sua primeira epistola diz: “Não ameis o mundo nem o que no mundo há, pois o mundo passa e as sua concupiscências; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”. Que esta mensagem sirva a você prezado leitor, e a nós também, para nos ensinar que o pecado não compensa. A vontade de Deus sempre é a melhor escolha que podemos fazer, se quisermos viver bem, e evitar amarguras.

Fonte Vigiai

É pecado cristão beber vinho?


É pecado beber vinho?

Clovis Gonçalves

Sou abstêmio convicto, motivado especialmente por caso de alcoolismo na família e por compreender o dano social causado pelo consumo de bebidas alcoólicas. Portanto, este texto não pretende ser uma apologia a nada, exceto talvez ao equilíbrio bíblico, tendo em conta a advertência: “Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando” (Dt 4:2). A obediência aos mandamentos começa por não ficar aquém nem ir além de onde a própria Bíblia vai.

Fiz uma busca rápida por vinho no Novo Testamento e a encontrei em cerca de 30 versículos. Algumas palavras importantes são estudadas a seguir.

Oinos

Esta palavra aparece 33 vezes em 25 versículos (em alguns versículos ocorre repetidamente), e é traduzida “vinho” em todas as ocorrências pela Revista e Atualizada. Que vinho [oinos] contém álcool fica claro na seguinte passagem: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5:18). A Septuaginta usa oinos para traduzir os hebraicos yayin, chemer, ieqev, sove, asis, shekar, shemer e tirosh, indistintamente.

Quanto ao vinho usado na última ceia, não é dito de que tipo era, visto que a palavra vinho não ocorre nesse contexto. De qualquer forma, as igrejas apostólicas celebravam a ceia com vinho inebriante, pois é dito que “ao comerdes, cada um toma, antecipadamente, a sua própria ceia; e há quem tenha fome, ao passo que há também quem se embriague” 1Co 11:21. Note que em suas repreensões à forma desordenada na qual a igreja corintiana celebrava a ceia do Senhor, Paulo não inclui o tipo de vinho utilizado.

Interessante notar, também, que Jesus foi acusado de bebedor de vinhos [oinopotes]:“Veio o Filho do Homem, comendo e bebendo, e dizeis: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!” (Lc 7:34). Em uma passagem da primeira epístola de Pedro, bebedices é tradução de um termo derivado de oinos[oinophlugia]: “Porque basta o tempo decorrido para terdes executado a vontade dos gentios, tendo andado em dissoluções, concupiscências, borracheiras, orgias, bebedices e em detestáveis idolatrias” 1Pe 4:3

A conclusão é de que o termo mais comumente traduzido vinho no Novo Testamento refere-se a uma bebida capaz de causar embriaguez se consumida em grande quantidade. É possível que o vinho feito por Jesus em Caná e o utilizado na última ceia fossem do mesmo tipo consumido comumente pelos judeus de seus dias, que bebido puro e em grande quantidade era embriagante. No caso da ceia em Corinto, é-nos permitido concluir que a mesmo continha álcool, pois ninguém se embriaga com suco de uva.

Gleukos

Em Atos 2:13 a Revista e Corrigida traduz gleukos como mosto, um suco doce de uva espremida: “Outros, porém, zombando, diziam: Estão embriagados!” (At 2:13.) Tecnicamente, mosto é o vinho ainda não totalmente fermentado. De qualquer forma, deveria ser embriagante, visto que a Revista e Atualizada traduz “cheios de mosto” como “embriagados”. A própria expressão dos ouvintes requeria que eles estivessem alterados.

Oxos

Outra palavra traduzida por vinho é oxos: “deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber” (Mt 27:34). Era uma mistura de vinho azedo ou vinagre e água que os soldados romanos estavam acostumados a beber. De fato, a palavra só ocorre nos Evangelhos e somente no episódio da crucificação de Jesus (Mt 27:34, 48; Mc 15:36; Lc 23:36; Jo 19:29-30), sendo traduzida mais comumente como vinagre. Logo, este seguramente não era o vinho utilizado na última ceia, na ceia do Senhor da igreja primitiva e nem mesmo o vinho consumido normalmente pelos judeus nos dias de Jesus.

Sikera

É uma palavra traduzida como bebida forte na única vez que ocorre: “Pois ele será grande diante do Senhor, não beberá vinho nem bebida forte e será cheio do Espírito Santo, já do ventre materno” (Lc 1:15). Não era vinho, mas uma bebida forte e intoxicante. Era um produto artificial, feito de uma mistura de ingredientes doces, derivados de grãos ou legumes, ou do suco de frutas (tâmara), ou de uma decocção do mel.

Methe

A palavra beberrão, bêbado, bebedices, etc. deriva de methe que significa embriaguez bebedeira, intoxicação: “Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais” (1Co 5:11. Ver ainda 1Co 6:10). Methe e seus derivados estão associados ao consumo excessivo de bebidas. E este excesso é claramente proibido nas Escrituras, como por exemplo Ef 5:18 onde a proibição não é quanto ao consumo de vinho [oinos], mas à embriaguez [methusko], pois como demonstrado acima, Jesus bebia vinho (Lc 7:34, citado acima), mas o irmão beberrão deveria ser evitado (1Co 5:11, citado acima). Não há uma proibição do tipo “não beberás vinho”. Parece que o ensino bíblico é mais no sentido da moderação. Por exemplo, nas descrições dos requisitos para os oficiais da igreja, a proibição é quanto ao excesso: “É necessário, portanto, que o bispo seja... não dado ao vinho”(1Tm 3:2-3), “semelhantemente, quanto a diáconos, é necessário que sejam... não inclinados a muito vinho”“quanto às mulheres idosas, semelhantemente, que sejam... não escravizadas a muito vinho” (Tt 2:3).

A proibição geral é quanto ao embriagar-se, não quanto ao consumo em si, feito com moderação. É neste sentido que temos advertências do tipo “não vos embriagueis com vinho” (Ef 5:18), “acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as conseqüências da... embriaguez” (Lc 21:34),“Andemos dignamente... não em orgias e bebedices” (Rm 13:13), pois “não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam” (Gl 5:21).

Ao lado disso, há a recomendação do experiente Paulo ao jovem Timóteo para que este bebesse um pouco de vinho, devido a seus problemas de saúde. “Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1Tm 5:23) É interessante aqui observar duas coisas, a quantidade e a finalidade. Era para tomar “um pouco” de vinho e “por causa” de seus problemas gástricos, ou seja, com finalidade terapêutica.

Concluindo, se alguém me perguntar o que eu acho sobre o crente beber com moderação, direi que o mesmo deve evitar, pelas razões que expressei na introdução. Mas se alguém me perguntar se a Bíblia proíbe ao crente beber de forma moderada, para ficar em paz com minha consciência, direi que não. Pois de fato ela não o faz. Ela proíbe a embriaguez, mas não o consumo moderado.

Soli Deo Gloria

Fonte Cinco Solas

Via [WEBEVANGELISTA] e [BEREIANOS]



quarta-feira, 17 de novembro de 2010

"Se o meu povo..."


Pr.Geremias Bento

A mensagem de II Crônicas 7.14 é especialmente dirigida a nós os filhos de Deus. "Se o meu povo..."

a - Se humilhar - Descer do pedestal. Billy Graham, disse em uma reunião em 1997 no COVE, Centro de Treinamento da AEGB para um grupo líderes que o maior problema do líder é o patamar da escada. Não há mais degraus a subir, mas pela fome de popularidade poder, constrói um especialmente para si, e como não está alicerçado na escada de Deus cai.

b - Orar - Gastar tempo em oração. É orar com gemidos de dor e não apenas proferir palavras. Deus conhece o meu coração e por isso sabe quando há sentimento em minhas palavras. Pastor David Gomes, ao ser abordado por uma senhora sobre a incredulidade de seu marido não crente, observou: "não vejo lágrimas em seus olhos por seu marido apesar, de dizer que ora por mais de trinta anos”.

c - Buscar a face de Deus - É buscar a aprovação de Deus. Face significa sabedoria. É uma experiência semelhante a uma criança que olha no rosto do pai para sentir se está sendo aprovado ou não no que está fazendo. Quando aprovamos algo, nosso rosto descontrai os músculos. Como está o rosto de Deus agora diante de tudo o que vem acontecendo em nossos arraiais? Veja Números 6.25: "O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti... O Senhor sobre ti levante o seu rosto".

d - Se converter de seus maus caminhos - Maus caminhos!? Será!? Os temos, e muitos. Eis aí alguns deles: Caminhos da mentira, da corrupção, da vaidade, do suborno, da prostituição, do adultério, da impureza, da inoperância diante dos imperativos de Jesus, do não reconhecer o senhorio de Cristo, mesmo que digamos com os lábios, da incredulidade, da falta de zelo pelo que é de Deus, da falta de ética, da falta de integridade, do caráter e tantos outros que certamente o irmão pode acrescentar. Seria um bom exercício identificarmos outras dezenas deles.

e - Então! - Que então? Perdoar os nossos pecados e curar a nossa terra, nosso arraial. Após nosso reconhecimento de que necessitamos mudar, Deus pode agir nas coisas impossíveis. Certamente Ele andará conosco para nos ajudar a corrigir o curso da história. Tudo é possível, está escrito. Se está escrito, creiamos e não apenas discursemos. Novamente cito um exemplo de casa: Quando o local em que está construído o Edifício da Fé estava sendo adquirido, o pastor David Gomes foi ao banco para assinar um empréstimo de 550 milhões na época. O gerente, perguntou pelo fiador. A resposta foi: “O fiador é Deus!”. “Pastor, Deus não vem assinar este documento. Necessito de uma assinatura humana!”, retrucou o gerente. “O meu fiador é Deus”, repetiu o pastor David. E prosseguiu: “Se o senhor aceitar Deus como fiador tudo bem; se não, nossa conversa encerra aqui”. Um senhor que estava na sala ouvindo a conversa perguntou ao gerente: “Eu posso assinar?”. “É claro que pode!”, aquiesceu o gerente. Ali Deus fez o milagre. Uma pessoa que nunca ouvira falar do pastor e da Escola Bíblica do Ar serviu de resposta a oração feita por um servo de Deus.

Se o meu povo...

Pr. Geremias Bento - Diretor da Escola Bíblica do Ar

Fonte [Igreja Batista do Braga]

Via VIGIAI

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Família e Igreja: Uma combinação saudável

Pr. Renato Vargens
Nós que experimentamos a salvação por intermédio de Cristo desenvolvemos um eterno sentimento de gratidão a Deus. Isto porque, estávamos mortos, distantes da comunhão do Pai, destituídos de sua benignidade, bem como, atolados em nossos delitos e pecados. Entretanto, mediante a sua eterna misericórdia e infinito amor, Deus compadeceu-se da nossa miséria enviando-nos então o seu filho para morrer em nosso lugar. Como somos gratos! O que seria de nós sem o Senhor? Que sentido teria a vida sem Jesus Cristo? Ele nos redirecionou, nos deu esperança, libertou-nos das garras do diabo, deu-nos alento para a alma, força para viver. Que descoberta maravilhosa é o Evangelho! Que tesouro precioso são as Boas Novas da cruz de Cristo!

Viver para Deus e simplesmente maravilhoso. Sem sobra de dúvidas a vida ganhou um novo sentido quando descobrimos a raiz do verdadeiro amor e perdão. Milhões de pessoas em todo globo, após encontrar-se com Jesus mergulham de corpo e alma na pregação do evangelho e no desenvolvimento da vida comunitária, isto é maravilhoso! É fantástico a gente ver o povo de Deus vivendo e pregando o evangelho em todos os lugares possíveis e imagináveis. Entretanto, ao contrário do que pensamos nem sempre isto significa a melhor coisa a ser feita. Isto porque, em nome de uma espiritualidade capenga, no afã de servirmos a Deus na igreja, esquecemos nas prateleiras empoeiradas das nossas vidas pessoas importantes como cônjuges, filhos e família.

Caro leitor, é impossível viver a vida cristã sem o salutar hábito de servirmos a Deus na Igreja. Ao nascer de novo somos tomados por uma vontade substancial de sermos úteis ao nosso Senhor e ao seu Reino. Contudo é de fundamental importância que entendamos que o servir a Deus e a família não são coisas autoexcludentes.

A espiritualidade saudável faz com que compreendamos que no Reino de Deus existe tempo e espaço para tudo. Existe tempo, para pregar o Evangelho, para visitar os enfermos, para aconselharmos os carentes, bem como para brincar e rir com os nossos filhos, passear com a esposa, além obviamente de desenvolver no lar uma ambiência de aconchego e amizade. O que adianta ganhar o mundo para Cristo e perder os filhos para as drogas ou álcool ? Ou falar entusiasticamente do amor de Deus para os desfavorecidos sem contudo ser capaz de demonstrar com um gesto de carinho sequer amor pelo cônjuge? A vida Cristã não deve estar fundamentada nos cacoetes da espiritualidade, mais sim nos princípios irrefutáveis da Palavra de Deus.

Somos chamados para vivermos a vida de forma equilibrada. O Senhor nosso Deus deseja que estejamos extremamente engajados na expansão do Reino. Ele quer que sejamos crentes ativos, pregadores da justiça, servidores da comunidade e anunciadores das Boas Novas. Entretanto, não significa dizer que por fazermos isso, devemos deixar de lado a nossa família. Antes pelo contrário, o desejo do Pai é que sejamos pregadores da justiça em nossa casa, que sejamos servidores de nossos filhos e cônjuge. Se fizermos isso, aí sim, aqueles que nos amam entenderão que vale a pena servir o Deus do evangelho.

Soli Deo Gloria

Fonte Bog do Autor

Via VIGIAI



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Pai nunca se aposenta!


Pr. Antonio Mendes Gonçales

Diz o dito popular que: “Ser avô é ser pai duas vezes”.
Sendo assim, o vovô deve dar duas vezes mais exemplos para os netos, ser duas vezes mais cuidadoso com o testemunho, com as palavras, com os gestos e principalmente com sua vida diante de Deus.
Normalmente os pais são os super-heróis dos seus filhos e estes, quando olham para o avô, devem ver um Hiper herói.
O vovô como crente no Senhor Jesus tem uma enorme responsabilidade na educação cristã dos seus netos. Não é dele a responsabilidade maior de ensiná-los, essa é dos pais, porém lembre-se vovô, seus netos o observam e o têm como padrão.

Que exemplo transmite o avô que não vem à Escola Bíblica Dominical? Que não freqüenta os cultos de oração? Que não contribui para missões e nem é assíduo na igreja?
Imagine a frustração daquele neto que, ao terminar sua aula da EBD, sai correndo querendo mostrar o desenho de ovelhinhas recém pintadas. Ele mostra para todos, mas onde está o vovô?
Aí, a criança começa a não entender porque o papai vem à igreja e o vovô não. E vêm as perguntas: O vovô não gosta de Jesus? O vovô não gosta da igreja? O vovô tem Jesus no coração?
Pais e vovôs, nenhum de nós se aposenta da responsabilidade e obrigação diante de Deus de ser modelos, conselheiros, amigos e guias para nossos filhos e netos.

A igreja de amanhã será aquilo que somos e ensinamos hoje para nossos filhos e netos. O vovô nunca será um pai aposentado.

“Desse modo vocês, seus filhos e seus netos temerão o SENHOR, o seu Deus, e obedecerão a todos os seus decretos e mandamentos, que eu lhes ordeno, todos os dias da sua vida, para que tenham vida longa.” Dt 6.2

Fonte Pastorais Pr. Mendes

Via Vigiai

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Dia dos mortos? Estou fora!

Renato Vargens

Infelizmente em nosso país, milhões de brasileiros, das classes sociais mais distintas, de todos os estados da federação, cultivam o danoso hábito de visitarem os cemitérios na expectativa de rezar ou interceder pelos seus entes falecidos.


A prática de orar pelos defuntos iniciou-se por volta do 5º século (d.c), quando a igreja passou a dedicar um dia especifico do ano para rezar pelos seus mortos. No entanto, o culto de finados somente seria instituído na França, no século X, através de um abade beneditino de nome Cluny. Um século depois, os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigaram aos fiéis a dedicarem um dia inteiro aos mortos. Já no século XIII o dia de rezar pelos finados finalmente começou a ser celebrado em 2 de novembro. Essa data foi definida por ser um dia depois da comemoração da Festa de Todos os Santos, onde se celebrava a morte de todos que faleceram em estado de graça e que por algum motivo não foram canonizados.


Caro leitor, a Bíblia é absolutamente clara ao afirmar que após a morte só nos resta o juízo. Ensina também, que o fato de toda e qualquer decisão por Cristo só pode ser tomada em vida, o que, por conseguinte, nos leva a entender de que não existe fundamento teológico para interceder a favor dos mortos.


Para os católicos romanos a referência bíblica que fundamenta esta prática encontra-se em 2 Macabeus 12.44. Entretanto, nós protestantes, não reconhecemos a canonicidade deste livro e nem tampouco a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas e sim as doutrinas das Sagradas Escrituras.


Segundo a interpretação protestante, a Bíblia nos diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).


Ora, do ponto de vista bíblico é inaceitável acreditar que os mortos estejam no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação. Em hipótese alguma nós como cristãos devemos celebrar ou participar de culto aos mortos, antes pelo contrário, fomos e somos chamados a anunciar aos vivos a vida que somente podemos experimentar em Cristo Jesus.


Soli Deo gloria


Fonte: Púlpito Cristão

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

El Juicio de Dios


El Alfarero

Juan:12:48:El que me desecha, y no recibe mis palabras, tiene quien le juzgue: la palabra que he hablado, ella le juzgará en el día postrero.

Romanos:2:5:Mas por tu dureza, y por tu corazón no arrepentido, atesoras para ti mismo ira para el día de la ira y de la manifestación del justo juicio de Dios;

- Promete decir la verdad... y nada mas que la verdad?

- Sí lo prometo (mientras apoya una mano en la Biblia y levanta la otra)

Esta frase tan usadas en los juicios, cuando un testigo tiene que declarar, se realiza apoyando una mano en la Biblia, para certificar que está diciendo la verdad. Por que razón? Por que es de suponer que la persona que realiza tan solemne promesa, lo hace delante de la VERDAD: LA PALABRA DE DIOS.

También la Biblia es usada en algunas ocasiones en donde algún político que ocupa un puesto prominente, promete lealtad a su cargo.

Es así que el mundo certifica sus declaraciones delante de la Biblia, lo cual hace suponer que dicho libro es de su especial ocupación y lectura.

Pero es así en la realidad? Veamos...

Antes los episodios de guerra, violencia, hambre y enfermedad... como reaccionan las personas?

Muchos se preguntan como será el fin del mundo?

Y ante los trágicos acontecimientos mundiales que explicación buscan?

Guerras, atentados, hambre, terremotos en varios lugares, enfermedades nuevas, destrucción de la familia, perdida de los valores morales, que significa todo esto?

Uno puede encontrar por televisión, radio o internet, las más diversas explicaciones... menos la explicación Bíblica.

Sectas, agoreros y falsos profetas, aprovechan la ocasión para sembrar su cuota de confusión e incertidumbre con especulaciones y argumentos mentirosos.

Mientras tanto la Biblia permanece cerrada para muchos... olvidada a sabiendas... pero trágicamente en sus paginas se describe el destino de esta humanidad que no sabe a donde de va.

La Biblia dice que este mundo ha de ser juzgado:

El juez es Cristo, y la ley: sus palabras. (La Biblia)

Nos dice que habrá un día final, no por una destrucción nuclear global como muchos suponen, sino que Dios enjuiciará a la humanidad. Dios dice en su Palabra que este mundo tiene que pasar por muchos dolores y sera juzgado por rechazar el mensaje de sus palabras.

Y cual es el mensaje principal de Biblia?

CREE EN EL SEÑOR JESUCRISTO Y SERAS SALVO... (Hechos 16:31)

Aquel Hijo de Dios vino a este mundo y se entregó a sí mismo en la cruz para que creamos en EL como nuestro Salvador. Cuando vino, el mundo lo rechazó, lo coronó de espinas, se burló de Él y lo clavó en una cruz.

Luego él resucitó y ascendió a los cielos prometiendo que un día regresaría.

Ese día en que volverá, ya no mas como un salvador amoroso, sino como el juez de este mundo.

En esa hora las rodillas de todos temblaran, cuando ni los montes podrán esconderlos de la presencia de aquel que baja imponente de los cielos.

Aquel que rechazaron e hicieron burlas de sus palabras... esas mismas palabras lo juzgarán, y no tendrán excusa, y serán condenados eternamente.

Pero si quieres evitarlo tienes la oportunidad: Cree en el Señor Jesucristo.

Hoy puedes creer en él:

2Cor 6:2 En tiempo aceptable te he oído, Y en día de salud te he socorrido: he aquí ahora el tiempo aceptable; he aquí ahora el día de salud.

Así es estimado amigo hoy puedes ser salvo, dísele en oración a Dios, dile a Cristo: Señor creo en ti! Señor perdona mis pecados ¡ Señor sálvame!

Y el te salvará... puesto que así también lo ha hecho conmigo. Y tengo la seguridad de su promesa que volverá a buscar a cuantos creyeron en ÉL para arrebatarlos de este mundo, cuyos juicios ya se van vislumbrando poco a poco.

El justo juicio de Dios se acerca...

Líbrate...acepta hoy a Jesús tu salvador...!


Fonte: En defensa de la sana doctrina

domingo, 10 de outubro de 2010

A Busca da Santidade

John Stott

Muitos dos segredos da santidade nos são revelados nas páginas da Bíblia. De fato, um dos objetivos principais da Escritura é mostrar ao povo de Deus como levar uma vida que lhe seja digna e que lhe agrade. Porém um dos aspectos mais negligenciados na busca da santidade é a parte que compete à mente, conquanto o próprio Jesus tenha posto o assunto fora de qualquer dúvida quando prometeu: “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. É mediante a sua verdade que Cristo nos liberta da escravidão do pecado. De que forma? Onde se encontra o poder libertador da verdade?
Para começarmos, precisamos ter um quadro bem claro do tipo de pessoa que Deus pretende que sejamos. Temos de conhecer a lei moral de Deus e os mandamentos. Como o expressou John Owen: “o bem que a mente não é capaz de descobrir, a vontade não pode escolher, nem as afeições podem se apegar”.. Portanto, “na Escritura o engano da mente comumente se apresenta como o princípio de todo pecado”.
O melhor exemplo disso pode-se encontrar na vida terrena do nosso Salvador. Por três vezes o diabo aproximou-se dele e o tentou no deserto da Judéia. Nas três vezes Ele reconheceu se má a sugestão que lhe fizera Satanás e contrária à vontade de Deus. Três vezes Ele se opôs à tentação com a palavra gegraptai: “está escrito”. Jesus não deu margem a qualquer discussão ou argumentação. A questão já estava decidida, logo de partida, em sua mente. Pois a Escritura estabelecera o que é certo. Este claro conhecimento bíblico da vontade de Deus é o segredo básico de uma vida reta.
Não basta sabermos o que deveríamos ser, entretanto. Temos de ir mais além, resolvendo, em nossas mentes, a alcançá-la. A batalha é quase sempre ganha na mente. É pela renovação de nossa mente que nosso caráter e comportamento se transformam. Assim é que, seguidamente, a Escritura nos exorta a uma disciplina mental nesse sentido. “Tudo o que é verdadeiro”, diz ela, “tudo o que respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”.
De novo: Se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.
De novo ainda: “Os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz”.
O autocontrole é, antes de tudo, o controle da mente. O que semeamos em nossas mentes, colhemos em nossas ações. “Ler É Viver” foi o lema de uma recente campanha publicitária. É um testemunho do fato de que a vida não consiste apenas em trabalhar, comer, dormir. A mente tem de ser também alimentada. E o tipo de comida que nossas mentes receberem determinará que tipo de pessoa seremos. Mentes sadias têm um apetite sadio. Temos de satisfazê-las com alimento saudável, e não com drogas e venenos intelectuais perigosos.
Há, entretanto, uma outra espécie de disciplina mental a que somos convocados no Novo Testamento. Temos que considerar não somente o que deveríamos ser, mas também o que, pela graça de Deus, já somos. Devemos constantemente nos lembrar do que Deus já fez por nós, e dizer a nós mesmos: “Deus uniu-me com Cristo em sua morte e ressurreição, e assim acabou com a minha velha vida e me deu uma vida completamente nova em Cristo. Adotou-me em sua família e me fez seu filho. Pôs em mim seu Espírito Santo, fazendo de meu corpo seu templo. Também tornou-se seu herdeiro e prometeu-me um destino eterno, consigo, no céu. Isto é o que Ele fez para mim e em mim. Isto é o que sou em Cristo”.
Paulo não se cansa de nos incitar a que deixemos nossas mentes pensar nessas coisas. “Quero que saibais”, ele escreve. “Porque não quero, irmãos, que ignoreis...”E cerca de dez vezes em suas cartas aos Romanos e Coríntios ele profere esta pergunta incrédula: “Não sabeis...” “Não sabeis que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus , fomos batizados na sua morte?” Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos...? “Não sabeis que sois santuários de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” “Não sabeis que os vossos corpos são membros de Cristo?
A intenção do apóstolo nesta enxurrada de perguntas não é apenas fazer-nos sentir envergonhados por nossa ignorância. É antes fazer com que nos dizem respeito, as quais de fato nos são bem conhecidas; e que falemos entre nós sobre elas até o ponto em que se apoderem de nossas mentes e moldem o nosso caráter. Não se trata do otimismo de autoconfiança de Norman Vicent Peale, cujo método procura conseguir que façamos de conta que somos algo que não somos. O método de Paulo é nos lembrar do que realmente somos, porque assim nos fez Deus em Cristo.
Fonte: Crer é também pensar, John Stott.

O Perigo da Nostalgia

John Piper

Uma das grandes tentações para deixarmos de cumprir a missão que Jesus nos confiou é olhar para trás quando estamos cansados da luta e ficar lembrando como a vida era fácil antes de começarmos a segui-lo. Esforçar-se para entrar pela porta estreita significa perseverar na luta. O zelo de muitos pretensos seguidores de Jesus esfria, e eles se desviam do caminho. Jesus disse: "Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo" (Mateus 24.12,13). Um dos fatores que estreitam a porta do Reino de Deus é que o esforço para entrar deve durar até o fim.

Jesus, portanto, alerta-nos contra a nostalgia dos tempos em que ainda não havíamos decidido segui-lo. Ele diz que a tensão dos últimos dias desta era forçará o povo a olhar para trás. Com simplicidade surpreendente, ele adverte: "Lembrem-se da mulher de Ló!" (Lucas 17.32), referindo-se a uma mulher do Antigo Testamento que teve de abandonar sua cidade, chamada Sodoma, porque Deus estava prestes a destruí-la por causa dos pecados cometidos por seus habitantes. Tragicamente, como ocorre com tantos pretensos seguidores de Jesus que começam a deixar o antigo caminho do pecado, ela olhou para trás. "A mulher de Ló olhou para trás e se transformou numa coluna de sal" (Gênesis 19.26).

Deus enxergou um coração idólatra quando ela olhou de relance na direção de Sodoma. A cidade era seu verdadeiro amor, não Deus. Esforçar-se para entrar pela porta estreita significa prestar atenção ao alerta de Jesus: "Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus" (Lucas 9.62).

Fonte: O Cristão Hedonista

Via: Vigiai

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Igreja não faz aliança política


Pr. Ed René Kivitz


Há cinco razões para este posicionamento

Igreja não apoia candidato. Igreja não se envolve com política partidária. Há pelo menos cinco razões para este posicionamento.

Primeira: o Estado é laico. Igreja e Estado são instituições distintas e autônomas entre si. É inadmissível que, em nome da religião, os cidadãos livres sofram pressões ideológicas. Assim como é deplorável que os religiosos livres sofram pressões ideológicas perpetradas pelo Estado. É incoerente que um Estado de Direito tenha feriados santos, expressões religiosas gravadas em suas cédulas de dinheiro, espaços e recursos públicos loteados entre segmentos religiosos institucionais. É uma vergonha que líderes espirituais emprestem sua credibilidade em questão de fé para servir aos interesses efêmeros e dúbios (em termos de postulados ideológicos e valores morais) da política eleitoral ou eleitoreira.

Segunda: o voto é uma prerrogativa do cidadão. Assim como os clubes de futebol, as organizações não governamentais, as entidades de classe, as associações culturais e as instituições filantrópicas não votam, também a igreja não vota. Quem vota é o cidadão. O cidadão pode ser influenciado, melhor seria, educado, por todos os segmentos organizados da sociedade civil, inclusive a igreja. Mas quem vota é o cidadão.

Terceira: a igreja é um espaço democrático. A igreja é lugar para todos os cidadãos, independentemente de raça, sexo, classe social e, no caso, opção política. A igreja é lugar do vereador de um lado, do deputado de outro lado, e do senador que não sabe de que lado está. A igreja que abraça uma candidatura específica ou faz uma aliança partidária, direta e indiretamente rejeita e marginaliza aqueles dentre seu rebanho que fizeram opções diferentes.

Quarta: a igreja não tem autoridade histórica para se envolver em política. Na verdade, não se trata apenas de uma questão a respeito da igreja cristã, mas de toda e qualquer expressão religiosa institucional. A mistura entre política e religião é responsável pelos maiores males da história da humanidade. Os católicos na Península Ibérica e em toda a Europa Ocidental. Os protestantes na Índia. Os católicos e os protestantes na Irlanda. Os judeus no Oriente Médio. Os islâmicos na Europa e na América. Todos estes cometeram o pior dos crimes: matar em nome de Deus. Saramago disse com propriedade que “as religiões, todas elas, sem exceção, nunca serviram para aproximar e congraçar os homens, que, pelo contrário, foram e continuam a ser causa de sofrimentos inenarráveis, de morticínios, de monstruosas violências físicas e espirituais que constituem um dos mais tenebrosos capítulos da miserável história humana”.

Quinta: o papel social da igreja é profético. Quando o governo acerta a igreja aplaude. Quando o governo erra a igreja denuncia. Quando a autoridade civil cumpre seu papel institucional a igreja acata. Quando a autoridade civil trai seu papel institucional a igreja se rebela. A igreja não está do lado do governo, nem da oposição. A igreja está do lado da justiça.

Todo cristão é também cidadão. Todo cristão deve exercer sua cidadania à luz dos valores do reino de Deus e do melhor e máximo possível da ética cristã, somando forças em todos os processos solidários, e engajado em todos os movimentos de justiça.

Comparecer às urnas é um ato intransferível de cidadania, um direito inalienável que custou caro às gerações do passado recente do Brasil, e uma oportunidade de cooperar, ainda que de maneira mínima, na construção de uma sociedade livre, justa e pacífica.


Fonte Creio
Via Vigiai

O Cristão e a Política


A. Edwin Wilson
A questão tem sido freqüentemente levantada, mas raramente respondida: Qual é, exatamente, o lugar que um crente deve ocupar na política ou na administração civil do país no qual ele vive?
O que é um político? No melhor sentido da palavra, um político é alguém que tem um considerável e constante interesse na comunidade na qual ele vive, nos negócios e nas pessoas que compõem essa comunidade. Ele louva os governantes quando fazem o que é correto e os condena quando não o fazem. Ele levanta a voz contra toda a injustiça, fraude, engano, corrupção e qualquer restrição à liberdade. Ele resiste ao mal até onde lhe permite a lei. Ele usa toda oportunidade para influenciar o governo e, se tem chance, trabalha pelo bem da humanidade. Ele almeja administrar os negócios de Estado de uma maneira justa e benevolente.

Como pode alguém definir o papel que um cristão deve desempenhar na política? Nosso apelo pode unicamente ser feito à Bíblia. Para o cristão, a Bíblia é a única fonte de autoridade e doutrina. Comecemos, antes de tudo, por tomar o exemplo deixado pelo nosso Senhor. Nós julgamos que o que Ele fez, foi e é, correto, e que aquilo que Ele não fez, ou é errado ou sem importância.

Em I Pe. 2:21, lemos que Cristo nos deixou exemplo para que sigamos as Suas pisadas. Em Jo. 8:29, Jesus diz:
"Faço sempre o que é do Seu agrado" (do Pai). Em Mt. 17:5, Deus, o Pai, diz: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a Ele ouvi". Destes versículos apreendemos:
1) Que Jesus fez somente o que agradava ao Pai;
2) Que o Pai se agradou de tudo o que Ele fez;
3) Que Jesus é o nosso exemplo.

Foi Jesus um político? Tomou Ele parte alguma no governo do Império Romano ou da nação de Israel? Proferiu Ele qualquer julgamento a qualquer pessoa ou medida? Posicionou-se Jesus ao lado de qualquer grupo político, oprimido ou não? Exerceu Ele qualquer espécie de função civil? A resposta a todas essas perguntas é um enfático,
"NÃO! ! !"

A Sua conduta foi exatamente o inverso da conduta normal de um político. A liberdade dos judeus se fora e Ele não fez coisa alguma para remediar a situação. Sua própria pátria e povo eram oprimidos pelo imperador Romano e Ele não fez nada. Escravidão, guerra, pobreza, bebidas, prostituição, floresciam e Ele não fez nada para tentar corrigir a situação como tal. Ele recusou-se a agir como político, como nos é relatado em Lc. 12:13,14, quando negou-se a intervir em um problema financeiro entre dois irmãos. Em Jo. 3:17, Ele especificamente afirma que não veio ao mundo para julgar o mundo. (Quanto da assim chamada "pregação do evangelho" não é mais que a condenação do mundo e das coisas do mundo!)

Em Mt. 14:10-13, quando contaram a Jesus que Herodes decapitara João Batista, não houve qualquer demonstração, nenhum quebra-quebra ou pilhagem de estabelecimentos comerciais, nenhum bloqueio de bigas e carros de boi, à guisa de protesto, nenhum tipo de condenação a Herodes ou ao seu governo. Jesus e Seus discípulos apenas retiraram-se silenciosamente e foram para um lugar deserto, para se afastarem de tudo aquilo por algum tempo.

Em Lc. 13:1-5, nosso Senhor não tem qualquer palavra de condenação para o ultraje-nacional cometido por Pilatos, ao matar alguns galileus no templo, em meio aos sacrifícios que eram oferecidos. Essa profanação pagã do templo e repulsiva indignação perpetrada pelo pagão Pilatos, não extraiu uma única palavra do Senhor.

Jesus não contendeu por direitos civis para si mesmo ou para Seus seguidores, mas ensinou aos Seus discípulos a serem obedientes às autoridades constituídas. Em Mt. 22:15-22, nosso Senhor lhes ordenou pagarem os tributos a César. César era um assassino, depravado, imoral, adúltero; era cruel e sem coração. Jesus disse que lhe pagassem os tributos, ainda que parte deles se destinassem ao sustento dos cultos idólatras do Império Romano. Jesus não se intrometeu em nenhum dos governos das terras onde esteve. Nem tampouco devemos nós fazê-lo. Em Jo. 20:21, nosso Senhor diz: "Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós".

Observemos o exemplo do Apóstolo Paulo. Em At. 16:16-34, quando Paulo e Silas foram injustamente presos, acusados, condenados e agredidos, seus seguidores não fizeram qualquer manifestação de protesto, nem no palácio do governador, nem nas ruas. Paulo e Silas não proferiram protesto algum mas oraram a Deus e Ele moveu-se de maneira miraculosa para salvá-los.

Contudo, houve uma vez na sua vida em que Paulo se envolveu em política. No seu julgamento diante de Festo, como relatado em At. 25:11, Paulo exerceu seu direito como cidadão Romano e apelou a César, isto é, reclamou proteção civil baseada em direitos civis. Aquele apelo, aquele momento único de fraqueza, ao voltar-se para o poder político e para as autoridades, em vez de tornar-se para o Senhor, custou-lhe passar o resto da sua Vida aprisionado, exceto talvez por uma possível trégua entre o que ele chamou de sua primeira e segunda prisão.

Em At. 26:32, Agripa disse a Festo: "Este homem bem podia ser solto, se não tivesse apelado para César", o que vale dizer: este homem poderia ter sido liberto, se não tivesse usado seus direitos civis em vez do poder espiritual.

Em At. 12, onde lemos sobre a morte de Tiago e a prisão de Pedro, a Conferência de Liderança Cristã não apelou a Jerusalém ou a Roma, nem iniciaram um protesto pela não-violência, nem começaram a agir como vândalos, destruindo propriedades, queimando e saqueando. Eles fizeram o que todo cristão deveria fazer - retiraram-se para uma casa particular e oraram. E o Senhor ouviu as suas orações.

Agora consideremos alguns dos ensinamentos bíblicos concernentes ao relacionamento do cristão com o mundo. Em Hb. 11:13-16, lemos que os cristãos do primeiro século "confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra", e que estavam à procura de uma pátria melhor. Em I Pe. 2:11-18, os cristãos são encorajados a sujeitarem-se a toda autoridade humana por amor do Senhor, independente de ser essa a mais alta corte da terra ou a menor delas. Em Romanos 13, os cristãos são estimulados a submeterem-se às autoridades superiores, porque não há autoridade que não venha de Deus. Homens em posições de autorida­de de Estado são chamados ali de ministros de Deus.

As Escrituras a que já fizemos referência chamam a nossa atenção para o fato de que o governo civil foi estabelecido por Deus e que o cristão deve submeter-se às autoridades, porém nunca administrar.

Quando o nosso Senhor disse em Mt. 7:1-6: "Não julgueis", Ele quis dizer exatamente isso. O cristão não pode ser um juiz. Também aprendemos em Daniel 4:17, que o Senhor "tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer e até o mais humilde dos homens constitui sobre eles". (Quão oposto ao pensa­mento de muitos cristãos, de que os crentes precisam assumir a direção do país, que está sob o controle de Satanás!)

Em II Co. 5:20, o Espírito Santo chama à nossa atenção que os cristãos, cujo lar está nos céus, são embaixadores no mundo, rogando ao mundo que se reconcilie com Deus. Em questões civis, embaixadores que se intrometem nos negócios do Estado para onde foram enviados são, usualmente, destituídos do cargo, a pedido do país no qual estão servindo.

A filosofia de muitos cristãos é de que os crentes na política tornariam o mundo um lugar melhor para se viver. Em I Sm 2:8, na oração profética de Ana, o mundo é comparado a um monte de lixo, do qual os cristãos, como mendigos, foram resgatados. Seguindo essa ilustração, todo esforço para tornar o mundo, amaldiçoado pelo pecado, condenado e prestes a ser destruído, em um lugar melhor para se viver, não é mais do que decorar e perfumar um monte de lixo.

Outra vez, os cristãos passando por esse mundo, são comparados aos filhos de Israel atravessando o deserto, a caminho da Terra Prometida. Todos os esforços para melhorar este mundo, através de meios políticos, são como plantar flores, cultivar jardins e cuidar da paisagem do deserto, através do qual passam os filhos de Israel.

Em At. 15:14, lemos que Deus está separando, dentre os gentios, um povo para o seu Nome. Em I Tm. 4:1, aprendemos que a era na qual vivemos é governada e controlada pelo Diabo e seus espíritos sedutores e que as coisas irão de mal a pior. Em II Tm. 3:1-9, aprendemos que o mundo se degenera continuamente até que, moralmente falando, torna-se insuportável. Em I Tess. 5:3, lemos a respeito da repentina destruição que está para vir sobre o mundo e sobre aqueles que forem deixados nele.

Os cristãos estão proibidos de amar o mundo, sendo ensinados que a amizade com o mundo é inimizade para com Deus. O mundo é mau, ímpio, condenado e moribundo, e um dia será aniquilado. Então o Senhor criará um novo céu e uma nova terra, onde habitará a justiça.

Em Mt. 5:39-42, o cristão é exortado a não resistir ao homem mau; se agredido na face direita, deve oferecer também a outra. Se alguém lhe tirar a túnica, deve também entregar-lhe a capa. Se forçado a caminhar mil passos, deve caminhar dois mil, por amor do Senhor.

Em I Co. 4:5, é nos dito para não julgar nada antes do tempo, até que venha o Senhor (o tempo será quando o Senhor retornar em glória e poder). Em I Co. 6:2, somos ensinados que os santos hão de julgar o mundo, mas não antes que o Senhor volte e estabeleça Seu próprio reino. Em I Jo. 3:1, aprendemos que o mundo não nos conhece, o que significa que não reconhecerá quando um homem é cristão, pelo fato de que não reconhecerá a Deus, como criador, sustentador e Senhor do universo.

A Escritura mostra em detalhes como agir em várias esferas nas quais um cristão tem que se mover. A Escritura mostra e explica a um homem como agir como marido, como deve agir como um pai, na relação com seus filhos, como deve ser sua conduta se ele é um empregado e como deve tratar um empregado, caso seja ele o patrão.

A Escritura continua ainda explicando como os missionários, pregadores e mestres devem conduzir-se. Porém não há uma única palavra sobre como um cristão deve agir como político.

Dwight L. Moody expressou-se com estas palavras: "O mundo é um navio naufragando e eu não fui chamado para salvar o navio, mas para salvar alguns do navio, antes que ele afunde". Em Judas, versículo 23, o dever do cristão é definido como o de arrebatar do fogo os pecadores perdidos, como uma brasa da fogueira, e não o de tentar apagar o fogo.

Em II Co. 6:17, os cristãos são comandados a sair do mundo e separar-se dele. (Como essa escritura tem sido torcida e pervertida para justificar cristãos separando-se de cristãos!)

Houve um tempo em que os cristãos usavam cantar um cântico:

Eu sou um forasteiro aqui,
Em uma terra estranha;
Meu lar é muito longe,
Em uma praia dourada;
Eu sou um embaixador
De reinos além do mar,
Estou aqui a serviço do Rei
.


Sendo este um ano de eleições, muitos cristãos estão preocupados com a política. Muitos têm me perguntado quem é o meu candidato; outros estão preocupados em saber qual é o papel que o crente deve assumir no campo do governo. Eu penso que a Bíblia é muito clara nos seus ensi­namentos a esse respeito, porém esses, como tanto da verdade da Bíblia, são desagradáveis para muitos de nós.

A visão que alguém tenha, no que diz respeito ao Reino vindouro do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, determinará sua atitude para com o governo do mundo e para com a sua política. Se alguém acredita, contrariamente às Escrituras, que a Igreja trará o reino e que o reino não poderá vir até que a Igreja tenha produzido o Milênio, então esse crê na necessidade da Igreja e dos cristãos desempenharem grande papel na política. Se, porém, como afirma a Bíblia, as coisas irão de mal a pior e a iniqüidade será abundante, e não haverá paz até que Jesus volte, então os cristãos têm pouco ou nada a ver com a política. "Porque a nossa pátria está nos céus..." (Fl 3:20). A nossa cidadania está nos céus. "De sorte que somos embaixadores por Cristo..." (II Co. 5:20).

A verdade nessa questão, é que os cristãos são um povo celestial, com um chamamento celestial, e com um lar celestial Nossa função neste mundo é aquela de um embaixador, proclamando a um mundo de mente réproba, que Deus já se reconciliou conosco em Cristo e rogando aos indivíduos que se reconciliem com Deus. Como embaixadores, estamos aqui a serviço do Rei. Como embaixadores do céu, a nossa cidadania não é DESTE mundo, embora seja NESTE mundo. (Jo. 17:16).

Aqueles cuja cidadania é tanto DESTE mundo, quanto NESTE mundo, NÃO SENDO cidadãos do céu, são chamados, por todo o livro de Apocalipse, de "habitantes da terra" ou "moradores da terra", e o governo deste mundo está nas suas mãos até o tempo em que o Senhor retornar, em poder e glória, para reassumir as rédeas do governo do mundo. Ainda que o governo do mundo esteja nas mãos de homens não regenerados, devemos reconhecer o fato de que Deus governa neste reino dos homens e coloca no poder, à frente dos governos, quem Ele quer. Veja Daniel 4:17,25. Satanás é o deus desta era e é o príncipe das potestades do ar. E, embora Deus controle os assuntos dos homens, ainda assim Ele permite que tais homens governem sob a direção de Satanás. Este não é o tempo para que os cristãos governem. Este não é o tempo para a Igreja dominar. Este é o tempo em que a Igreja, a noiva de Cristo, suporta rejeição por parte do mundo, juntamente com Cristo. Homens vis e irregenerados, administrando os negócios de Estado, são, apesar disso, referidos como ministros de Deus. Estude cuidadosamente Rm. 13:1-7.

Quando Jesus voltar e estabelecer Seu reino aqui sobre a terra, os cristãos fiéis terão o privilégio e a responsabilidade de governar e reinar com Cristo. Lc. 19:17, "...sobre dez cidades terás autoridade". Verso 19: "... sê tu também sobre cinco cidades". Ap. 3:21: "Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci e me assentei com meu Pai no Seu trono".

Deixe-me repetir - este não é o tempo para a Igreja e os cristãos governarem em posições de Estado. Antes, a nossa relação com o mundo deve ser aquela de um cidadão de todo o mundo. Devemos viver e pensar de maneira a cumprir o comissionamento de Mc. 16:15: "E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura". Nós não devemos criar antagonismos com todas as nações do mundo, pela proclamação de que pertencemos a uma nação e, dessa maneira, embaraçar o nosso testemunho por Cristo em outras nações. Devemos, antes, ser não-partidários, nas nações onde vivemos, do que fazermos membros de um partido, assim antagonizando todos os outros e impedindo nosso testemunho para todos aqueles que não pertencem ao partido ao qual estamos filiados.

Um estudo minucioso da vida de Cristo e dos Seus discípulos, e da relação deles com a política local e mundial, será de muito proveito. Cristo ordenou obediência às leis da terra. Cristo e seus discípulos pagaram seus impostos. Cristo e seus discípulos se devotaram à tarefa dada por Deus, que era a proclamação da paz pelo sangue derramado do Senhor Jesus Cristo. Nós devemos orar "pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e sossegada", de maneira que todos os homens venham a conhecer o Senhor (I Tm. 2:1-4). A Igreja e os cristãos podem exercer muito maior poder e influência na política do mundo pela oração do que por todos os outros métodos combinados. "Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens" (Rm. 12:18).

Autor: A. Edwin Wilson
Extraído do livro: The Writings of A. Edwin Wilson

Fonte: Preciosa Semente

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Esfuérzate y sé valiente

Enrique Monterroza

“Mira que te mando que te esfuerces y seas valiente; no temas ni desmayes, porque Jehová tu Dios estará contigo en dondequiera que vayas”. Josué 1: 9 En el caminar de la vida cristiana todos pasamos en momento determinado por situaciones que quieren alejarnos de nuestro objetivo de vida eterna. Dichas situaciones son obstáculos muchas veces difíciles de saltar, pero no imposibles. No podemos negar que hay momentos en donde quisiéramos colgar los guantes, en donde por mas que intentamos no podemos salir de una de esas crisis de la vida. Es en esos momentos en donde no me vas a dejar mentir que a la mayoría se nos viene a la mente el texto anterior, “Mira que te mando que te esfuerces y seas valiente”. “Mira que te mando”, es una imposición, no es un opción, “Que te esfuerces”, esforzarse es “sacar fuerzas de donde no las hay”, es obvio que si estas en un momento de bajón espiritual no tienes fuerza, es ahí donde entra la Palabra de Dios diciéndote y diciéndome: “Sacar fuerzas de donde no las hay”, un verdadero guerrero no se da por vencido, un verdadero guerrero aun cuando esta gravemente herido, no se da por vencido, porque se trata de su vida y su misma necesidad de seguir viviendo lo hará accionar y no quedarse a expensas de la muerte. “Y seas valiente”, en la vida tenemos que ser valientes, la vida cristiana es para los valientes, es mas la Palabra de Dios dice que los valientes arrebatan el reino de los cielo. (Mateo 11:12 Reina-Valera Antigua) “No temas, ni desmayes”, ¿Por qué temer?, ¿Por qué desmayar?, si el Rey de reyes y el Señor de Señores esta con nosotros. Si Dios es por nosotros, ¿Quién contra nosotros?, hay momentos en los que el temor nos invade, pero eso momentos son disipados cuando vamos a la presencia del Señor y le entregamos todo sentimiento negativo que pueda estar saturando nuestro espíritu. “Jehová tu Dios estará contigo en dondequiera que vayas”, que promesa mas linda de saber que aun cuando me encuentro en temor y sin fuerzas, Jehová Dios ha prometido que estará conmigo, el enemigo puede venir como río en contra de ti, pero Jehová levantara bandera, que linda palabra y reconfortante, el saber que Dios esta conmigo y si El esta conmigo TODO lo puedo porque el me fortalece. Amigo mío, posiblemente estés pasando por crisis muy fuertes, pero tienes que entender con tu corazón, con tu mente y con todo tu ser, que Dios esta contigo, que el no te ha dejado porque prometió que estaría contigo a donde quiera que vayas, es hora de apropiarnos de esa promesa y vivirla. No hay nada que pueda detenerte, si Dios esta contigo.

Por Enrique Monterroza

Fuente Mensajes para meditar

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

A Verdadeira Fé gera Compromisso





A.W. Tozer
Para muitos cristãos, Cristo é um pouco mais que uma idéia. Ele não é um fato. Milhões de cristãos professos falam como se Ele fosse real e agem como se Ele não fosse. E sempre nossa verdadeira posição se faz manifesta pelo modo como agimos, não pelo que falamos.

Podemos provar nossa fé por meio de nosso compromisso com ela, e não de outra forma. Qualquer fé que não conduz aquele que a sustenta não é verdadeira; não passa de uma pseudo fé e pode abalar profundamente alguns de nós se formos subitamente colocados frente a frente com I nossas convicções e forçados a testá-las nas labaredas da vida prática.

Muitos de nós, cristãos, tornamo-nos extremamente habilidosos em organizar nossa vida de forma a admitir a verdade do Cristianismo sem ficarmos envergonhados com suas implicações. Dispomos as coisas ; de modo que possamos nos dar bem o bastante sem a ajuda divina, ao mesmo tempo em que, ostensivamente, a buscamos. Vangloriamo-nos ; no Senhor, mas vigiamos atentamente para que nunca nos encontremos em uma situação de dependência dele. "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá? (Jr 17.9).

A pseudo fé sempre arruma uma saída no caso de Deus falhar. A verdadeira fé conhece apenas um caminho e se dá o prazer de ser desprovida de um segundo caminho ou de substitutos paliativos. Para a verdadeira fé, ou é Deus ou é a queda total. E não faz sentido Adão ter primeiro aparecido na terra tivesse Deus falhado com um único homem ou mulher que Nele confiou.

O homem que tem uma pseudo fé lutará por sua crença em termos verbais, mas se recusará terminantemente a permitir que seja colocada em uma situação difícil onde seu futuro deverá depender dessa fé como sendo algo verdadeiro. Ele sempre se mune de formas secundárias de fugi para que tenha uma saída caso o teto venha a desabar.

O que precisamos urgentemente nesses dias é de um grupo de cristãos que estejam preparados a confiar totalmente em Deus tanto agora como no último dia. Para cada um de nós certamente está prestes a chegar o tempo em que não teremos outra coisa senão Deus. Saúde, riqueza amigos, esconderijos desaparecerão e teremos apenas Deus. Para o homem que tem a pseudo fé. esta é uma idéia apavorante, mas para o que tem a verdadeira é uma das idéias mais confortantes que o coração pode nutrir.

Seria uma tragédia, de fato, chegar ao lugar onde não temos outra coisa senão Deus e descobrir que não confiamos realmente Nele durante i nossa passagem pela terra. Seria melhor convidar Deus agora para pôr fim a toda confiança falsa, libertar nosso coração de todos os recônditos secretos; nos levar a um lugar exposto para que possamos descobrir, por nós mesmos se realmente confiamos Nele ou não. Este é um remédio terrível, porém infalível, para nossas dificuldades. Remédios menos fortes podem ser muito fracos para a realização desta obra. E o tempo está passando diante de nós.

Fonte: http://www.oprincipaldospecadores.com/
Via: Tome a sua cruz e siga-me e Bereianos

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Este é o tempo novo

Pr. Marco Antonio

Este é o tempo novo, enterre o passado e Deus fará coisas novas

Josué tinha Moisés como seu líder e agora quando ele sente a dor da separação, Deus lhe diz: “Dispõe-te agora”. Deus precisou lembrar a Josué que Moisés estava morto, pois queria que Josué enterrasse o passado.
Deus estava falando que o tempo de Moisés tinha acabado e agora era o tempo de Josué se levantar. Em outras palavras Deus está dizendo “Fiz grandes maravilhas através de Moisés, mas este é um novo tempo. Enterre o passado, pois eu quero fazer algo novo”.
Muitas pessoas se apegam ao passado e não têm perspectiva para o que está por vir. Muitos contemplam o passado de tal forma que não conseguem viver suas vidas e nem sonhar com o futuro que Deus tem preparado.Assim acontece em nossas vidas: existem lembranças que minam as nossas forças e pensamentos, mas que precisam sair de nossas mentes.
O que Deus fez ontem foi bom, mas o que Deus vai fazer hoje é melhor ainda!
Nosso Deus não é um Deus que está sentado no trono desequilibrado. Ele sabe o que tem e o que quer! Deus quer fazer novidade!
Em outras palavras Deus falou para Josué prosseguir, sair do passado e se dispor para o futuro. A posição do cristão é avançar e ganhar novas terras espirituais.
Então a mentalidade que Deus queria colocar em Josué era: Possua essa terra que prometi!
Não pare em nenhuma situação, nem deixe que alguma situação te pare. Não desista! Conquiste tudo o que o Senhor tem para você e sua casa.
Você foi carimbado por Deus para prosseguir em vitória!
A posição do cristão é sempre avançar, ganhando novas terras espirituais. A cada momento que andamos com o Senhor, a nossa vida é renovada porque Deus é fonte que se renova a cada dia.
Em Êxodo 14:19, a Palavra diz: “Então o anjo de Deus, que ia adiante do exército de Israel, se retirou e se pôs atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles e se pôs atrás, colocando-se entre o campo dos egípcios e o campo dos israelitas; assim havia nuvem e trevas; contudo aquela clareava a noite para Israel; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.”
Quando você prossegue, Deus é a proteção da sua retaguarda.Nenhuma perda do passado ou situação drástica vai lhe parar.Você está diante do melhor tempo da sua vida!Levante-se e tome posse de tudo que o Senhor tem preparado para você.

Fonte Creio

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Todo lo puedo en Cristo




Te digo que tú puedes por estas razones:

1. Por que soy hijo de Dios. “Mas a todos los que le recibieron, a los que creen en su nombre, les dio potestad de ser hechos hijos de Dios” Juan 1:12

2. Por que soy propiedad del Señor. “Pues si vivimos, para el Señor vivimos; y si morimos, para el Señor morimos. Así pues, sea que vivamos, o que muramos, del Señor somos” Romanos 14:8

3. Por que amo a Dios y por eso todas las cosas me ayudaran a bien. “Y sabemos que a los que aman a Dios, todas las cosas les ayudan a bien, esto es, a los que conforme a su propósito son llamados” Romanos 8:28

4. Por que todo lo puedo en Cristo que me fortalece. “Todo lo puedo en Cristo que me fortalece” Filipenses 4:13

5. Por que jamás seré tentado más de lo que pueda soportar. “No os ha sobrevenido ninguna tentación que no sea humana; pero fiel es Dios, que no os dejará ser tentados más de lo que podéis resistir, sino que dará también juntamente con la tentación la salida, para que podáis soportar” 1 Corintios 10:13

6. Por que si Dios esta conmigo, ¿Quién contra mí? “¿Qué, pues, diremos a esto? Si Dios es por nosotros, ¿quién contra nosotros?” Romanos 8:31

7. Por que mayor es el que está conmigo que el que está en el mundo. “Hijitos, vosotros sois de Dios, y los habéis vencido; porque mayor es el que está en vosotros, que el que está en el mundo” 1 Juan 4:4

8. Por que Dios va como Poderoso Gigante peleando las batallas por mí. “Mas Jehová está conmigo como poderoso gigante; por tanto, los que me persiguen tropezarán, y no prevalecerán; serán avergonzados en gran manera, porque no prosperarán; tendrán perpetua confusión que jamás será olvidada” Jeremías 20: 11

9. Por que cuando el viene como río, Dios levanta bandera por mi. “Y temerán desde el occidente el nombre de Jehová, y desde el nacimiento del sol su gloria; porque vendrá el enemigo como río, mas el Espíritu de Jehová levantará bandera contra él”Isaías 59:19

10. Por que Dios ha prometido estar conmigo todos los días de mi vida hasta el fin del mundo. “…y he aquí yo estoy con vosotros todos los días, hasta el fin del mundo. Amén” Mateo 28: 20
No importa la situación que estés pasando, nunca debes olvidar lo siguiente: ¡Tu puedes!¡El está contigo!


Diois te bendiga.

Fonte: Mensajes para Meditar

terça-feira, 27 de julho de 2010

Nosso papel como administradores

Dick Towner

Aquilo você possui não é seu, você é somente administrador

Deus criou todas as coisas e manteve a posse de tudo o que Ele criou. Ele nos confiou parte de sua criação, pois fomos feitos à Sua imagem. Por isso somos administradores... administradores de tudo que Deus tem nos dado. I Cor. 4:2 diz, “Ora, além disso o que se requer dos despenseiros (administradores) é cada um deles seja encontrado fiel.”

É importante compreender o papel do administrador. O administrador não tem direitos, apenas a responsabilidade de cuidar do que pertence a alguém. Por exemplo, se você por algum motivo fosse incapacitado e eu me tornasse administrador de sua propriedade, eu não teria nenhum direito em relação a seus bens, apenas a responsabilidade de cuidar deles. Se eu decidisse violar sua confiança e gerenciasse seus bens em meu favor, eu poderia ser julgado perante as autoridades por violar sua confiança.

A importância do nosso cargo como administradores e não donos é bem clara na Palavra de Deus, pois todos os outros princípios bíblicos sobre finanças partem deste princípio. Eu e você podemos ter os títulos de propriedade de carros e casas, então em termos terrenos nós possuímos estas coisas. Mas em termos eternos, tudo o que possuímos pertence a Deus. Nós não somos proprietários, somos administradores. Nós viemos ao mundo sem possuirmos nada, e partiremos com nada. Tudo o que possuímos neste intervalo é um presente confiado pelo Senhor para administrarmos.

Você tem sido um bom administrador do que Deus lhe tem confiado? Pense em algo que você possui e tem grande valor pra você. Como você se sente ao pensar que Deus é o dono e não você? Como isso lhe afetará?

Fonte: Creio

Via Vigiai

sábado, 3 de julho de 2010

Crer em Deus é um presente

Jorge Linhares

II Crônicas 26.1-5

“Buscou a Deus nos dias de Zacarias, que o instruiu no temor de Deus. Enquanto buscou ao Senhor, Deus o fez prosperar.”

Este texto é um dos textos mais ministrados com respeito a nossa vida de prevenção. E aqui nós vemos o que Deus pode fazer na vida de alguém que o busca.

Deus não se limita ao físico, a idade, a aparência, e depois que somos marcados por Deus é impossível deixá-lo.

Crê em Deus é um presente, a pessoa que não crê em Deus tem que crer em alguma coisa. O pai do rei Uzias o ensinou que existian um Deus e que este criara todas as coisas.
Talvez você é um pai que não crê em Deus porque ninguém te ensinou a respeito de Deus.

Uzias com 16 anos de idade se propôs a buscar a Deus. Enquanto tantos jovens buscam estar em lugares indevidos, fazendo coisas que não devem, este rapaz propôs no seu coração buscar a Deus.

Entenda uma coisa: você recebe benefício daquilo que você investe. Canalize sua fé em Deus. Uzias começou a receber de Deus a partir da busca.

Para que possamos ser pessoas prósperas, que aproveitem os benefícios do Senhor, temos de aprender a dominar o que já temos. Uma pessoa pode ter muito dinheiro e não ter prosperidade, porque a verdadeira prosperidade é ter domínio sobre o que Deus nos dá.

Não podemos buscar ao Senhor somente nas horas de dificuldades, tristezas e decepções. Temos que dar a primazia das nossas vidas a Deus.

Foi isso Uzias fez. Se você busca a Deus em primeiro lugar (se você considera Deus como utopia,partido...), se você está perto de Deus, aonde você vai estar? Na frente, por cima, porque Deus tem sempre o melhor.

Se estar perto de pessoas importantes produz certos privilégios, imagine se você estiver juntinho de Deus?
Se você buscar ao Senhor em primazia – Deus te faz prosperar!


Fonte Vigiai

sábado, 26 de junho de 2010

Pirata original



Ely M. Medeiros
Os noticiários da televisão, rádios e jornais, quase que diariamente trazem a informação de que as autoridades fizeram apreensão de mercadorias falsificadas.
Desde produtos mais simples até os mais sofisticados são falsificados.


Há os que não prejudicam as pessoas, até os que podem trazer conseqüências danosas aos que os consumirem.


Remédios são falsificados, podendo não fazer efeito algum como também prejudicar a saúde do consumidor. Tênis para a prática de exercícios físicos podem comprometer a estrutura do atleta, uma vez que não irá amortecer ou corrigir de forma ideal sua postura quando se exercitar. Mídias de áudio e vídeo carecem de qualidade e podem prejudicar os equipamentos onde são reproduzidos além de roubar os artistas.

Esses são alguns exemplos do que se falsifica. Há falsificações primárias, que a primeira vista torna-se evidente que não são originais. Porém, alguns falsários alcançam grande grau de identidade com o original na aparência, entretanto pecam na qualidade. Além de prejudicar quem consome, também prejudicam os que produzem os originais; que dão emprego e recolhem impostos.

Os que fabricam tais produtos como imitações que se tomam por originais, são considerados como os piratas que se apropriavam do alheio, portanto seus produtos são chamados de produtos piratas.

Os produtos falsos que se assemelham, em muito na aparência aos originais, eu os chamo de Pirata Original.

Portanto, não consuma produtos piratas, pois se assim o faz, você pode estar se equiparando aos criminosos que os produzem.

E o evangelho que você está seguindo? Já pensou que também pode ser um Pirata Original?

Pode ter a aparência de legítimo, mas trás em seu conteúdo heresias que afetarão sua vida espiritual , se for seguido.

Tal qual para produtos, também o que você ouve e pratica, deve ser submetido ao teste de qualidade. Confronte sempre, como faziam os de beréia, que até o Apóstolo Paulo passaram pelo crivo. (Atos 17:11).

Deus te abençoe.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amigos e Irmãos?



“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.” (Rute 1.16-17).

Estas palavras, muitas vezes, são citadas em convites de casamento, mas elas se referem ao relacionamento entre duas mulheres: Noemi e Rute. Estas mulheres já não eram formalmente parentes, pois o grau de parentesco entre elas havia sido quebrado pela morte dos filhos de Noemi.

Na comunidade cristã nós temos o costume de chamarmos uns aos outros de irmãos (ãs). Por quê? Vejam o que diz a Bíblia: “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Romanos 8.29). Embora não haja grau de parentesco entre nós, somos irmãos em Cristo. Fomos adotados para pertencer à família de Deus (cf Efésios 2.19).

Rute expressa a realidade de pertencermos à família de Deus em suas palavras a Noemi. Ela teve a oportunidade de deixar Noemi, sua ex-sogra e romper culturalmente o elo entre elas (porque de fato elas não estavam mais ligadas).

Na maioria das vezes a igreja não é composta de membros da mesma família natural. Mas nós sabemos que o que nos une é Cristo, porém será que temos considerado incondicionalmente esse fato, assim como Rute?

Ela abriu mão de estar com qualquer outra pessoa. A família espiritual obteve prioridade. Mas é claro que não devemos jamais desprezar a nossa família natural. Nós destacamos apenas, a importância do nosso relacionamento fraternal em Deus. Estar uns com os outros, acompanhar uns aos outros é compartilhar o mesmo Deus, a mesma peregrinação para o lar celestial.

É muito importante a nossa amizade, a expressão de consideração, o carinho: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Romanos 12.10). A palavra honra (grega), pode ser traduzida por “entrega”, “devoção”, “carinhoso”, “afetuoso”, “respeito”.

Além disso, Rute faz um voto de fidelidade ao povo e ao Deus de Noemi. Rute não abandonou Noemi. Devemos amar uns aos outros e sermos amigos até a morte. Ser fiel ao próximo é ser leal, é não abandonar.

Davi e Jônatas fizeram uma aliança de fidelidade. E nem mesmo Saul, o pai de Jônatas e rei de Israel poderia quebrar essa aliança (I Samuel 20.13).

A sociedade sem Cristo não entende esse tipo de amor. Os relacionamentos, até os mais compactos, que foram feitos para não serem quebrados (marido/mulher, pai/filhos), são instáveis e voláteis.

A Bíblia diz que nós devemos ser humildes e considerar os outros superiores a nós mesmos (Filipenses 2.3) sempre! Ou seja, nós devemos agir como servos e respeitar os outros irmãos, buscar o interesse alheio até o final.

E isso nos leva a refletir como deve ser essa entrega na prática. Rute declarou fidelidade a Noemi e a acompanhou para viver uma vida como judia ao lado dela. Ela não voltou atrás.

Não devemos ser apenas educados e cumprimentar-nos ao final do culto, porém devemos acompanhar uns aos outros. A igreja não é uma empresa que se reúne apenas com fim comercial. Ela é o Corpo de Cristo (cf 1Coríntios 12.27).

Como um corpo vive? Ninguém gosta de ir a uma igreja onde as pessoas vivem como colegas (ler João 15.12). A principal característica do cristão é o amor (ler Filipenses 4.1-4).

Se nós temos a certeza que fazemos parte da mesma família, temos que compartilhar nossas vidas. Viver o dia a dia em contato uns com os outros, trabalhar juntos com alegria. O egoísmo deve ser banido.

Os nossos melhores amigos só podem ser os que compartilham a mesma fé conosco. Evitar os relacionamentos uns com os outros é andar na contramão da vontade de Deus. Se você se fecha está buscando os próprios interesses. Se você ainda tem medo de se relacionar com os irmãos, você deve aprender a confiar em Deus.

Com sabedoria, prudência e amor nós poderemos construir grandes amizades entre nós.

Com Rute aprendemos:- Expressar consideração e amor pelos irmãos;- Ser fiéis e leias aos nossos irmãos;- Viver como amigos e compartilhar nosso dia a dia como irmãos.

Autora: Jenecléia Oliveira Mendes.
Palestra ministrada para as mlheres da 5ª Igreja Presbiteriana Conservadora de Goiânia em 2010.

Adaptação para o blog: Rev. Ronaldo P. mendes


Fonte Solus Christus
Via Bereianos




terça-feira, 22 de junho de 2010

O temor do Senhor aumenta os dias


Spurgeon
Banco da Fé
22 de Junho


“O temor do SENHOR aumenta os dias, mas os perversos terão os anos da vida abreviados.” (Pv 10:27)

A este respeito não restam dúvidas de que o temor de Deus produz costumes sãos que impedem a dissipação da vida que procede do pecado e do vício. O santo repouso, fruto da fé no Senhor Jesus, é uma excelente ajuda e remédio para quem está doente. O médico alegra-se de ter um doente cujo espírito está tranquilo. As preocupações matam, mas a confiança em Deus é medicina que cura.
Segundo isto, temos os meios para uma vida longa; e se os empregamos para nosso bem, veremos uma feliz velhice e chegaremos ao sepulcro como feixes de trigo maduro. Não nos creiamos ameaçados de morte súbita porque nos doa um dedo; pelo contrário, confiemos em que Deus nos concederá muitos dias de vida para podermos dedicá-los ao Seu serviço.
E se, de pronto, fôssemos chamados a um lugar mais elevado? Mesmo assim deveríamos regozijar-nos desta disposição, porque quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor. Se vivemos, Jesus estará convosco; e se morrermos, estaremos com Jesus.
A melhor maneira de prolongar nossa vida é vivermos enquanto vivemos, não esbanjando o tempo, porém dedicando cada hora a fins mais elevados. Que assim seja no dia de hoje.
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FONTE: postado por Antonio Marcos -
No Caminho de Jesus
tradução: Carlos Rocha
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